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Imbaú a Reserva: edital de conclusão da pavimentação tem proposta de R$ 163 milhões

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O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) realizou a sessão de disputa da licitação para concluir a pavimentação da PR-160 entre Imbaú e Reserva, nos Campos Gerais. Seis empresas participaram, sendo a melhor classificada a Vale das Pedras Construção de Rodovias Ltda., com a proposta R$ 163.700.000,00.

Atualmente a comissão de contratação do DER/PR está analisando a documentação e planilha de preços enviadas pela empresa, devendo publicar um resultado em breve. O DER-PR é uma autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL).

A obra tem 28,36 quilômetros de extensão, iniciando em Imbaú e seguindo até Reserva. Além da pavimentação asfáltica da pista, também serão implantados 12,82 quilômetros de faixas adicionais, acessos a estradas rurais e propriedades, e interseções em nível ao longo do trecho. Será concluída a nova ponte sobre o Rio São Pedro em Reserva, com os serviços de infraestrutura e mesoestrutura quase finalizados.

Está previsto também o Contorno de Imbaú, um trecho variante que tira a rodovia da área mais urbanizada e a conecta com um segmento já pavimentado da PR-160, embaixo de um viaduto na BR-376. Neste ponto serão implantadas duas rotatórias e acessos para disciplinar o tráfego entre as rodovias, mas sem alterar o viaduto em si.

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O Contorno de José Lacerda, distrito de Reserva, também será uma variante da PR-160, iniciando em uma curva antes do acesso à comunidade e concluindo ao se encontrar com uma rua municipal após o distrito, com interseções em nível em ambos pontos.

Também será implantado novo sistema de drenagem de águas, sinalização horizontal e vertical, dispositivos de segurança viária, passa-fauna, plantio de grama e construção de abrigos para parada de ônibus.

Após assinatura de contrato e emissão de ordem de serviço, o prazo de execução é de 450 dias (15 meses).

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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