Connect with us


Paraná

Ministério Público do Paraná oferece denúncia por homicídio qualificado contra quatro homens que espancaram e mataram açougueiro em Jaguariaíva

Publicado em

O Ministério Público do Paraná denunciou por homicídio duplamente qualificado quatro homens apontados como responsáveis pelo assassinato de um açougueiro de 53 anos no dia 11 de janeiro último em Jaguariaíva, nos Campos Gerais.

Áudio da Promotora de Justiça Amanda Gehr

De acordo com as investigações, o crime teria sido motivado por vingança em razão de desentendimento anterior envolvendo a vítima e a irmã de um dos denunciados. Na data do homicídio, o açougueiro foi atraído pelos acusados para o lado de fora do estabelecimento comercial em que estava e então cercado e agredido com socos, empurrões e golpes com uma ripa de madeira. Ele foi internado após as agressões, mas não resistiu.

Na denúncia, a Promotoria de Justiça apontou como qualificadoras o motivo fútil e o uso de recurso que dificultou a defesa da vítima. Dois dos denunciados foram presos em flagrante e tiveram a prisão convertida em preventiva. Os outros dois foram identificados e tiveram a participação nos fatos descritas no curso das investigações.

Processo 000050-88.2026.8.16.0100

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

Leia mais:  MIS-PR celebra o chorinho e reúne músicos, pesquisadores europeus e entusiastas

Comentários Facebook

Paraná

Ministério Público do Paraná emite recomendação administrativa ao Município de Arapongas para regularização de cessão de túmulos no Cemitério Municipal

Published

on

O Ministério Público do Paraná expediu recomendação administrativa ao prefeito do município de Arapongas, no Norte Central do estado, para que sejam adotadas providências para sanar irregularidades identificadas na concessão e transferência de terrenos no Cemitério Municipal. A medida administrativa, encaminhada no dia 15 de setembro último pela 1ª Promotoria de Justiça de Arapongas, decorre de apuração conduzida no âmbito de inquérito civil, que ainda está em trâmite, sobre um possível esquema de comercialização clandestina e transferências irregulares de titularidade de túmulos.

Áudio da promotora de Justiça Flávia Simon Fagundes dos Santos 

As investigações apontam até o momento que as transferências de titularidade dos terrenos estariam sendo feitas em desacordo com a legislação municipal. Por se tratar de bens públicos de uso especial, os terrenos em cemitérios municipais possuem regras específicas de concessão e a legislação municipal (Decreto Municipal 338/04) proíbe expressamente a negociação comercial de jazigos entre terceiros, admitindo a transferência apenas entre parentes consanguíneos ou afins até o terceiro grau e mediante prévia autorização administrativa. Nos casos de desinteresse na manutenção do espaço, o imóvel deve retornar ao município.

Leia mais:  Em Libras e Português, companhia curitibana usa o teatro para pensar as línguas

Possíveis crimes – Ao emitir a recomendação, a Promotoria de Justiça sustenta que ficou demonstrado “o descumprimento contumaz da legislação municipal, com a reiterada validação administrativa de transferências fundadas em meras declarações de parentesco, sem a devida conferência documental, viabilizando a apropriação e negociação privada do espaço público”. Além disso, teria sido revelado, ainda, um possível modus operandi que consiste na participação direta de servidores públicos nas negociações, mediante fraude documental e laudos forjados de abandono de sepulturas, inclusive com captação de vantagem financeira indevida depositada em contas de intermediários. Os fatos também são objeto de apuração de um inquérito policial em trâmite na Divisão Estadual de Combate à Corrupção (Deccor).

Correções – Como medidas a serem adotadas para que sejam corrigidas as ilegalidades, a Promotoria de Justiça aponta que deve ser cessado, imediatamente, toda e qualquer autorização ou validação de transferência de terrenos sem a comprovação documental de parentesco até o 3º grau. Além disso, é recomendada a instituição, em até 30 dias, de um novo fluxo administrativo de controle rigoroso dos pedidos de transferência, que deverá ser realizada por servidores efetivos e estáveis diversos daqueles atualmente lotados na administração direta do Cemitério Municipal, garantindo a divisão de funções e a transparência do processo.

Leia mais:  Com taxa de 5,4%, Paraná segue com um dos menores índices de desemprego do País

Foi concedido prazo de 15 dias para a Administração Municipal informar ao Ministério Público sobre o acatamento da recomendação administrativa e as providências adotadas, podendo o não atendimento resultar na adoção de eventuais medidas judiciais, como a proposição de ação civil pública para responsabilização dos gestores envolvidos.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262