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Exposição “Matéria e Memória” terá visita guiada e roda de conversa no Museu Casa Alfredo Andersen

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Nos dias 10 e 12 de abril, às 10h, o Museu Casa Alfredo Andersen apresenta ao público duas sessões de uma visita guiada pela mostra “Matéria e Memória”, exposição individual da artista, professora e arquiteta ítalo-brasileira Daniela Marton.

A visitação começará às 10h e será seguida por uma conversa com a autora da exposição e com o curador e professor Luiz Lavalle sobre processos artísticos, arte contemporânea, técnica e experiências pessoais que compõem as obras da mostra.

Em um diálogo sobre duas forças essenciais na arte, o material e o imaterial, a mostra combina elementos da pintura com elementos arquitetônicos e contemporâneos. Através das pinturas, Marton convida os visitantes a explorarem a relação entre suas experimentações físicas e os diferentes sentimentos e contextos subjetivos da artista, como detalhes de paisagens urbanas e até mesmo reflexos do período de isolamento social.

“Matéria e Memória” ficará em cartaz até 17 de maio, com visitação de terça a domingo, das 9h às 12h e das 13h às 16h30, no prédio anexo à Academia Alfredo Andersen, que junto com o museu faz parte do Complexo Alfredo Andersen.

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SERVIÇO

Visita guiada pela exposição “Matéria e Memória”
10 e 12 de abril – 10h
Museu Casa Alfredo Andersen – Mateus Leme, 336 – Curitiba
Entrada gratuita

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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