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Economia

Governo adia para 6 de novembro megaleilão do pré-sal

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Por Laís Lis, G1 — Brasília

O governo federal adiou para 6 de novembro a data do megaleilão do petróleo do pré-sal. A data consta da proposta de edital do leilão, publicada nesta quinta-feira (13) pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) no “Diário Oficial da União”.

Em fevereiro, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), presidido pelo ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, havia informado que o leilão ocorreria em 28 de outubro.

A expectativa é que o leilão renda R$ 106,5 bilhões aos cofres da União. No leilão, será vendido o excedente de petróleo da chamada “cessão onerosa”.

Em 2010, a União e a Petrobras assinaram um acordo que permitiu à estatal explorar 5 bilhões de barris de petróleo na Bacia de Santos (SP). À época, a Petrobras pagou R$ 74,8 bilhões.

A estimativa do governo federal, porém, é que a área pode render mais 6 bilhões de barris e, diante disso, a União fará um megaleilão do volume excedente.

Autorização do Congresso

Depois de anunciar o acordo com a Petrobras que permite a realização do leilão, o governo informou que precisará de autorização do Congresso Nacional para pagar cerca de R$ 33 bilhões à Petrobras.

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Essa autorização é necessária porque o pagamento faria a União descumprir a regra do teto de gastos.

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Operação ‘Tô de Olho na Folia’ detecta 942 irregularidades após fiscalização de produtos comercializados no Carnaval

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Realizada nesta sexta-feira (13), a “Operação Tô de Olho – Na Folia” fiscalizou 23,5 mil produtos de 64 estabelecimentos comerciais, como distribuidoras de bebidas, tabacarias e farmácias, em Salvador (BA), São Paulo (SP) e no Distrito Federal (DF) com o objetivo de orientar e reforçar a segurança dos produtos vendidos no carnaval.

Ao todo, a ação identificou 942 irregularidades, resultando em 126 apreensões, 124 inutilizações e uma interdição. Seis estabelecimentos foram autuados.

Coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) por meio da Secretaria de Competitividade e Política Regulatória (SCPR), a ação foi realizada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). Ela também contou com o apoio dos órgãos delegados da Rede Brasileira de Metrologia Legal e Qualidade (RBMLQ-I), Vigilâncias Sanitárias estaduais e municipais, da Polícia Federal e das forças policiais locais.

 

O que foi fiscalizado

Com o foco em produtos com grande circulação no período carnavalesco, as equipes verificaram a regularidade de produtos e realizaram atividades educativas para comerciantes e consumidores, com o objetivo de prevenir irregularidades e ampliar a conscientização sobre a importância da conformidade.

  • Inmetro: Fiscalizou fantasias, adereços (tiaras, óculos e máscaras), brinquedos e preservativos. Após vistoriar 12.514 produtos em 40 estabelecimentos de SP e DF, detectou 225 irregularidades e realizou 76 apreensões.
  • Anvisa: Focou na fiscalização e orientação sobre bebidas alcoólicas e cosméticos, como pomadas e pastas para modelar cabelos. Foram inspecionados 1.035 produtos em 35 estabelecimentos da BA e do DF, resultando em 556 reprovações, 13 apreensões, uma interdição e quatro multas a empreendimentos.
  • Mapa: Por meio do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (DIPOV), atuou no combate a fraudes em bebidas, retirando do comércio produtos impróprios ao consumo que estavam com rótulo irregular, sem registro no MAPA, sem comprovação de procedência e com indícios de falsificação. Após a fiscalização de cerca de 10 mil produtos em dois estabelecimentos do DF, as equipes reprovaram 161 produtos, apreenderam 37 litros e inutilizaram 124 litros de bebidas. Dois estabelecimentos foram autuados.
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Os dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs), conhecidos como vapes, também foram alvo da fiscalização por terem comercialização proibida.

Operação Integrada

Além do caráter fiscalizatório, a operação reforçou a orientação como instrumento essencial de proteção. Comerciantes receberam esclarecimentos sobre os requisitos legais e técnicos aplicáveis a cada categoria de produto. O secretário de Competitividade e Política Regulatória do MDIC, Pedro Ivo Sebba Ramalho, acompanhou a ação em Brasília. (Incluir vídeo da ação)

Orientações ao consumidor

●      Verificar a presença do selo de identificação da conformidade do Inmetro nos produtos que exigem certificação compulsória, como brinquedos e preservativos masculinos;

●      Conferir as informações obrigatórias nas embalagens e etiquetas, incluindo identificação do fabricante ou importador, composição, instruções de uso e prazo de validade;

●      Certificar-se de que produtos sujeitos à vigilância sanitária, como cosméticos e preservativos, estejam devidamente regularizados junto à Anvisa;

●      Observar condições adequadas de armazenamento e exposição;

●      Verificar o registro de bebidas junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária;

●      Evitar a compra de produtos sem identificação clara ou cuja comercialização seja proibida no país, como os dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs).

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A ação integra o Plano de Ação 2025-2026 da Estratégia Nacional de Infraestrutura da Qualidade (ENIQ), lançada pelo Conmetro, e reforça o modelo de atuação coordenada entre diferentes órgãos para ampliar a efetividade da vigilância de mercado.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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