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Educação

Evento sobre a EJA celebra Dia Nacional da Alfabetização

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Para comemorar o Dia Nacional da Alfabetização, na sexta-feira, 14 de novembro, o Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), realizará uma transmissão com o tema “Alfabetização de jovens, adultos e idosos: práticas, políticas e experiências territoriais”. O evento ocorrerá às 19h (horário de Brasília), pelo canal do MEC no YouTube, e é promovido em parceria com a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e a Cátedra da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) de EJA. A inciativa integra o Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos (Pacto EJA). 

No webinário, o MEC reforçará a necessidade de garantir acesso de toda a população à alfabetização como meio de transformação de vidas e de dignidade. No painel virtual “Dia Nacional da Alfabetização”, haverá o lançamento da revista digital Da Sala da Educação de Jovens e Adultos (EJA) para o Brasil. A publicação reúne experiências exitosas de práticas pedagógicas desenvolvidas por educadores em todo o país, valorizando o protagonismo docente e ampliando a circulação de saberes e metodologias que fortalecem o direito à alfabetização. 

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Com o painel virtual e o lançamento da revista, o MEC reforçará seu compromisso com o direito à alfabetização para todos, em todas as idades, e com a valorização da EJA como política estruturante de equidade educacional, em defesa da democracia, da participação social e da educação como bem público. Além disso, as atividades têm o intuito de fortalecer o debate público sobre a alfabetização de jovens, adultos e idosos, valorizar práticas pedagógicas reais, e promover a integração entre educadores, gestores, universidades e programas federais. 

Participantes – O webinário contará com especialistas, gestores e educadores para refletir sobre os desafios e as potencialidades da alfabetização em diferentes contextos. Entre os participantes estão a diretora de Políticas de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos (Secadi), Ana Lúcia Sanches; o coordenador da Cátedra Unesco de EJA, Timothy Ireland; a coordenadora-geral do Programa de Extensão Formação de Educadores da UFPB, Daniele Dias; a coordenadora pedagógica do Programa de Extensão Formação de Educadores da UFPB, Quezia Vila Flor; e a alfabetizadora convidada Mônica Cruz, que falará sobre sua experiência em sala de aula. A mediação será conduzida pela jornalista Dimítria Coutinho. 

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Dia da Alfabetização – A data foi criada em 1966 e foi escolhida como uma homenagem ao dia que o MEC foi fundado, no ano de 1930. A alfabetização é uma das etapas cruciais para o desenvolvimento cognitivo de uma pessoa, dando-lhe meios para garantir seu desenvolvimento intelectual, pessoal e profissional. Ela permite que o ser humano possa desfrutar plenamente de sua cidadania. 

Pacto EJA – Instituído pelo Decreto nº 12.048/2024, o Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação na Educação de Jovens e Adultos (Pacto EJA) é uma política pública construída de forma colaborativa pelo MEC com a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios. Os objetivos são superar o analfabetismo; elevar a escolaridade; ampliar a oferta de matrículas da EJA nos sistemas públicos de educação, inclusive entre os estudantes privados de liberdade; e aumentar a oferta da EJA integrada à educação profissional. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino

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O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.  

Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade. 

O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.   

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As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.  

Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:  

Secretarias municipais 

2024 

2026 

Índices 

Brasil 

Brasil 

Geral 

26,6 

34,7 

Institucionalização 

38,7 

55,8 

Formação 

20,4 

28,7 

Gestão 

26,0 

27,0 

Material Didático 

31,1 

34,2 

Financiamento 

20,6 

39,9 

Avaliação e Monitoramento 

45,0 

60,2 

Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).  

Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.   

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As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.  

Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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