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IAT atualiza regra e amplia espaços para soltura de animais resgatados no Paraná

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O Instituto Água e Terra (IAT) publicou, em agosto, a Instrução Normativa nº 59, que institui o cadastro voluntário de Áreas de Soltura de Animais Silvestres (ASAS). A iniciativa, já em vigor, permite que pessoas físicas e jurídicas autorizem a utilização de espaços particulares para receber animais resgatados em situações de risco, o que amplia a rede de apoio à fauna no Estado. Os requerimentos para o cadastramento das áreas deverão ser protocolados por meio do sistema informatizado do IAT.

A norma tem o intuito de tornar o processo de soltura de animais vitimados mais organizado e eficiente. Anteriormente, os proprietários precisavam fornecer informações técnicas detalhadas sobre suas áreas. Agora, a responsabilidade de avaliar a viabilidade da soltura é do IAT, que garante que as espécies retornem ao habitat correto e de forma segura.

Para o médico-veterinário do setor de Fauna do órgão ambiental, Pedro Camargo, a medida também aproxima cidadãos e empresas das ações de conservação, o que permite que contribuam de forma prática para proteger a fauna e assegurar que os ecossistemas do Paraná continuem equilibrados. “Isso também é uma forma de educação ambiental. São pessoas que se orgulham de saber que sua propriedade contribui para a fauna, que vão ver passarinhos ou outros animais retornando à natureza ali”, disse.

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Após o resgate, animais vítimas de tráfico, ataques, colisões ou encontrados debilitados chegam à Rede de Atendimento à Fauna Silvestre Vitimada e recebem tratamento e reabilitação. Quando considerados aptos, as espécies precisam ir para um local de soltura, sendo devolvidos em áreas próximas ao local de origem. A ação deve respeitar a fitofisionomia e o habitat natural da espécie.

Para isso, as ASAS devem apresentar, entre outras características ambientais, a existência de remanescentes verdes significativos e a disponibilidade de corpos d’água que propiciam a soltura da fauna no local.

Conforme o veterinário, a iniciativa representa mais do que um procedimento técnico, garante que os animais retornem de forma segura à natureza. “Quanto mais próximo da área de onde o animal foi retirado, mais fácil é o retorno à vida livre. Pode ser bonito ver a soltura, mas para o bicho é um momento de estresse, e nosso trabalho é minimizar isso ao máximo”, explicou.

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Além disso, a criação das ASAS também fortalece a conservação da flora. “Toda fauna que, ao ser reabilitada, volta a ser solta, exerce seu papel ecológico, como dispersar sementes e manter as florestas vivas. Sem os animais não há floresta viável. A soltura garante também a continuidade da flora e do equilíbrio dos ecossistemas”, destacou o veterinário.

A iniciativa também reforça o compromisso do Paraná com a proteção da biodiversidade e consolida o Estado como referência em ações de conservação da fauna silvestre.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Professores do Paraná são selecionados para intercâmbio em Utah, nos EUA

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O Governo do Paraná publicou nesta sexta-feira (17) o resultado da seleção de professores para participarem de um intercâmbio profissional nos Estados Unidos. Os docentes paranaenses irão lecionar em escolas de ensino fundamental e médio dos condados de Tooele e Washington, localizados no Estado de Utah, na região Oeste do país. A viagem está prevista para julho deste ano, antes do início do calendário letivo estadunidense, que começa em agosto e termina em maio.

A iniciativa é resultado de uma parceria firmada em 2014 entre a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e a Secretaria da Educação de Utah. Neste ano, entre 40 candidatos de 16 municípios, foram selecionados as professoras Isabeli Rodrigues, de Ponta Grossa, nos Campos Gerais, e Paula Fernanda de Souza do Amaral, de Toledo, no Oeste; e o professor Kesley Cassiano dos Santos, de Curitiba. A seleção dos profissionais foi realizada em quatro etapas, incluindo avaliação de aulas e entrevistas em inglês.

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A coordenadora de Relações Institucionais e Cooperação Internacional da Seti, Helena Salim de Castro, destaca a importância de crescimento profissional para os professores. “O objetivo é viabilizar essa experiência internacional, oferecendo aos professores paranaenses a oportunidade de atuar no sistema educacional norte-americano para conhecer novas metodologias e práticas de ensino, além de ampliar os horizontes dos profissionais ao vivenciar uma imersão cultural capaz de fortalecer a visão sobre a educação”, afirmou.

Com formação em Pedagogia, a professora Isabeli Rodrigues, uma das selecionadas nesta edição do programa, destaca a oportunidade de crescimento e aprendizado para o magistério. “Esse tipo de ação é importante para a carreira dos professores, principalmente para enxergar o futuro, a educação e o ensino sob uma nova perspectiva, sendo uma grande oportunidade de crescimento, de aprendizado, de mudanças e de propósito e poder contribuir como educadora para crianças de outros lugares”, disse a docente.

O valor anual da remuneração dos professores participantes desse programa de intercâmbio varia entre R$ 224,3 mil e R$ R$ 289,1 mil, de acordo com o nível de graduação e a titulação dos profissionais aprovados. Outros benefícios são plano de saúde e odontológico, visto de trabalho para o marido ou a esposa e matrículas em escolas públicas de Utah para os filhos com idade entre cinco e 21 anos.

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Fonte: Governo PR

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