Connect with us


Paraná

Ministério Público do Paraná denuncia por maus-tratos a animais e outros crimes vereadora de Londrina responsável por entidade que está sob intervenção judicial

Publicado em

O Ministério Público do Paraná, por meio da 20ª Promotoria de Justiça de Londrina, no Norte Central do estado, ofereceu nesta segunda-feira, 6 de abril, denúncia criminal contra uma vereadora investigada por diversos ilícitos ambientais supostamente cometidos enquanto esteve à frente da Associação Defensora dos Animais de Londrina (ADA Londrina), entidade privada sem fins lucrativos que, a partir de ação proposta pelo MPPR, passou por intervenção judicial.
 

Áudio da Promotora de Justiça Révia Aparecida Peixoto de Paula Luna

A entidade, que chegou a abrigar cerca de mil animais domésticos, entre cães e gatos, além de animais de produção, é atualmente gerida pela Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização de Londrina (CMTU-Londrina). O pedido de intervenção foi requerido diante dos indícios de maus-tratos a animais e também de desvios de recursos públicos e doações da população destinadas à entidade. As condutas criminosas praticadas, em tese, pela agente política teriam ocorrido entre 24 de janeiro de 2019 e 13 de maio de 2025.

Leia mais:  Agenda cultural tem hino nacional no Guaíra, Blitz, literatura negra e exposições

A denúncia elenca diversos crimes, como maus-tratos a animais, poluição por lançamento irregular de resíduos sólidos (carcaças de animais) e tráfico de drogas (manutenção em depósito de substâncias entorpecentes e psicotrópicas, sem indicação de uso).

Além da condenação às penas previstas na legislação, a Promotoria de Justiça requer a aplicação de algumas cautelares, entre elas, a monitoração eletrônica, a proibição da guarda de animais, com a entrega imediata daqueles que atualmente estejam sob seus cuidados, e a proibição de se aproximar da nova sede da ADA. Os pedidos decorrem da existência de indícios de que a vereadora estaria acumulando outros animais em sua residência. Também foi requerida, no caso de sentença penal condenatória, a fixação de indenização mínima de R$ 1,4 milhão para a reparação pelos danos materiais causados.

Processo 0084010-74.2024.8.16.0014

Matéria anterior:

24/04/2025 – Liminar obtida pelo MPPR determina a intervenção de entidade de Londrina suspeita de desviar doações e recursos públicos e de maltratar animais

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

Leia mais:  Polícia Militar do Paraná realiza o tradicional Desfile de Tiradentes

Comentários Facebook

Paraná

Gaeco de Londrina e Polícia Militar cumprem mandados na Operação Passiflora II, que apura associação criminosa voltada ao tráfico interestadual de drogas

Published

on

O Núcleo de Londrina do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, em conjunto com a Polícia Militar, cumpriu nesta sexta-feira, 7 de agosto, cinco mandados de busca e apreensão domiciliar e de busca pessoal no âmbito da Operação Passiflora II, que apura a atuação de um grupo voltado à prática de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Autorizadas pelo Juízo das Garantias da 5ª Vara Criminal de Londrina, as ordens judiciais foram cumpridas nos municípios de Londrina, no Norte Central do estado, e Coronel Sapucaia, no Mato Grosso do Sul. A Operação Passiflora é resultado de trabalho integrado de inteligência e investigação entre o Gaeco de Londrina e a Agência Regional de Inteligência do 2º Comando Regional da Polícia Militar.

Áudio do Promotor de Justiça Leandro Antunes Meirelles Machado

A atual etapa das investigações decorre da análise de dados obtidos do telefone celular do principal investigado, apreendido em fase anterior das investigações. Apurou-se que a organização adquiriu e preparou mecanicamente um veículo para a realização do transporte interestadual de drogas. O automóvel foi interceptado na cidade de Iguatemi, em Mato Grosso do Sul, por equipes do Departamento de Operações de Fronteira, ocasião em que o motorista fugiu e foram apreendidos 350 quilos de entorpecentes (maconha e skank) pertencentes ao grupo.

Leia mais:  Projetos de saúde pública e cultura recebem o apoio da Compagas em Londrina

Funcionamento – As informações já obtidas apontam para a existência de um grupo organizado para o controle de negociação, logística, aquisição, preparo e transporte de substâncias entorpecentes. Além do papel de liderança e coordenação exercido pelo líder da associação, alvo da primeira fase da operação, parte dos integrantes do grupo cuidava da logística e do transporte das drogas, com equipes dedicadas à manutenção mecânica e ao custeio dos veículos e motoristas contratados exclusivamente para viagens de longa distância.

O grupo também tinha contatos diretos com fornecedores baseados em cidades de fronteira com o Paraguai, que atuavam na distribuição dos entorpecentes, e com intermediadores e colaboradores para a comercialização do material ilícito em diversas regiões do país. A apuração demonstrou que os investigados também negociavam e debatiam a produção de drogas com alto valor agregado e maior potencial viciante, vulgarmente conhecidas como “skank”, “ice” e “dry”.

Matéria anterior:

06/11/2025 – Gaeco e Polícia Militar deflagram 2ª fase da Operação Passiflora, que investiga organização criminosa voltada ao tráfico de drogas e comércio de armas

Leia mais:  BRDE consolida recordes históricos com R$ 446,6 milhões de lucro líquido

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262