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Agro

EuroChem abre mais de 100 vagas de emprego em manutenção no Complexo de Serra do Salitre (MG)

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A EuroChem, uma das maiores produtoras de fertilizantes do país, anunciou a abertura de mais de 100 oportunidades de trabalho na área de manutenção em seu Complexo Mineroindustrial, localizado em Serra do Salitre, no interior de Minas Gerais.

Oportunidades para diferentes funções

As vagas contemplam diversas funções ligadas à manutenção industrial, incluindo mecânicos, soldadores, instrumentistas e eletricistas. Esses profissionais são considerados essenciais para a operação da unidade, que é um dos maiores investimentos do setor no Brasil.

Requisitos para candidatura

Para participar do processo seletivo, os candidatos devem ter Ensino Médio completo e experiência prévia em atividades industriais. A empresa destaca ainda que cursos técnicos e especializações em áreas relacionadas serão diferenciais durante a seleção.

Impacto regional e geração de empregos

As oportunidades são direcionadas especialmente para moradores de Serra do Salitre, Patrocínio, Araxá e distritos próximos. Segundo a EuroChem, a iniciativa reforça o compromisso da companhia em contribuir para o desenvolvimento social, estimular a economia regional e atrair mão de obra qualificada.

Investimento bilionário em Minas Gerais

Inaugurada em 2024, a planta recebeu aporte de US$ 1 bilhão e tem capacidade para produzir até 1 milhão de toneladas de fertilizantes fosfatados por ano. Atualmente, a unidade já conta com 830 colaboradores diretos.

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Como se candidatar às vagas

Os interessados em participar da seleção podem enviar o currículo para o e-mail [email protected] ou se inscrever pelo link de carreiras disponível na plataforma Gupy.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

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A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

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Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

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Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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