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Paraná

Ipardes lança nova edição da Revista Paranaense de Desenvolvimento

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O Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) publicou nesta semana mais uma edição da Revista Paranaense de Desenvolvimento (RPD), periódico voltado à divulgação e disseminação de contribuições científicas da comunidade acadêmica.

Neste nº 144, a RPD, em sua sessão Dossiê, traz uma série de artigos organizados pelo economista Luis Alberto Esteves, com a temática sobre bancos de desenvolvimento regionais no País (BNDE, Banco da Amazônia, BRDE, entre outros) e respectivas atuações no crédito e financiamento do desenvolvimento local. Destaca-se a atenção à micro e pequenas empresas, empreendedores urbanos e produtores rurais, entre outros pontos tratados.

O periódico traz ainda um texto sobre a distribuição de renda no País e no Paraná, além de um artigo com um panorama sobre a questão ambiental, novamente tendo o Paraná como foco de análise.

A nova edição também tem novos parceiros, oriundos das universidades estaduais, que vão compor o Conselho Editorial da RPD. Foram nomeados para o colegiado Bruno Pedroso, da Universidade Estadual de Ponta Grossa; Lucir Reinaldo Alves, da Universidade Estadual do Oeste do Paraná; Luís Fernando Severo, da Universidade Estadual do Paraná; Maurício Reinert do Nascimento, da Universidade Estadual de Maringá; Paula Turra Grechinski, da Universidade Estadual do Centro Oeste; Ricardo Aparecido Campos, da Universidade Estadual do Norte do Paraná; Sandra Dalila Corbari, da Universidade Estadual de Ponta Grossa; e Saulo Amâncio Vieira, da Universidade Estadual de Londrina.

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NOVAS CONTRIBUIÇÕES – A Revista Paranaense de Desenvolvimento está permanentemente aberta à submissão de artigos em temas relacionados à socioeconomia visando interpretações do desenvolvimento paranaense, brasileiro e/ou internacional. As regras da submissão, números já publicados e demais informações encontram-se disponíveis no site do Ipardes. Dúvidas e esclarecimentos também podem ser encaminhados ao e-mail [email protected].

Fonte: Governo PR

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BRDE amplia Fundo Verde com aporte de R$ 3,6 milhões para projetos no Paraná

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O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) aprovou um novo aporte de R$ 3,6 milhões ao Fundo Verde e de Equidade para aplicação em projetos elegíveis no Paraná. A destinação tem como base o lucro líquido auferido pelo banco em 2025 e reforça a agenda de sustentabilidade da instituição, em uma iniciativa divulgada neste Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado nesta sexta-feira (5).

Nos três estados de atuação do BRDE — Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul — o novo aporte ao Fundo Verde e de Equidade soma R$ 10,82 milhões, respeitado o limite equivalente a 1,5% do lucro líquido do último exercício. Com a nova dotação, o volume acumulado destinado ao instrumento chega a quase R$ 40 milhões desde 2021.

O Fundo Verde e de Equidade é um instrumento operacional e financeiro criado pelo BRDE para apoiar, com recursos não reembolsáveis, projetos socioambientais e climáticos com potencial de impacto positivo. Os recursos podem ser aplicados em iniciativas voltadas à preservação ambiental, adaptação e mitigação dos efeitos das mudanças climáticas, proteção da biodiversidade, economia circular, uso sustentável dos recursos naturais, inovação socioambiental, turismo sustentável e promoção da equidade. Cada projeto pode receber até R$ 200 mil.

Para o diretor-presidente do BRDE, Renê Garcia Junior, o novo aporte confirma o papel do banco como instituição de fomento comprometida com uma agenda de desenvolvimento de longo prazo. “O Fundo Verde traduz uma decisão estratégica do BRDE: reinvestir parte do resultado do banco em projetos capazes de gerar impacto ambiental, social e econômico. É uma forma concreta de transformar lucro em legado, apoiando iniciativas que ajudam a preparar o Paraná e toda a Região Sul para os desafios climáticos e para uma economia mais sustentável”, afirma.

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No Paraná, os recursos serão aplicados em projetos elegíveis, conforme as regras e critérios de enquadramento do Fundo. A seleção considera a aderência das propostas aos objetivos socioambientais do instrumento, a relevância pública das iniciativas e a capacidade de gerar resultados mensuráveis para o território.

O diretor administrativo do BRDE, Heraldo Neves, destaca que a destinação reforça a governança do banco na aplicação de recursos próprios para finalidades de interesse público. “Ao vincular parte do lucro líquido ao Fundo Verde e de Equidade, o BRDE consolida uma política permanente de apoio a projetos que geram valor para a sociedade. São recursos não reembolsáveis, aplicados com critérios técnicos, transparência e foco em iniciativas capazes de deixar benefícios concretos para os territórios onde o banco atua”, diz.

O Fundo Verde integra um conjunto de ações voltadas à promoção de impacto socioambiental e climático positivo. O instrumento permite que o banco complemente sua atuação tradicional em financiamento com apoio direto a iniciativas de interesse coletivo, fortalecendo projetos inovadores nas áreas urbana, rural, ambiental, científica, tecnológica e de turismo sustentável.

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BIOMAS – Em função da localização geográfica dos três estados do Sul, a atuação do BRDE contribui para a promoção da sustentabilidade em dois dos principais biomas brasileiros presentes na região: o Pampa e a Mata Atlântica. As iniciativas apoiadas podem dialogar com temas como conservação de áreas naturais, restauração ecológica, uso sustentável da biodiversidade, fortalecimento de cadeias produtivas de baixo impacto e valorização de territórios com vocação ambiental e turística.

Para o superintendente do BRDE no Paraná, Paulo Starke, o novo aporte amplia a capacidade do banco de apoiar soluções alinhadas às necessidades ambientais e produtivas do Estado. “Essa atuação se soma a outras iniciativas pioneiras, como o instrumento de créditos de biodiversidade desenvolvido no Estado, em diálogo com a metodologia LIFE, que busca dar valor econômico à conservação e criar novas formas de financiamento para a proteção da natureza”, frisa.

CRÉDITOS – O projeto de créditos de biodiversidade, desenvolvido em parceria com o Governo do Estado e conectado à metodologia LIFE, busca reconhecer financeiramente ações de conservação ambiental, especialmente em áreas como Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs), por meio de créditos certificados e rastreáveis.

Fonte: Governo PR

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