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Inscrições para o PSS na área da socioeducação entram na reta final; edital tem 17,2 mil inscritos

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As inscrições para o Processo Seletivo Simplificado (PSS) que prevê a contratação de 589 agentes de socioeducação seguem abertas até o dia 22 de abril de 2026. Até esta quarta-feira (15) o certame registrava 17.272 inscrições, sendo 8.098 foram confirmadas e 9.174 estão pendentes, aguardando pagamento. Os profissionais irão atuar em 28 unidades de atendimento a adolescentes em conflito com a lei, distribuídas em 16 municípios do Paraná.

A iniciativa visa atender uma necessidade temporária de recomposição do quadro de pessoal. O PSS está sendo executado pela Fundação Fafipa e os interessados podem ter acesso ao edital e mais informações sobre o processo no endereço eletrônico www.fundacaofafipa.org.br. A contratação terá prazo de um ano, podendo ser prorrogado por igual período. A seleção dos candidatos inscritos será feita exclusivamente por meio de avaliação de currículo e títulos. A taxa de inscrição é de R$ 80,00. 

Compete à Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania a gestão das medidas socioeducativas de internação e de semiliberdade. Atualmente, o Paraná atende 491 adolescentes com idades entre 12 e 21 anos de idade em 19 centros de socioeducação e nove casas de semiliberdade. “Trata-se de excelente oportunidade profissional disponibilizada às pessoas dispostas a contribuir com a formação e a reintegração social e familiar de adolescentes internados pela prática de ato infracional”, diz o diretor de Justiça da pasta, Gerson Faustino Rosa.

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“É motivo de orgulho constatar o grande número de inscrições até aqui realizadas, demonstrando a quantidade de candidatos vocacionados e movidos pelo intuito de contribuir com um futuro melhor para a juventude”, afirma.

Alex Sandro da Silva, coordenador do Sistema Socioeducativo do Estado, acrescenta que o grande interesse das pessoas para a atuação no sistema socioeducativo é positivo. “Com certeza será um processo de seleção de pessoas que têm conhecimento e experiência na área do direito da criança e do adolescente, especialmente na área do adolescente, que é o público de atuação, com jovens de 12 até 21 anos de idade”, explica Silva.

“A partir da seleção por títulos e pela experiência profissional, devem ser demonstradas áreas de estudo e de trabalho voltadas para as políticas direcionadas a adolescentes”, acrescenta.

Fonte: Governo PR

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Alunos de 88 colégios da rede estadual participam do Parlamento Jovem

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Estudantes participaram, nesta terça-feira (2), das eleições do projeto Parlamento Jovem em 88 colégios da rede estadual, distribuídos em 64 municípios paranaenses. A iniciativa, desenvolvida pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), por meio da Escola Judiciária Eleitoral (EJE-PR), conta com a parceria da Secretaria de Estado da Educação (Seed-PR) e proporciona aos alunos vivência prática do processo democrático e do funcionamento das eleições.

Em todo o Paraná, cerca de 26 mil estudantes atuaram como eleitores e 988 concorreram como candidatos-mirins. Para a realização da votação, foram disponibilizadas 238 urnas eletrônicas, entre equipamentos utilizados e de contingência.

Para o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda, o projeto contribui para a formação cidadã dos estudantes ao aproximá-los das instituições democráticas. “A participação no Parlamento Jovem é uma oportunidade singular para que os estudantes vivenciem, na prática, o funcionamento do sistema democrático e do Poder Legislativo. Incentivamos fortemente a adesão dos alunos porque iniciativas como essa fortalecem o protagonismo juvenil, ampliam a compreensão sobre o processo eleitoral e contribuem para a formação de cidadãos mais conscientes e participativos”, afirmou o secretário.

Para o chefe da Seção de Educação para a Cidadania Política (SECP) do TRE-PR, Frederico Rafael Martins de Almeida, o projeto representa uma oportunidade de aproximar jovens da Justiça Eleitoral e incentivar a participação cidadã. “Ao conhecer na prática o funcionamento das eleições e do Poder Legislativo, os estudantes desenvolvem competências relacionadas à cidadania, ao diálogo, à ética pública e à participação política responsável”. 

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CIDADANIA – Segundo ele, o Parlamento Jovem é uma das principais ações de educação para a cidadania política desenvolvidas pelo TRE-PR. “Contribuímos para a formação de novas gerações de eleitores conscientes, participativos e comprometidos com os valores democráticos”, declarou Almeida. 

A coordenadora dos Programas Especiais da Seed-PR, Adriana Rigon Wille, destacou que a iniciativa complementa o trabalho desenvolvido pelas escolas na formação cidadã dos estudantes. “É uma experiência muito rica porque os estudantes vivenciam uma eleição de verdade dentro da escola. Eles organizam as chapas, apresentam propostas, fazem campanha e utilizam a urna eletrônica no processo de votação. Tudo isso ajuda a aproximá-los da democracia e torna o aprendizado muito mais significativo”, afirmou.

NOVIDADES – “A edição de 2026 marca uma nova fase do Parlamento Jovem, resultado de um amplo processo de modernização”, destacou Almeida. Entre os avanços implementados recentemente pelo TRE-PR, estão a criação do Regulamento Oficial do Parlamento Jovem e o lançamento de um hotsite que reúne informações sobre todas as etapas do projeto, incluindo cronogramas, materiais pedagógicos, vídeos explicativos, manuais operacionais, modelos de documentos e orientações destinadas às escolas, Cartórios Eleitorais e Câmaras Municipais.

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Também foram promovidas capacitações para servidores, professores, equipes pedagógicas e representantes das Câmaras Municipais, além da disponibilização de vídeos, checklists, cartilhas e manuais para consulta permanente. Neste ano, as instituições participantes passaram a formalizar a adesão ao projeto por meio de termos específicos, ampliando a integração entre a Justiça Eleitoral e os parceiros envolvidos.

VEREADORES – O Parlamento Jovem permite aos estudantes vivenciarem todas as etapas de uma eleição, de forma semelhante ao que ocorre nas disputas para cargos políticos. Nos meses que antecederam a votação, os alunos participaram de atividades como registro de candidaturas, campanhas eleitorais, apresentação de propostas e debates, utilizando as mesmas regras e procedimentos adotados pela Justiça Eleitoral.

Os estudantes eleitos serão diplomados e empossados como vereadores-mirins em seus respectivos municípios, passando a desenvolver atividades legislativas ao longo do ano. A proposta busca estimular o protagonismo juvenil e ampliar o conhecimento sobre o funcionamento dos poderes públicos e os mecanismos de participação democrática.

Fonte: Governo PR

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