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Gaeco denuncia quatro pessoas por formação de milícia para praticar crimes contra comunidade cigana em Curitiba

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O Ministério Público do Paraná, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu no dia 29 de abril denúncia criminal contra quatro pessoas que fingiam ser policiais para praticar crimes contra uma comunidade cigana da capital. A denúncia foi recebida pela 7ª Vara Criminal da Região Metropolitana de Curitiba.

Conforme as investigações da Operação Nômade, os denunciados constituíram, organizaram e integraram grupo criminoso, com a finalidade específica de praticar crimes diversos, como extorsão, lesão corporal, ameaça, dano, disparos de arma de fogo, incêndio, entre outros, contra integrantes da comunidade cigana. Um dos denunciados usava cartões pessoais com o símbolo da polícia civil e exercia o comando coletivo do grupo criminoso, coordenando as ações dos demais integrantes – membros de sua família que o auxiliavam.

Os denunciados se valiam também de armas de fogo, rádios comunicadores, rastreador, carteira de detetive, além de um veículo similar a uma viatura da polícia civil, a fim de intimidar as vítimas a não relatarem às autoridades públicas as ações do grupo criminoso.

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Além da condenação dos réus, a denúncia requer, em relação a todos os denunciados, reparação de danos resultantes do crime, no importe mínimo de R$ 200 mil, a ser pago a título de dano material e moral para as vítimas.

Processo: 0006284-32.2021.8.16.0013 (sob sigilo)

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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Ministério Público do Paraná esclarece sobre interrupção de sessão do Tribunal do Júri de Curitiba ocorrida nesta quinta-feira, 10 de setembro

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A respeito dos fatos ocorridos nesta quinta-feira, 10 de setembro, em sessão do Tribunal do Júri realizada em Curitiba (Autos 0001590-19.2022.8.16.0196), o Ministério Público do Paraná informa:

O Conselho de Sentença, que atuava desde quarta-feira, 9 de setembro, na sessão de julgamento de um acusado pelos crimes de homicídio qualificado consumado e sete tentativas de homicídio, ocorridos em Curitiba em maio de 2022, foi dissolvido ontem, quinta-feira, 10, por decisão do Juízo da 1ª Vara de Crimes Dolosos contra a Vida de Curitiba, após um evento ocorrido no interior da carceragem, envolvendo o réu, que foi atendido por bombeiro civil do Tribunal do Júri e depois pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Após o atendimento, ficou constatado que “(…) o réu não apresentava lesões no pescoço e seus sinais estavam normais, sendo possível o retorno à unidade prisional de origem sem a necessidade de atendimento hospitalar (…)”, de acordo com o boletim de ocorrência elaborado pela Polícia Militar.

O Ministério Público do Paraná, por meio do Promotor de Justiça que atua no caso e sua respectiva equipe, procurou, de pronto, depois de observar que a situação na carceragem se mostrava controlada, prestar atendimento a uma das vítimas do caso, que acompanhava a sessão de julgamento, bem como à testemunha que prestava depoimento no momento do ocorrido.

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Foi determinada a instauração de inquérito policial para apurar o ocorrido e o Ministério Público requereu avaliação psiquiátrica do acusado por médicos do Complexo Médico Penal, onde ele se encontra custodiado, a fim de subsidiar a apuração.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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