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Paraná

Estrada do Cerne recebe serviços de conservação em Campo Largo

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O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), realiza melhorias na PR-090, em Campo Largo, por meio de novo contrato de conservação de rodovias não pavimentadas da Região Metropolitana de Curitiba (RMC).

Conhecida como Estrada do Cerne, a rodovia recebe este mês os serviços de cascalhamento, em que material de jazida comercial é adicionado à pista, depois espalhado e compactado por maquinário, formando uma nova camada de revestimento primário. O procedimento garante melhor trafegabilidade à estrada e evita a formação de pontos de lama em caso de chuva.

O contrato prevê serviços rotineiros ao longo de sua duração, de 730 dias, e incluem também regularização de leito da rodovia por patrola; escarificação, conformação e compactação do subleito da rodovia; preenchimento de local rebaixado com rachão; escavação de valas e execução de bueiros tubulares de concreto; escavação de saídas de água, de valas laterais e de caixas de retenção; limpeza e desobstrução de bueiros existentes, entre outros.

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O trecho tem 12,84 km de extensão, iniciando na ponte sobre o Rio Cerne, onde termina o pavimento, e segue até a ponte sobre o Rio Açungui, onde termina o limite da Superintendência Regional Leste do DER/PR nesta rodovia.

Também estão contemplados neste contrato trechos da PR-510, PR-511 e PR-512, ao todo 63,97 km, atendendo os municípios de Balsa Nova, Contenda, Quitandinha e da Lapa, um benefício para mais de 235 mil habitantes.

Os trabalhos tiveram início em junho deste ano e seguem até junho de 2025.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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