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Gaeco de Londrina deflagra segunda fase da Operação Off Label, que apura crimes relacionados ao comércio ilegal de remédios para emagrecimento

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O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo Regional de Londrina (Norte Central do estado) do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) deflagrou na manhã desta quinta-feira, 12 de março, a segunda fase da Operação Off Label, que apura possíveis crimes relacionados ao comércio ilegal de medicamentos para emagrecimento proibidos no Brasil. Entre os investigados estão dois policiais civis: um afastado das funções e outro aposentado. A ação contou com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência do MP do Rio de Janeiro, da Polícia Civil de Londrina e da Corregedoria-Geral da Polícia Civil.

Áudio do Delegado de Polícia Ricardo Jorge Rocha Pereira Filho, que atua no Gaeco de Londrina

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Também foram cumpridos mandados de prisão contra outro policial, aposentado (em Cascavel), e um suspeito de Foz do Iguaçu. Além disso, houve cumprimento de ordens de busca e apreensão em sete endereços residenciais de Londrina, Foz do Iguaçu, Cascavel e Rio de Janeiro.

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Diligência falsa – O inquérito policial foi instaurado no início do ano, após a localização no interior de um ônibus intermunicipal, em 27 de janeiro, de um pacote contendo aproximadamente 100 ampolas do remédio Tirzepatida, de procedência ignorada. O uso do medicamento é proibido no Brasil por resoluções da Anvisa.

Conforme apurado, no dia seguinte à localização do material, o policial afastado investigado teria usado sua arma de fogo e distintivo falso para coagir funcionários da empresa de transporte. Sob o pretexto de realizar uma diligência oficial, ele teria subtraído o material ilícito que havia sido retido pela empresa, avaliado em aproximadamente R$ 70 mil em valor de mercado.

Nova etapa – Na 1ª fase da operação, deflagrada em 6 de fevereiro, foram cumpridos diversos mandados de busca e apreensão, e duas pessoas foram presas – entre elas, o policial civil de Londrina, afastado das funções, detido desde então pela prática dos crimes de roubo majorado por concurso de pessoas e uso de arma de fogo e distribuição e venda ilegal de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais.

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As buscas desta segunda etapa visam à apreensão de medicamentos de origem estrangeira, drogas ilícitas e valores em espécie, além de dispositivos eletrônicos e documentos que possam comprovar a materialidade e a autoria dos delitos sob investigação.

Notícia anterior:

06/02/2026 – Gaeco de Londrina cumpre mandados de prisão e de busca e apreensão em apuração sobre comércio ilegal de medicamentos e associação criminosa

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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Pagamento de pensão alimentícia por Pix está entre os temas da semana

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O MP Responde desta semana traz duas questões relacionadas ao pagamento de pensão alimentícia: a novidade do Pix-pensão e quem deve receber o pagamento em nome de um adolescente. Quem esclarece as dúvidas é o Promotor de Justiça Otávio Guizzo Duncan Couto, do Ministério Público do Paraná. Confira:

– Vi que aprovaram o Pix-pensão. Como funciona e como faço para pedir que o pai do meu filho pague a pensão por Pix?

– Tenho 17 anos, e meu pai paga pensão, mas o dinheiro vai todo pra minha mãe. Não sou eu quem deveria receber o dinheiro?

Serviço à população – O MP Responde tem o formato de spot com até um minuto e meio de duração, nos quais procuradores e promotores de Justiça respondem perguntas relacionadas ao trabalho do Ministério Público e a assuntos jurídicos.

Os spots podem ser veiculados gratuitamente por qualquer rádio interessada. As perguntas são baseadas em questões da comunidade que chegam ao MPPR, e também é possível sugerir temas. Os contatos são o e-mail: [email protected] ou nossas redes sociais, no perfil @mpparana.

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Podcasts – Os programas de rádio do MPPR também são disponibilizados nas plataformas Spotify e Apple.

Edições anteriores:

– A prefeitura da minha cidade joga lixo num lixão a céu aberto, cheio de urubus e chorume. O Ministério Público pode ajudar a resolver essa situação?

– Moro perto de plantações onde às vezes um trator joga veneno, e o cheiro chega nas casas. Há um limite de distância para aplicação de agrotóxicos?

– Alguém que tem pais separados e não recebe nenhuma atenção de um deles pode denunciar por abandono afetivo?

– Quais podem ser as consequências legais para alguém que comete o chamado “abandono afetivo” em relação a um filho?

– Meu filho estava brincando num joguinho em um site para crianças, e apareceu propaganda de uma casa de apostas. Isso não é proibido?

– Um influenciador posta numa rede social vídeos de agressões e humilhações contra adolescentes. Ele pode ser denunciado?

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Fonte: Ministério Público PR

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