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IAT registra pela primeira vez uma onça-parda em mata do Parque Estadual Rio Guarani

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O Instituto Água e Terra (IAT) registrou oficialmente, pela primeira vez, a presença de uma onça-parda (Puma concolor) dentro dos limites do Parque Estadual do Rio Guarani, em Três Barras do Paraná, na região Oeste. As imagens do animal foram captadas em janeiro por câmeras de alta resolução instaladas pelo órgão ambiental em pontos de mata fechada da Unidade de Conservação (UC) – os equipamentos são utilizados para monitorar o desenvolvimento da fauna local. O IAT é vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).

A presença do mamífero, explica a engenheira florestal do Instituto e chefe do parque, Aline Heberle, indica a melhoria da condição ambiental da área, com ações de preservação coordenadas pelo Governo do Estado, como o plantio de mudas de espécies nativas. “Isso demostra claramente que, além do parque, todo o entorno está bem conservado. Isso é fruto de um trabalho incansável de educação ambiental, fiscalização e preservação”, diz.

Ela reforça que a Unidade de Conservação é monitorada em tempo integral pelo IAT, justamente como forma de garantir a manutenção e reprodução das espécies. “As câmeras nos ajudam a cuidar, a proteger a fauna e a flora. E, para além disso, criar uma base de dados que nos ajude a tomar as melhores decisões”, afirma Aline.

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“Quem pensar em fazer algo de errado dentro do parque, será pego e sofrerá todas as sanções cabíveis”, completa ela.

O Puma concolor possui pelagem acastanhada em quase todo o corpo, à exceção da região ventral, que é mais clara. É um felino adaptável, capaz de viver em ambientes montanhosos, desertos ou florestas. O peso e o tamanho da espécie costumam variar dependendo da região. São animais carnívoros solitários e territorialistas, com hábitos noturnos, e que se alimentam principalmente de pequenos mamíferos e aves.

RIO GUARANI – Inserido no Corredor Ecológico Iguaçu, a Unidade de Conservação é um importante conector entre os remanescentes florestais, protegendo o curso do Rio Guarani. O local é, depois do Parque Nacional do Iguaçu, a maior área de mata contínua das regiões Oeste e Sudoeste do Paraná.

No parque já foram catalogadas mais de 40 espécies de árvores e mais de 300 espécies de vertebrados terrestres, alguns ameaçados de extinção. O complexo conta com trilhas sinalizadas para passeios monitorados e funciona de terça a domingo, das 8h às 17h30.

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AJUDE A FAUNA – Ao avistar algum animal silvestre ferido ou para denúncias de atividades ilegais contra animais, entre em contato por meio da Ouvidoria do Instituto Água e Terra (IAT).

Se preferir, ligue para o Disque Denúncia 181. Informe de forma objetiva e precisa a localização e o que aconteceu com o animal. Quanto mais detalhes sobre a ocorrência, melhor será a apuração dos fatos e mais rapidamente as equipes conseguem fazer o atendimento.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Em Campo Largo, MPRR denuncia por homicídio qualificado motorista que invadiu contramão, bateu em motocicleta e causou a morte do condutor

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O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, ofereceu denúncia criminal nesta segunda-feira, 31 de agosto, contra uma mulher de 44 anos pelo crime de homicídio qualificado. Segundo a denúncia, ela conduzia um veículo pela contramão quando colidiu com uma motocicleta, causando a morte do condutor.

Áudio do Promotor de Justiça Eduardo Labruna Dahia

O fato ocorreu na noite de 4 de agosto deste ano, por volta das 22h10, na Rodovia BR-277, na localidade de Itaqui de Cima. Conforme as investigações, a denunciada invadiu a pista de sentido contrário e atingiu a motocicleta conduzida pela vítima, um homem de 43 anos, que morreu em decorrência da colisão.

Qualificadoras – Na denúncia, o Ministério Público sustenta que o homicídio foi cometido de forma a resultar em perigo comum, uma vez que a condução do veículo na contramão expôs a risco não apenas a vítima, mas também os demais usuários da rodovia, que poderiam ser atingidos por uma eventual colisão.

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A Promotoria também aponta que o crime foi cometido mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. O MPPR cita que a circulação de um veículo na contramão representou uma situação inesperada para os demais motoristas, surpreendendo a vítima e reduzindo a possibilidade de qualquer reação capaz de evitar a colisão.

Além da condenação às penas previstas em lei, o MPPR requer que a denunciada seja condenada ao pagamento de R$ 50 mil a título de indenização aos familiares da vítima pelos danos decorrentes do crime.

Processo: 0010134-79.2026.8.16.0026

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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