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Modernização e mais serviços: Estado inaugura em Curitiba a primeira Casa do Trabalhador

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O Governo do Estado inaugurou nesta segunda-feira (30), em Curitiba, a primeira Casa do Trabalhador do Paraná. A unidade, que também é a pioneira na Região Sul, surge com a proposta de modernizar e ampliar os serviços de empregabilidade já oferecidos à população, estabelecendo um novo padrão de atendimento.

Localizada na Rua Pedro Ivo, 503, no Centro, a estrutura é fruto da reestruturação da antiga Agência do Trabalhador Central. O novo ambiente consolida diversos serviços em um único local, facilitando o acesso do cidadão ao mercado de trabalho.

O secretário do Trabalho, Qualificação e Renda, Do Carmo, destacou o esforço para viabilizar o projeto sem interromper os serviços. “Conseguimos realizar todas as melhorias mantendo o atendimento à população. O Governo do Estado dá a condição para investirmos, de fato, no trabalhador, não só em Curitiba, mas em todas as 230 agências, que foram contempladas com R$ 20 milhões em investimentos”, afirmou.

A unidade recebeu um aporte de aproximadamente R$ 2 milhões. O espaço centraliza serviços como intermediação de mão de obra, orientação profissional, habilitação do seguro-desemprego, apoio a processos seletivos e oferece atendimento especializado a pessoas com deficiência e imigrantes.

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Além do fluxo cotidiano, o local será sede de mutirões de emprego, palestras e processos seletivos presenciais com acompanhamento especializado. A Casa do Trabalhador conta com inovações estruturais, incluindo um laboratório de informática para qualificação e entrevistas online, além de salas exclusivas para atendimento psicológico focado em orientação de carreira.

A transição para o modelo de ‘casa’  incluiu a ampliação da equipe e a criação de setores de pré-seleção e atendimento personalizado. Para o gerente da Agência do Trabalhador de Curitiba, Rafael Santos, a reformulação consagra o protagonismo do Estado na área. “A unidade chega para potencializar um atendimento que já é reconhecido nacionalmente. Com a nova estrutura, o processo seletivo e a qualificação acontecem em um só lugar, facilitando para quem procura emprego e também para as empresas”, explica.

Em 2025, a agência de Curitiba foi responsável por colocar mais de 14 mil pessoas no mercado de trabalho — o melhor desempenho de toda a rede estadual. Com a modernização, a expectativa é que a unidade remodelada supere esses recordes e reforce a posição do Paraná nas melhores práticas nacionais de geração de renda.

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Serviço:

Casa do Trabalhador do Paraná

Segunda a sexta-feira, das 08h às 17h

Local: Rua Pedro Ivo, 503 – Centro – Curitiba

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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