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Agro

ExpoVizinhos destaca avanços genéticos das raças Hereford e Braford no Paraná

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A ExpoVizinhos, realizada no Parque de Exposições de Dois Vizinhos (PR), evidenciou o avanço genético das raças Hereford e Braford, reunindo exemplares de destaque nas categorias argola e rústico. O evento, organizado pelo Núcleo Força Cara Branca de Hereford e Braford do Sudoeste do Paraná (NFCB), integrou oficialmente o calendário de exposições da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB).

Destaques na categoria Hereford argola

Na categoria Hereford argola, a Cabanha Vento Aragano, de Francisco Beltrão (PR), conquistou os principais títulos tanto entre fêmeas quanto machos Polled Hereford PO.

  • Fêmeas: A terneira campeã e grande campeã foi a tatuagem 037 da Vento Aragano. A Agropecuária São Francisco, de Dois Vizinhos, levou o título de campeã vaquilhona maior com a tatuagem 324.
  • Machos: O exemplar tatuagem 036, da Vento Aragano, foi eleito campeão terneiro e grande campeão.
Braford argola: jovens promessas se destacam

Entre as fêmeas Braford argola, a grande campeã foi a terneira menor tatuagem 0002, da Cabanha Missioneira, de Seara (SC). A Fazenda 2A, de Palmas (PR), conquistou o título de campeã terneira com a tatuagem FIVC030.

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Nos machos, o tatuagem 04, da Fazenda Alvorada, de Água Doce (SC), foi eleito campeão terneiro menor e grande campeão da categoria.

Hereford rústico: evolução genética e produtividade

Na categoria rústico Hereford, a Cabanha Vento Aragano se destacou com a vaca tatuagem 22, eleita melhor vaca adulta e melhor vaca rústica na classe Polled Hereford PO.

Polled Hereford PC: A BGL Florestal e Agropecuária LTDA., de General Carneiro (PR), foi campeã com o lote de vaquilhonas tatuagens 0222, 0923 e 1222. A Fazenda Alto Alegre, também de General Carneiro, conquistou o título de melhor vaquilhona e melhor rústica com a tatuagem 0823.

  • Machos PO: O tatuagem 98, da Agropecuária São Francisco, foi eleito melhor júnior e melhor rústico.
  • Machos PC: O lote campeão terneiro e grande campeão ficou com a BGL Florestal (tatuagens 0222, 0923 e 1222). A Fazenda 2A, de Palmas, venceu nas categorias melhor dois anos e melhor rústico com a tatuagem 3829.
Braford rústico: Palmas brilha no evento

No Braford rústico, a Fazenda Caracarai, de Palmas (PR), conquistou o título de lote campeão terneira e lote grande campeão entre as fêmeas (tatuagens 34, 54 e 57).

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Entre os machos, a Fazenda 2A, de Palmas, ficou com o lote campeão júnior e lote grande campeão (tatuagens FIV34, FIV35 e FIV36). O título de melhor três anos e melhor rústico foi para o exemplar tatuagem I68, da Agropecuária Graminho, de Mangueirinha (PR), enquanto a melhor terneira e melhor rústica ficou com a fêmea tatuagem 104, da Fazenda Caracarai.

Genética de qualidade reforça a pecuária paranaense

A ExpoVizinhos reforçou a qualidade genética e a evolução das raças Hereford e Braford, demonstrando o compromisso de produtores e associações em fortalecer a produção de carne de qualidade no Paraná. O evento também serve como vitrine para técnicas de manejo e seleção genética que aumentam produtividade e sustentabilidade do setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro

Colheita do café chega a 84% apesar do atraso provocado pelo clima

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A colheita da safra brasileira de café chegou a 84% da produção estimada, mas está atrasada em relação aos anos anteriores. Em igual período de 2025, 94% do volume já havia sido retirado das lavouras. A média dos últimos cinco anos para esta época é de 90%. O avanço foi de seis pontos porcentuais em uma semana, favorecido pelo retorno do tempo seco às principais regiões produtoras.

O atraso está concentrado no café arábica, que representa a maior parte da produção de Minas Gerais. A colheita da variedade alcançou 77%, ante 91% no mesmo período do ano passado e média histórica de 85%.

No caso do canéfora, grupo que reúne conilon e robusta, os trabalhos estão praticamente concluídos. A colheita atingiu 99%, resultado semelhante ao de 2025 e ligeiramente superior à média de 98% dos últimos cinco anos.

Minas Gerais concentra a maior parte da produção brasileira de arábica e deverá colher 33,4 milhões de sacas de 60 quilos em 2026, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa praticamente metade das 66,7 milhões de sacas previstas para o País.

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A estimativa mineira é 29,8% superior à da temporada anterior. O aumento foi favorecido pelo ciclo de bienalidade positiva dos cafezais e pelas condições climáticas registradas antes da floração e durante a formação dos grãos.

As chuvas fora de época, porém, prejudicaram a retirada do café das lavouras e a secagem nos terreiros. O excesso de umidade também aumentou a queda de frutos no solo, o que pode comprometer a qualidade de parte dos lotes e reduzir a disponibilidade de cafés de melhor bebida.

O problema atingiu principalmente áreas do Sul de Minas, maior região produtora de arábica do País. O tempo seco dos últimos dias permitiu a retomada dos trabalhos, mas não eliminou o atraso acumulado.

A entrada mais lenta do café novo mantém o mercado atento à oferta brasileira. Os estoques certificados na Bolsa de Nova York permanecem baixos, o que aumenta a reação das cotações a qualquer problema climático ou sinal de perda de qualidade.

A Conab estima que o Brasil produza 45,8 milhões de sacas de arábica em 2026, crescimento de 28% sobre o ano anterior. Para o canéfora, a previsão é de 20,9 milhões de sacas, alta de 0,8%.

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Nas próximas semanas, o produtor deverá concentrar esforços na conclusão da colheita e na secagem dos grãos. Em Minas Gerais, a qualidade dos lotes será decisiva para determinar quanto da safra maior conseguirá alcançar os mercados que pagam mais pelo café.

Fonte: Pensar Agro

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