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Paraná

Governo do Estado fecha 2025 com 22 novos parques urbanos entregues à população

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O Governo do Estado, por meio do Instituto Água e Terra (IAT), fecha 2025 com 22 novos parques urbanos finalizados. Os municípios beneficiados pelo programa de recuperação ambiental neste ano foram Porto Amazonas, Lapa, Assis Chateaubriand, Lunardelli, Mirador, Nova Tebas, Jaguariaíva, Planaltina do Paraná, Paiçandu, Jataizinho, Terra Roxa, Boa Esperança, Campo Mourão, Cruzeiro do Sul, Marechal Cândido Rondon, Pérola, Santa Mariana, Ipiranga, Mariluz, Ivaté, Astorga e Florestópolis. O investimento alcançou R$ 43,2 milhões. 

Ao todo, o projeto, que completou seis anos neste mês, tem 51 espaços finalizados no Paraná. A proposta é uma parceria entre Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest), IAT e prefeituras, e incentiva a criação de parques em regiões de fundo de vale ou áreas com ações erosivas. Uma das características comuns às áreas de fundo de vale é a presença de recursos hídricos, o que aponta para a existência de Áreas de Preservação Permanente Ecológica (APP).

“As mudanças já são claras: áreas antes marcadas por erosão, assoreamento e descarte irregular foram recuperadas e deram lugar a parques modernos e áreas verdes revitalizadas. Além de melhorar o meio ambiente, esses espaços trazem benefícios sociais, oferecendo lazer, convivência e bem-estar à população”, explica a chefe de Divisão do Setor de Projetos Especiais da Diretoria de Saneamento Ambiental e Recursos Hídricos do IAT, Melissa Assis Teixeira.

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PARQUES URBANOS – O programa foi criado com o propósito de unir desenvolvimento ambiental, econômico e social, promovendo consciência ambiental e fortalecendo a qualidade de vida nos municípios do Estado. Desde sua criação, em 2019, foram firmados 74 convênios, com investimento de R$ 120 milhões, entre recursos do Governo do Estado e de prefeituras parceiras.

A iniciativa prevê também a instalação de colmeias de abelhas sem ferrão, por meio do projeto Poliniza Paraná, para auxiliar na conservação de espécies nativas e para complementar as ações de educação ambiental dos locais. Desde 2021 é obrigatório a inclusão da proposta de polinização em todos os espaços concebidos como parques urbanos pelo IAT.

“Iniciativas como hortas urbanas, jardim dos sentidos e os meliponários do Poliniza Paraná reforçam o caráter educativo e comunitário dos parques urbanos”, destaca Melissa.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Guairão lota no primeiro dia do Festival Gershwin da Orquestra Sinfônica do Paraná

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A Orquestra Sinfônica do Paraná (OSP) lotou o Guairão nesta quinta-feira (16), com mais de 1.700 pessoas no primeiro concerto da Série Ouro “Festival Gershwin!” homenageando o legado de George Gershwin (1898–1937), um dos grandes nomes da música norte-americana do século XX. A próxima apresentação acontece neste domingo, 19 de abril, às 10h30. Os últimos ingressos ainda disponíveis podem ser adquiridos no site DiskIngressos e também na bilheteria do Centro Cultural Teatro Guaíra.

O concerto, sob a regência do diretor musical e maestro titular Roberto Tibiriçá, conta com a participação especial do pianista convidado Fabio Martino. “É um programa que mistura sofisticação e comunicação direta, com uma música que emociona tanto pela sua construção quanto pela sua espontaneidade. Mas acima de tudo, é uma celebração da genialidade de Gershwin e da capacidade da música de atravessar estilos e falar com todos”, comentou Martino.

No programa apresentado nesta quinta, a Orquestra abriu o concerto com a icônica “Porgy and Bess: A Symphonic Picture”, um arranjo orquestral de Robert Russell Bennett, amigo e colaborador de Gershwin. A ópera “Porgy and Bess” (1935), considerada como a primeira grande ópera dos Estados Unidos, foi concebida como uma “ópera folclórica americana”, retratando a comunidade afro-americana na fictícia localidade de Catfish Row, em Charleston, na Carolina do Sul.

Na segunda parte do concerto, a Orquestra executou junto com o pianista convidado a famosa peça “Rhapsody in Blue”, para piano e orquestra, composta em 1924 , uma obra marcada pela fusão de ritmos sincopados de jazz com uma linguagem melódica de grande fôlego, considerada uma das mais icônicas declarações da identidade musical norte-americana. E a última peça trazida pela Orquestra  foi o Concerto em Fá, composta por Gershwin em 1925, uma obra que une o jazz e a música clássica, com ritmos vibrantes e melodias inspiradas no blues.

Para o público que acompanhou o concerto, foi uma oportunidade de conhecer um pouco mais a obra do compositor norte-americano. Os estudantes universitários Sabrina de Sá De Freitas Paz , Ana Luiza Silva e Eduardo Nascimento foram pela primeira vez ao concerto da Orquestra Sinfônica do Paraná.

