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Inscrições de projetos para programa de inovação com prêmio de R$ 1 milhão encerram no dia 4

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As inscrições para o Programa de Propriedade Intelectual com Foco no Mercado (Prime) do Governo do Estado terminam neste domingo (4). A iniciativa é gratuita e destinada a pesquisadores das instituições de ensino superior e de pesquisa científica e tecnológica do Paraná, incluindo professores, estudantes e profissionais da carreira técnica administrativa.

O programa consiste em trilhas de qualificação voltadas para o desenvolvimento de habilidades e competências para negócios. O objetivo é transformar o resultado de pesquisas acadêmicas em produtos e serviços para a população, a partir do apoio a projetos inovadores e de base tecnológica. As atividades terão início na próxima quarta-feira (7) e serão desenvolvidas ao longo de cinco meses em formato remoto.

Nesta terceira edição, o Prime terá uma premiação de incentivo científico no valor de R$ 1 milhão, sendo R$ 200 mil para cada finalista. Os recursos são oriundos do Fundo Paraná, dotação administrada pela Seti para o fomento científico e tecnológico paranaense.

São 150 vagas para a primeira fase da jornada, que abrange uma série de atividades, como workshops, consultorias individuais e mentorias coletivas. Na segunda etapa serão selecionados 20 participantes da fase inicial, considerando como requisito mínimo a comprovação de depósito ou registro de patente no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi).

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No final do ciclo, cinco pesquisadores serão contemplados com um programa de pré-aceleração ou pacote de consultorias em temáticas de inovação e mercado do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Paraná (Sebrae/PR) e um programa de mentoria individual do Inpi.

PROGRAMA – Idealizado pela Secretaria de Estado Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), o Prime conta com a parceria da Fundação Araucária de Apoio do Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

A iniciativa representa uma oportunidade para fomentar projetos que são desenvolvidos em incubadoras, agências de inovação e núcleos de inovação tecnológica (NITs) das instituições de ensino superior e das instituições de pesquisa científica e tecnológica. O programa contempla, ainda, a apresentação das pesquisas que apresentam potencial para negócios, para parceiros e investidores.

SUSTENTABILIDADE – O conteúdo do programa compreende diversos temas: aspectos jurídicos, desenho de soluções, fontes de financiamento, ideação, modelagem financeira, parcerias, pesquisa e desenvolvimento (P&D), processos comerciais, propriedade intelectual, patente verde, transferência tecnológica e validação de negócios. Os participantes também terão uma trilha focada em sustentabilidade, com temáticas de agricultura sustentável, cidades inteligentes e energias renováveis.

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Serviço:

Inscrições: até 4 de junho – AQUI

Edital: seti.pr.gov.br/Prime-2023

Divulgação dos inscritos: 5 de junho

Início das atividades – 1ª fase: 7 de junho

Resultado da 2ª fase: 30 de agosto

Resultado da 3ª fase: 25 de outubro

Fonte: Governo PR

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Ministério Público do Paraná e órgãos de fiscalização visitam propriedades rurais e estabelecimentos agrícolas em operação de combate a crimes ambientais no estado

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O Ministério Público do Paraná, em conjunto com diversos órgãos ambientais e das forças de segurança, realizou nesta semana, de 14 a 17 de abril, a Operação Estoque Limpo II, voltada a combater crimes ambientais no estado. A força-tarefa fiscalizou a destinação de embalagens vazias e as condições de armazenamento e utilização de produtos irregulares ou ilícitos, inclusive de origem contrabandeada, em desacordo com a legislação ambiental, visando prevenir a contaminação do solo e da água e eventuais riscos à saúde pública. Os alvos foram propriedades rurais e estabelecimentos agrícolas em Boa Esperança, Campina da Lagoa, Goioerê, Moreira Sales, Quarto Centenário, Rancho Alegre D’Oeste, Ubiratã e Juranda, municípios no Centro Ocidental do estado.

Acesse álbum com fotos da Operação

A operação mobilizou equipes do Núcleo de Campo Mourão do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo (Gaema), do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção ao Meio Ambiente (unidade do MPPR), da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), do Instituto Água e Terra (IAT) e da Polícia Militar.

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Resultados – Nos quatro dias de diligências, as equipes fiscalizaram 45 propriedades e três estabelecimentos comerciais do ramo agropecuário, sendo identificadas irregularidades relacionadas ao acondicionamento de embalagem vazias em 21 propriedades. Foram lavrados 47 termos de fiscalização e cinco autos de infração, sendo também expedido um auto de prisão em flagrante pelo crime de produção, armazenamento e transporte de agrotóxicos ou produtos de controle ambiental não registrados ou não autorizados. Além disso, 1.162,7 litros de agrotóxicos impróprios para uso foram retirados de circulação. Em três propriedades, foram localizados animais domésticos em situação de vulnerabilidade, sendo também registrado um boletim de ocorrência por maus-tratos a animais.

Um dos casos de maior gravidade ocorreu no município de Quarto Centenário, onde foi constatado o descarte inadequado de embalagens vazias de agrotóxicos, muitas delas depositadas a céu aberto diretamente sobre solo permeável, além de outras armazenadas em “big bags”, também expostas ao tempo e em contato direto com o solo, com risco de contaminação ambiental.

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Verificou-se ainda a reutilização indevida dessas embalagens para alimentação de animais, prática proibida pelas normas sanitárias e ambientais devido ao risco de intoxicação. Outra irregularidade apurada foi a queima de embalagens de agrotóxicos, incluindo um recipiente do produto estrangeiro B-Boxing, caracterizando não apenas descarte irregular, mas também uso de produto não registrado ou não autorizado. Em relação aos animais, foram encontrados seis cães e cinco gatos (sendo dois filhotes) em condições inadequadas que configuravam situação de maus-tratos, o que motivou o recolhimento por parte de organização não-governamental de Goioerê com atuação na área de proteção animal. Foram ainda localizadas cinco calopsitas mantidas em ambiente insalubre, sem acesso a alimentação e água.

As investigações prosseguirão, e os responsáveis pelas propriedades flagradas com irregularidades poderão responder criminalmente por crimes ambientais, como o armazenamento de substâncias tóxicas ilegais e maus-tratos contra animais.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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