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Paraná

Governador nomeia Procurador de Justiça Cláudio Franco Felix para o cargo de Desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná

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O Governador do Estado do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, nomeou nesta segunda-feira, 23 de março, o Procurador de Justiça Cláudio Franco Felix, do Ministério Público do Paraná, para o cargo de Desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR). Ele ocupará a vaga em observância ao quinto constitucional. A lista tríplice formada pelo Pleno do TJPR incluía ainda o Promotor de Justiça Régis Rogério Vicente e o Procurador de Justiça Mateus Eduardo Siqueira Nunes Bertoncini. 

Carreira –  Atualmente Subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Administrativos, Cláudio Franco Felix ingressou no MPPR em 1996. Atuou como promotor substituto em Curitiba e outras cinco comarcas. Promovido em 1997, passou por Capitão Leônidas Marques e Formosa do Oeste. Em 1998, na entrância intermediária, trabalhou em Loanda, Laranjeiras do Sul e Guarapuava. Em 2002, alcançou a entrância final em Cascavel, sendo removido para Curitiba em 2003, onde propôs a criação da Promotoria de Inquéritos Policiais e representou o MP no Conselho da Polícia Civil. Entre 2004 e 2007, atuou na Promotoria de Investigações Criminais (PIC), atual Gaeco, e, em seguida, integrou por duas gestões a assessoria da Corregedoria-Geral. Em 2013, chefiou o Núcleo de Inteligência, acumulando a coordenação do Núcleo de Apoio Técnico Especializado. Presidiu a Associação Paranaense do Ministério Público nos biênios 2015/2017 e 2017/2019. Em 2019, integrou o Grupo de Atuação Especializada no Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf) e em 2022 tornou-se titular da 4ª Promotoria de Proteção ao Patrimônio Público de Curitiba. Em 2025 foi promovido ao cargo de Procurador de Justiça.

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A nomeação foi assinada pelo Governador no decreto nº 13.052/2026. A data da cerimônia de posse do novo Desembargador deve ser anunciada pelo TJPR nos próximos dias.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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Porto de Paranaguá realiza primeira conexão do Moegão com terminal privado

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O terminal da ALTP, consórcio formado pela Louis Dreyfus Company e pela Amaggi, responsável pelo PAR 25, é o primeiro a se conectar ao complexo Moegão, no Porto de Paranaguá. A operação foi realizada na manhã deste domingo (11) e exigiu o bloqueio da Avenida Portuária, além do envolvimento de dezenas de profissionais.

O Moegão é a maior obra pública do setor portuário em execução no Brasil e a maior do Paraná, com investimento de cerca de R$ 700 milhões. O projeto reúne características inéditas na engenharia ferroviária e portuária ao centralizar, em um único local, o recebimento de granéis vegetais transportados por trens para posterior embarque em navios.

“Estamos revolucionando o modo de receber as cargas que serão exportadas para o mundo todo”, afirma Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná. “O Moegão, aliado ao novo Píer em T e ao aumento do calado operacional, que permitirá a operação de navios ainda maiores, ampliará consideravelmente a competitividade do nosso porto”, destaca.

Para erguer a estrutura metálica de 55 metros de comprimento e cerca de 35 toneladas, foi necessário utilizar um superguindaste com capacidade para elevar até 600 toneladas a uma altura máxima de 48 metros. Dezenas de profissionais participaram da operação, que durou cerca de 2 horas.

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A estrutura agora está conectada à galeria central do Moegão, que se estende por 1,7 quilômetro e abriga mais de 4 mil metros de correias transportadoras. As esteiras serão responsáveis por transportar os produtos descarregados dos vagões até os terminais.

Até outubro de 2027, os 11 terminais do Corredor de Exportação Leste do Porto de Paranaguá deverão integrar suas estruturas ao sistema.

ELEVAR O POTENCIAL – Quando entrar em funcionamento, o Moegão elevará o potencial de recebimento de grãos e farelos por ferrovia no Porto de Paranaguá, que poderá movimentar até 24 milhões de toneladas por ano. Atualmente, a capacidade de recebimento pelo modal ferroviário é de pouco mais de 5 milhões de toneladas. O ganho de eficiência operacional será de 63%.

A obra foi projetada para atender à ampliação da Ferroeste, que terá um de seus ramais partindo do Mato Grosso do Sul, e à reestruturação da Malha Sul.

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TRÊS LINHAS FÉRREAS – O complexo conta com três linhas férreas independentes e poderá receber até 180 vagões de uma só vez, com o esvaziamento simultâneo de três vagões em cada linha. A capacidade será de 900 vagões descarregados a cada 24 horas. Atualmente, são cerca de 550 por dia.

Atualmente, a recepção de grãos e farelos por ferrovia não é centralizada. Os vagões são direcionados aos terminais, o que exige manobras das composições. Essa operação, por vezes, interrompe o trânsito nas ruas da região portuária por mais de 40 minutos.

Com a centralização das operações e sem a necessidade de divisão das composições, o número de passagens de nível — pontos em que os trilhos cruzam as ruas — será reduzido de 16 para cinco. Com isso, a interrupção do trânsito ficará restrita ao tempo necessário para a passagem do trem, estimado, em média, entre 10 e 15

Fonte: Governo PR

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