Connect with us


Paraná

MAC Paraná promove palestra com o artista visual Tom Lisboa na Quarta Pública

Publicado em

O Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC Paraná) promove nesta quarta-feira (15), às 14h30, a palestra “Quando o fim é um começo: a obra como processo”, com o artista visual Tom Lisboa. A atividade integra o projeto Quarta Pública, que oferece programação especial às quartas-feiras, dia em que a entrada no museu é gratuita. As vagas são limitadas e, para participar, é necessário fazer inscrição prévia por meio de formulário on-line.

Durante a palestra, Tom Lisboa apresenta um conjunto de obras que têm o processo como elemento central, deslocando o foco do resultado final para aquilo que se constrói ao longo do tempo. Serão compartilhados projetos que evidenciam esse entendimento, revelando como decisões, desvios e contingências passam a integrar o próprio trabalho. A proposta é aproximar o público de práticas que operam em estado de continuidade, nas quais o fim não se apresenta como conclusão, mas como ponto de inflexão para novos desdobramentos.

Leia mais:  Polícia Militar do Paraná comemora 169 anos com tradicional solenidade

O ARTISTA – Tom Lisboa é artista visual e atua com fotografia, instalação, escultura e intervenção urbana, práticas atravessadas por uma mesma orientação, o entendimento da obra como processo em curso. Sua produção investiga situações em que o trabalho não se encerra em um resultado final, mas se desdobra ao longo do tempo, incorporando deslocamentos, interrupções e reconfigurações que fazem da própria experiência um campo de elaboração contínua.  

MAC PARANÁ – Fundado em 1970, o Museu de Arte Contemporânea do Paraná possui um acervo com mais de 2 mil obras de artistas paranaenses, brasileiros e estrangeiros. A instituição conta com um Centro de Pesquisa e Documentação, com acervo especializado em arte moderna e contemporânea, além de um Setor Educativo responsável por visitas mediadas e oficinas gratuitas.

Serviço:

Quarta Pública | Palestra “Quando o fim é um começo: a obra como processo”, com Tom Lisboa

Data: 15/04 (quarta-feira), das 14h30 às 16h

Inscrições AQUI

MAC no MON – Sala 08 (Rua Marechal Hermes, 999)

Fonte: Governo PR

Leia mais:  Com movimentação recorde, setor portuário amplia contribuição de ISS em Paranaguá em 76%

Comentários Facebook

Paraná

Justiça Militar recebe denúncia do Ministério Público do Paraná contra quatro policiais investigados na Operação Rapina por roubo qualificado a caminhoneiro

Published

on

O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia criminal contra quatro policiais militares suspeitos de praticarem roubo qualificado durante o horário de serviço. A ação penal, decorrente da Operação Rapina, foi recebida pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Criminal de Curitiba nesta quinta-feira, 20 de agosto.

Acesse o áudio do Promotor de Justiça Fernando Cubas César

Conforme as investigações, os crimes teriam ocorrido em 26 de setembro de 2025. Os denunciados, que compunham a guarnição de uma viatura policial, abordaram um motorista de caminhão-cegonha no pátio de um posto de combustíveis às margens da rodovia BR-376. Com o emprego ostensivo de arma de fogo e grave ameaça, os policiais teriam obrigado a vítima a conduzir o veículo de carga até um local ermo, restringindo sua liberdade, e subtraíram aparelhos celulares para proveito próprio, sem efetuar qualquer registro ou apreensão formal que conferisse legalidade à ação.

Leia mais:  Com movimentação recorde, setor portuário amplia contribuição de ISS em Paranaguá em 76%

A denúncia imputa aos agentes do Estado a prática de roubo qualificado, crime previsto no artigo 242 do Código Penal Militar. Com o recebimento da ação, a Justiça Militar manteve as medidas cautelares diversas da prisão que já haviam sido fixadas em fevereiro de 2026 contra os investigados. Entre as restrições impostas estão o afastamento das atividades operacionais, a proibição do uso de fardamento e de armamento (seja da corporação ou particular), bem como a suspensão de acessos aos sistemas de investigação policial. Os réus também estão proibidos de se ausentarem da comarca sem prévia autorização judicial e têm a obrigação de comparecer a todos os atos processuais.

Além da condenação na esfera penal militar, o Ministério Público requereu que seja fixado um valor mínimo de R$ 50 mil a título de indenização por danos morais em favor da vítima. O Gaeco solicitou ainda o compartilhamento do procedimento investigatório com a Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Paraná, para viabilizar a apuração administrativa dos fatos e a investigação de eventuais outros crimes identificados no curso do processo.

Leia mais:  Polícia Militar do Paraná comemora 169 anos com tradicional solenidade

Processo 0016498-43.2025.8.16.0013

Notícia anterior:

26/02/2026 – Gaeco cumpre quatro mandados de busca e apreensão em Curitiba e Joinville em operação que apura o envolvimento de policiais militares em subtração de carga

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262