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Fórum ABMRA de Comunicação apresenta perfil atualizado do produtor rural durante a Show Rural Coopavel

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Show Rural Coopavel recebe encontro sobre comunicação e comportamento no campo

A Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro (ABMRA) promove, no dia 11 de fevereiro, o Fórum ABMRA de Comunicação, um dos principais encontros sobre tendências e dados estratégicos do agronegócio brasileiro.

O evento ocorre das 14h às 16h, no Auditório Principal – Térreo do prédio Paraná Cooperativa, durante o Show Rural Coopavel, em Cascavel (PR).

O fórum reunirá especialistas e lideranças do setor para apresentar dados inéditos sobre o perfil e os hábitos do produtor rural brasileiro, com foco especial nas mudanças na comunicação do agro diante do avanço da Inteligência Artificial (IA).

Mudanças no perfil do produtor e novos canais de comunicação

O encontro abordará os novos comportamentos do agricultor brasileiro, a evolução dos canais de informação e relacionamento no campo, os principais desafios nas propriedades rurais e as oportunidades que a comunicação estratégica pode gerar.

Entre os temas em destaque, estão também os riscos e as possibilidades do uso da Inteligência Artificial aplicada ao marketing e à comunicação no agronegócio.

Pesquisa ABMRA revela panorama detalhado do produtor rural

Os conteúdos apresentados têm como base a 9ª Pesquisa ABMRA Hábitos do Produtor Rural, divulgada em dezembro de 2025.

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Considerada o maior estudo sobre o comportamento do produtor rural no Brasil, a pesquisa contou com 3.100 entrevistas presenciais em 16 estados, abrangendo 14 culturas agrícolas, quatro tipos de rebanhos e 280 perguntas sobre práticas, hábitos e percepções dos produtores.

A coleta e análise dos dados foram realizadas pela S&P Global, referência internacional em inteligência de mercado.

Participação de especialistas em Inteligência Artificial

Entre os convidados, estará Rodrigo Neves, presidente da Associação Nacional do Mercado e Indústria Digital (AnaMid) e um dos principais nomes no uso da Inteligência Artificial aplicada à comunicação e aos negócios.

O especialista trará uma visão prática sobre como a IA pode transformar a interação entre marcas e produtores rurais, otimizando resultados e fortalecendo o relacionamento com o público do campo.

ABMRA reforça compromisso com boas práticas de marketing no agro

De acordo com Ricardo Nicodemos, presidente da ABMRA, a presença da entidade na Show Rural Coopavel demonstra o compromisso com a disseminação de conhecimento e boas práticas de comunicação no agronegócio.

“A ABMRA participa ativamente da Show Rural Coopavel ao levar uma visão atualizada sobre o uso do mix de comunicação e as oportunidades e desafios que a Inteligência Artificial traz para o marketing”, destaca Nicodemos.

Destaques regionais: perfil do produtor paranaense

Durante o fórum, também serão apresentados recortes regionais da pesquisa, com destaque para o perfil do produtor rural do Paraná.

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Entre os dados estão idade média, escolaridade, desafios cotidianos, perspectivas para o futuro, hábitos de consumo de mídia, uso de redes sociais, conectividade no campo, adoção de tecnologias e gestão da propriedade.

O levantamento ainda traz informações sobre financiamento, comercialização da produção, percepção sobre mudanças climáticas e a crescente participação da mulher no agronegócio.

Parcerias e apoio institucional

A edição do Fórum ABMRA de Comunicação no Paraná conta com o apoio institucional da Show Rural Coopavel e parcerias estratégicas de diversas entidades representativas do setor, como:

AJAP, ABAP, AnaMid, APP, CENP, Sinapro Paraná, SRB e Shop Brasil.

forum-abmra-de-comunicacao

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita do café chega a 84% apesar do atraso provocado pelo clima

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A colheita da safra brasileira de café chegou a 84% da produção estimada, mas está atrasada em relação aos anos anteriores. Em igual período de 2025, 94% do volume já havia sido retirado das lavouras. A média dos últimos cinco anos para esta época é de 90%. O avanço foi de seis pontos porcentuais em uma semana, favorecido pelo retorno do tempo seco às principais regiões produtoras.

O atraso está concentrado no café arábica, que representa a maior parte da produção de Minas Gerais. A colheita da variedade alcançou 77%, ante 91% no mesmo período do ano passado e média histórica de 85%.

No caso do canéfora, grupo que reúne conilon e robusta, os trabalhos estão praticamente concluídos. A colheita atingiu 99%, resultado semelhante ao de 2025 e ligeiramente superior à média de 98% dos últimos cinco anos.

Minas Gerais concentra a maior parte da produção brasileira de arábica e deverá colher 33,4 milhões de sacas de 60 quilos em 2026, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa praticamente metade das 66,7 milhões de sacas previstas para o País.

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A estimativa mineira é 29,8% superior à da temporada anterior. O aumento foi favorecido pelo ciclo de bienalidade positiva dos cafezais e pelas condições climáticas registradas antes da floração e durante a formação dos grãos.

As chuvas fora de época, porém, prejudicaram a retirada do café das lavouras e a secagem nos terreiros. O excesso de umidade também aumentou a queda de frutos no solo, o que pode comprometer a qualidade de parte dos lotes e reduzir a disponibilidade de cafés de melhor bebida.

O problema atingiu principalmente áreas do Sul de Minas, maior região produtora de arábica do País. O tempo seco dos últimos dias permitiu a retomada dos trabalhos, mas não eliminou o atraso acumulado.

A entrada mais lenta do café novo mantém o mercado atento à oferta brasileira. Os estoques certificados na Bolsa de Nova York permanecem baixos, o que aumenta a reação das cotações a qualquer problema climático ou sinal de perda de qualidade.

A Conab estima que o Brasil produza 45,8 milhões de sacas de arábica em 2026, crescimento de 28% sobre o ano anterior. Para o canéfora, a previsão é de 20,9 milhões de sacas, alta de 0,8%.

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Nas próximas semanas, o produtor deverá concentrar esforços na conclusão da colheita e na secagem dos grãos. Em Minas Gerais, a qualidade dos lotes será decisiva para determinar quanto da safra maior conseguirá alcançar os mercados que pagam mais pelo café.

Fonte: Pensar Agro

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