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Mapa participa de evento que celebrou os dez anos do Programa Rural Sustentável

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) participou, em Brasília, do evento “Programa Rural Sustentável: Aprendizados de 10+ anos de implementação”, promovido pelo Grupo Banco Interamericano de Desenvolvimento (Grupo BID). O encontro reuniu representantes de instituições públicas, organismos internacionais e parceiros estratégicos para debater os resultados, as lições aprendidas e as contribuições do Programa Rural Sustentável (PRS) para o desenvolvimento sustentável da agropecuária brasileira.

Durante o evento, representantes do Mapa apresentaram a palestra “Ampliação de escala e disseminação de práticas produtivas sustentáveis – Aplicando as lições aprendidas do PRS ao futuro de outros projetos e políticas públicas”. A apresentação abordou estratégias para ampliar a adoção de tecnologias e sistemas produtivos sustentáveis, com base nas experiências acumuladas ao longo da implementação do programa.

Ao longo de mais de uma década, o PRS tem contribuído para a adoção de práticas agropecuárias de baixa emissão de carbono, o fortalecimento da assistência técnica e extensão rural e a inclusão produtiva de pequenos e médios produtores. As iniciativas desenvolvidas pelo programa abrangem biomas estratégicos, como Amazônia, Cerrado e Caatinga, e apresentam sinergias com as diretrizes do Plano ABC+, principal política pública brasileira voltada à adaptação às mudanças climáticas e à redução das emissões de gases de efeito estufa na agropecuária.

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O evento também proporcionou um espaço para avaliação dos resultados alcançados pelo programa, troca de experiências entre instituições parceiras e discussão de estratégias para ampliar a escala de soluções sustentáveis voltadas ao desenvolvimento rural.

A programação contou com a participação de representantes da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), do Departamento de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais do Reino Unido (Defra), de instituições executoras, organizações socioprodutivas, especialistas, beneficiários e parceiros estratégicos.

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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Greening ameaça avançar sobre nova fronteira da citricultura

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A confirmação do primeiro foco de greening no Rio Grande do Sul levou as autoridades fitossanitárias a ampliar o monitoramento em 230 propriedades rurais na região de Palmitinho (437 km da capital, Porto Alegre). A ocorrência levou as autoridades a ampliar o monitoramento para 230 propriedades rurais na região e reforçar as medidas de contenção.

Presente no Brasil há duas décadas, o greening já compromete 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo Mineiro, maior região produtora de laranja do mundo. A doença é apontada como um dos fatores responsáveis pela redução da safra brasileira e pela perda de 49,6 milhões de caixas na temporada 2025/26, segundo o Fundecitrus.

Maior produtor mundial de laranja, o Brasil responde por cerca de 70% do comércio global de suco concentrado. A atividade ocupa aproximadamente 700 mil hectares e tem no cinturão de São Paulo e Minas Gerais sua principal base produtiva. Na safra encerrada em junho, foram colhidas 292,9 milhões de caixas de 40,8 quilos. Para 2026/27, a produção está estimada em 255,2 milhões de caixas, influenciada pela bienalidade dos pomares, pelas condições climáticas e pelo avanço do greening.

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Transmitida pelo psilídeo Diaphorina citri, a doença não tem cura e afeta todas as espécies de citros. Os sintomas incluem deformação dos frutos, queda prematura e redução da produtividade, podendo levar à morte das plantas.

No Rio Grande do Sul, equipes da Secretaria da Agricultura e do Ministério da Agricultura eliminaram cerca de 60 plantas contaminadas e ampliaram a área de vigilância para um raio de 2,4 quilômetros em torno do foco identificado. A principal suspeita é de que a bactéria tenha sido introduzida por meio de mudas contaminadas.

Até então, o Estado era considerado uma das poucas regiões produtoras ainda livres da doença. Entre novembro de 2025 e março deste ano, a Defesa Vegetal gaúcha instalou 374 armadilhas em 77 municípios e realizou mais de 4,3 mil inspeções para monitorar a presença do inseto transmissor.

A estratégia das autoridades é impedir que o greening se estabeleça em pomares comerciais e preservar a expansão da citricultura gaúcha. A recomendação aos produtores é utilizar apenas mudas certificadas e com origem rastreada, consideradas uma das principais barreiras contra a disseminação da doença.

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Fonte: Pensar Agro

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