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“Fui pesquisar no Instagram do Teatro Guaíra, vi as informações sobre o compositor e fiquei muito curiosa. Sempre venho assistir o balé, mas achei  tão interessante a obra desse autor e decidi conhecer também o trabalho da orquestra” comentou Sabrina.

“Primeira vez que vim e foi uma experiência muito boa, pesquisei também sobre o autor, vi essa ligação com o jazz e gostei muito”  disse Eduardo. “Adorei a experiência, foi a primeira vez que vim assistir a orquestra e achei incrível a diversidade de instrumentos”, comentou Ana Luiza.

Marcia Lode, consultora de softwares, é  frequentadora assídua e ainda não conhecia o trabalho do compositor norte-americano  “Quando a Orquestra Sinfônica vai tocar estou sempre presente, mas eu ainda não tinha visto o concerto com obras deste compositor, achei lindo, principalmente a segunda parte do concerto com o piano, foi fantástico e o pianista maravilhoso”, elogiou.  

Já para o economista aposentado Persio Leonardo de Oliveira e Silva, a obra de Gershwin era uma antiga conhecida e foi uma forma de rever a peça de um compositor que tanto admira. “Vir aqui e assistir Rhapsody in blue não tem como não se emocionar. Nunca perco a oportunidade de acompanhar a orquestra que é sempre tão impressionante. E o pianista achei que foi uma apresentação espetacular”.   

SOBRE GEORGE GERSHWIN – Considerado um dos grandes compositores do século XX, George Gershwin ganhou notoriedade ao aproximar dois universos musicais que pareciam distintos: o da música clássica e o do jazz. De ascendência russa e origem humilde, nascido e criado no bairro do Brooklyn, em Nova Iorque, começou tardiamente no meio musical mas revelou rapidamente um talento extraordinário como pianista e improvisador, escrevendo cerca de 500 músicas.

Conquistou sucesso na Broadway compondo canções populares, muitas delas em parceria com seu irmão, Ira Gershwin. O compositor morreu precocemente, aos 38 anos, em decorrência de um tumor no cérebro, mas deixou um legado duradouro, celebrando a diversidade cultural e ampliando as possibilidades da música de concerto.

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ORQUESTRA SINFÔNICA DO PARANÁ – Desde sua fundação, em 28 de maio de 1985, a Orquestra Sinfônica do Paraná (OSP) vem construindo, há quatro décadas, uma trajetória marcada pelo talento e dedicação à música, se consolidando como a primeira e maior orquestra pública do Estado do Paraná.

Iniciou suas atividades com 61 músicos selecionados por concurso nacional e sob a batuta do maestro Alceo Bocchino, seu primeiro maestro titular, e Osvaldo Colarusso, maestro assistente. Hoje conta com 73 músicos – e ampliou seu repertório, alcançando um vasto acervo de aproximadamente 900 obras de 250 compositores, incluindo grandes nomes da música, como Heitor Villa-Lobos, Camargo Guarnieri e Henrique Morozowicz.

Com mais de 1.000 apresentações dentro e fora do Paraná, a OSP tem um histórico de colaborações com corpos artísticos do Teatro Guaíra, incluindo montagens de ballets como “O Quebra-Nozes” e “O Lago dos Cisnes”, de Tchaikovsky, e óperas como “Carmen”, “La Traviata”, “Fausto” e “Aída”.

ROBERTO TIBIRIÇÁ – A Orquestra Sinfônica do Paraná segue sob a batuta do maestro Roberto Tibiriçá, regente titular desde 2022. Com uma carreira consolidada no Brasil e no Exterior, ele já esteve à frente de importantes orquestras, incluindo a Orquestra Sinfônica Brasileira, a Orquestra Petrobras Sinfônica e a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais.

Recebeu prêmios como o Carlos Gomes de Melhor Regente Sinfônico e a Ordem do Ipiranga, a mais alta honraria do Estado de São Paulo. Em 2024, o maestro foi agraciado com o título de Notório Saber pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), tornando-se Doutor em Música.

Serviço:

Concerto da Orquestra Sinfônica do Paraná – Série Ouro 2 – Festival Gershwin

Data: 19 de abril, domingo

Horário: 10h30 (lugares livres)

Local: Teatro Guaíra – Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão) | R. Conselheiro Laurindo, 175, Centro, Curitiba

Classificação etária: 6 anos

Ingressos: R$ 20 (inteira) | R$ 10 (meia-entrada)
Vendas no site DiskIngressos e na bilheteria do Teatro Guaíra

Programa:

Suite “Porgy & Bess” (Orq. Russel Bennet) – 20’

Rhapsody in Blue – 20’ (pianista solista: Fábio Martino)

Concerto em Fá – 35’ (pianista solista: Fábio Martino).

Fonte: Governo PR

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