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Paraná

Governo do Estado investe R$ 3 milhões na saúde de Rosário do Ivaí e Marumbi

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A região do Vale do Ivaí,  no Norte do Paraná, receberá um pacote de investimentos de R$ 3 milhões para fortalecer a saúde da região. Os recursos contemplam os municípios de Rosário do Ivaí e Marumbi, com foco na modernização de equipamentos hospitalares e na ampliação da rede de reabilitação.

“O Governo do Paraná segue trabalhando para descentralizar e ampliar o acesso à saúde em todas as regiões do Estado. Esses investimentos representam dignidade e mais qualidade no atendimento à população do Vale do Ivaí”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto

Para Rosário do Ivaí, foram destinados R$ 1,7 milhão para o hospital municipal, valor que será aplicado na aquisição de novos equipamentos, incluindo um aparelho de Raio-X. 

O prefeito de Rosário do Ivaí, César do Anizio, ressaltou a importância da conquista para o município. “O novo Raio-X e os equipamentos que serão adquiridos vão melhorar muito a estrutura do nosso hospital municipal, trazendo mais agilidade e eficiência no atendimento da nossa comunidade.”

O município de Marumbi foi agraciado com a construção de uma clínica de fisioterapia no valor de R$ 1,3 milhão. Com estrutura de aproximadamente 350 m², o espaço terá salão para cinesioterapia e mecanoterapia, jardim sensorial e área para prática das Atividades da Vida Diária (AVD), garantindo atendimento especializado e mais próximo da população que necessita de reabilitação.

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“Essa é uma grande vitória para Marumbi. A nova estrutura vai atender quem precisa de reabilitação física sem que a população precise se deslocar para outros municípios. É mais qualidade de vida e cuidado para os nossos moradores”, comemorou a prefeita do município, Elaine Ferreira. 

PRESENÇAS – Participaram do eventos o deputado estadual Soldado Adriano, além de lideranças da região e vereadores.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá realiza primeira conexão do Moegão com terminal privado

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O terminal da ALTP, consórcio formado pela Louis Dreyfus Company e pela Amaggi, responsável pelo PAR 25, é o primeiro a se conectar ao complexo Moegão, no Porto de Paranaguá. A operação foi realizada na manhã deste domingo (11) e exigiu o bloqueio da Avenida Portuária, além do envolvimento de dezenas de profissionais.

O Moegão é a maior obra pública do setor portuário em execução no Brasil e a maior do Paraná, com investimento de cerca de R$ 700 milhões. O projeto reúne características inéditas na engenharia ferroviária e portuária ao centralizar, em um único local, o recebimento de granéis vegetais transportados por trens para posterior embarque em navios.

“Estamos revolucionando o modo de receber as cargas que serão exportadas para o mundo todo”, afirma Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná. “O Moegão, aliado ao novo Píer em T e ao aumento do calado operacional, que permitirá a operação de navios ainda maiores, ampliará consideravelmente a competitividade do nosso porto”, destaca.

Para erguer a estrutura metálica de 55 metros de comprimento e cerca de 35 toneladas, foi necessário utilizar um superguindaste com capacidade para elevar até 600 toneladas a uma altura máxima de 48 metros. Dezenas de profissionais participaram da operação, que durou cerca de 2 horas.

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A estrutura agora está conectada à galeria central do Moegão, que se estende por 1,7 quilômetro e abriga mais de 4 mil metros de correias transportadoras. As esteiras serão responsáveis por transportar os produtos descarregados dos vagões até os terminais.

Até outubro de 2027, os 11 terminais do Corredor de Exportação Leste do Porto de Paranaguá deverão integrar suas estruturas ao sistema.

ELEVAR O POTENCIAL – Quando entrar em funcionamento, o Moegão elevará o potencial de recebimento de grãos e farelos por ferrovia no Porto de Paranaguá, que poderá movimentar até 24 milhões de toneladas por ano. Atualmente, a capacidade de recebimento pelo modal ferroviário é de pouco mais de 5 milhões de toneladas. O ganho de eficiência operacional será de 63%.

A obra foi projetada para atender à ampliação da Ferroeste, que terá um de seus ramais partindo do Mato Grosso do Sul, e à reestruturação da Malha Sul.

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TRÊS LINHAS FÉRREAS – O complexo conta com três linhas férreas independentes e poderá receber até 180 vagões de uma só vez, com o esvaziamento simultâneo de três vagões em cada linha. A capacidade será de 900 vagões descarregados a cada 24 horas. Atualmente, são cerca de 550 por dia.

Atualmente, a recepção de grãos e farelos por ferrovia não é centralizada. Os vagões são direcionados aos terminais, o que exige manobras das composições. Essa operação, por vezes, interrompe o trânsito nas ruas da região portuária por mais de 40 minutos.

Com a centralização das operações e sem a necessidade de divisão das composições, o número de passagens de nível — pontos em que os trilhos cruzam as ruas — será reduzido de 16 para cinco. Com isso, a interrupção do trânsito ficará restrita ao tempo necessário para a passagem do trem, estimado, em média, entre 10 e 15

Fonte: Governo PR

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