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Homenagem da PGJ a Marly Esteves de Albuquerque Maranhão

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Com imenso pesar, noticia-se o falecimento de Marly Esteves de Albuquerque Maranhão, esposa do falecido procurador de Justiça Silvio de Albuquerque Maranhão e tia do procurador de Justiça Ricardo Pires de Albuquerque Maranhão e do promotor de Justiça Guilherme de Albuquerque Maranhão Sobrinho. O sepultamento foi realizado nesta quinta-feira, 28 de setembro, no Cemitério Parque Iguaçu, em Curitiba.
 

Confira a homenagem da Procuradoria-Geral de Justiça
 

O Ministério Público do Estado do Paraná, com profundo pesar, lamenta o falecimento da sra. Marly Esteves de Albuquerque Maranhão, unindo-se em solidariedade à distinta família e amigos por sua inestimável perda.

Esposa do igualmente falecido procurador de Justiça Silvio de Albuquerque Maranhão, tia do procurador de Justiça Ricardo Pires de Albuquerque Maranhão e do promotor de Justiça Guilherme de Albuquerque Maranhão Sobrinho, a falecida integrou família que muito colaborou e colabora para o engrandecimento da Instituição, merecendo o respeito e consideração institucional neste momento de despedida.

Disse Artur Schopenhauer que “o amor é a compensação da morte”. Assim, que ele, o  tempo e o Deus de todas as fés consolem os corações enlutados. Sentidas condolências.

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Fonte: Ministério Público PR

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Ministério Público do Paraná esclarece sobre interrupção de sessão do Tribunal do Júri de Curitiba ocorrida nesta quinta-feira, 10 de setembro

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A respeito dos fatos ocorridos nesta quinta-feira, 10 de setembro, em sessão do Tribunal do Júri realizada em Curitiba (Autos 0001590-19.2022.8.16.0196), o Ministério Público do Paraná informa:

O Conselho de Sentença, que atuava desde quarta-feira, 9 de setembro, na sessão de julgamento de um acusado pelos crimes de homicídio qualificado consumado e sete tentativas de homicídio, ocorridos em Curitiba em maio de 2022, foi dissolvido ontem, quinta-feira, 10, por decisão do Juízo da 1ª Vara de Crimes Dolosos contra a Vida de Curitiba, após um evento ocorrido no interior da carceragem, envolvendo o réu, que foi atendido por bombeiro civil do Tribunal do Júri e depois pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Após o atendimento, ficou constatado que “(…) o réu não apresentava lesões no pescoço e seus sinais estavam normais, sendo possível o retorno à unidade prisional de origem sem a necessidade de atendimento hospitalar (…)”, de acordo com o boletim de ocorrência elaborado pela Polícia Militar.

O Ministério Público do Paraná, por meio do Promotor de Justiça que atua no caso e sua respectiva equipe, procurou, de pronto, depois de observar que a situação na carceragem se mostrava controlada, prestar atendimento a uma das vítimas do caso, que acompanhava a sessão de julgamento, bem como à testemunha que prestava depoimento no momento do ocorrido.

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Foi determinada a instauração de inquérito policial para apurar o ocorrido e o Ministério Público requereu avaliação psiquiátrica do acusado por médicos do Complexo Médico Penal, onde ele se encontra custodiado, a fim de subsidiar a apuração.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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