Connect with us


Paraná

Ministério Público do Paraná abre inscrições, até 16 de outubro, para concurso público para ingresso na carreira da instituição

Publicado em

Estão abertas até 16 de outubro as inscrições para o concurso público para ingresso na carreira do Ministério Público do Paraná. Serão ofertadas inicialmente dez vagas para o cargo de promotor substituto, além de eventuais novas vagas que surgirem durante a validade do certame. Podem concorrer bacharéis em Direito com pelo menos três anos de atividade jurídica, prevendo o edital de seleção a reserva de 5% das vagas para pessoas com deficiência e 20% para negros ou pardos, nos termos da legislação vigente.

Etapas e datas – A primeira etapa de seleção compreenderá a aplicação de prova preambular, no dia 10 de dezembro. Em seguida, serão realizadas as provas escritas (no total de cinco, divididas por grupos), de 25 a 29 de março de 2024; os exames de sanidade física e mental; a sindicância e as provas orais. A publicação do resultado final do concurso público está prevista para 12 de setembro do próximo ano.

O regulamento com a descrição de todos os critérios em cada etapa de seleção, o edital de abertura e o cronograma completo do concurso público, bem como o formulário de inscrição, estão disponíveis no link abaixo.

Leia mais:  Com 118 mil vagas preenchidas, Paraná lidera contratações via Agências do Trabalhador no País

Concurso público para promotor substituto

Fonte: Ministério Público PR

Comentários Facebook

Paraná

Ministério Público do Paraná denuncia religioso por violação sexual mediante fraude e violência psicológica contra mulher

Published

on

O Ministério Público do Paraná, por meio da 3ª Promotoria de Justiça de Paranaguá, no Litoral do Estado, ofereceu denúncia criminal contra um religioso pela prática dos crimes de violação sexual mediante fraude, com abuso de autoridade religiosa, e violência psicológica contra uma mulher. De acordo com a denúncia, os fatos ocorreram entre 2017 e 2024, período em que o denunciado teria se aproveitado da posição de liderança religiosa e da relação de confiança estabelecida com a vítima para praticar atos libidinosos e, posteriormente, submetê-la a sucessivas formas de violência psicológica.

Segundo a acusação, sob o pretexto de realizar orações de cura e libertação de males espirituais, entre 2017 e março de 2020, o denunciado teria utilizado falsos rituais para praticar atos libidinosos contra a mulher, em dependências da igreja e na residência paroquial. Ainda conforme a denúncia, quando a mulher passou a questionar os atos e tentou se afastar, o religioso teria adotado condutas para controlá-la e intimidá-la, como ligações e mensagens insistentes. Também teria utilizado a autoridade religiosa para desacreditá-la, além de ameaçá-la com supostas “pragas” que poderiam provocar o adoecimento dela e da família.

Leia mais:  Copel mobiliza mais de 800 profissionais para atender desligamentos por temporais

As condutas de violência psicológica teriam se prolongado até aproximadamente a metade de 2024, por meio de ameaças, constrangimentos, manipulação, humilhação, chantagem e isolamento.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262