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Estado realiza audiência pública sobre implantação do Pompidou Paraná no dia 16 de dezembro

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A Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) e a Secretaria de Estado do Planejamento (SEPL), por meio do Paraná Projetos, realizarão no dia 16 de dezembro uma audiência pública para discutir o processo de contratação das obras para implantação do Centre Pompidou Paraná, em Foz do Iguaçu. O encontro será híbrido, possibilitando participação presencial e virtual da sociedade civil interessada, com início marcado para 13h30 e transmissão ao vivo pelo canal da SEEC no YouTube.

O objetivo da audiência é coletar manifestações e contribuições da sociedade para o aperfeiçoar os documentos de planejamento e licitação que envolvem a futura contratação, em regime de Contratação Integrada, destinada à elaboração dos projetos e à execução da obra do futuro museu.

A audiência pública é fundamentada no artigo 21 da lei federal nº 14.133/2021, a Nova Lei de Licitações e Contratos, e no artigo 51 do decreto estadual nº 10.086/2022.

“A audiência pública é um compromisso do Governo do Paraná com a transparência, o diálogo e a participação social em uma das mais relevantes ações culturais do Estado”, dia a secretária da Cultura do Paraná, Luciana Casagrande Pereira.

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Já Ulisses Maia, secretário do Planejamento do Paraná, reforça a importância da participação da sociedade. “A participação da população é muito importante na elaboração das políticas públicas. Isso não é diferente quando tratamos de um projeto tão importante quanto o do Centre Pompidou Paraná. Por meio da audiência pública, o Governo do Estado recebe as colaborações e faz as adequações que forem necessárias”, completa.

Podem participar da audiência cidadãos, prestadores de serviço, entidades de classe, órgãos de controle, instituições e demais interessados. A participação poderá ocorrer de três formas: como expositor, com manifestação oral presencial ou virtual, mediante inscrição prévia; como ouvinte com manifestação por escrito, também mediante inscrição e envio do conteúdo previamente registrado; ou como ouvinte sem manifestação, acompanhando o evento presencialmente ou de forma virtual em tempo real.

Em todos os casos, é obrigatória a inscrição prévia no site oficial da SEEC, onde também estão disponíveis o edital e os documentos relacionados ao processo.

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POMPIDOU PARANÁ – Com investimento de cerca de R$ 250 milhões do Governo do Estado, por meio das secretarias da Cultura, Planejamento e Cidades, o Centre Pompidou Paraná será erguido em um terreno cedido pela Motiva Aeroportos, ao lado do Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu. A previsão é que as obras comecem em 2026.

Serviço:

Data: 16 de dezembro de 2025

Horário: 13h30

Local presencial: Rua Padre Montoya, 490, 2.º andar, sala 14, Centro, Foz do Iguaçu

Link no YouTube: https://youtube.com/live/hJULu2xOdIk?feature=share

Participação presencial ou virtual requer inscrição por meio do link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdmE9kRap7sZhvB2T7ZL63V1wa_fzgY5v7cQlykCRsK3reovQ/viewform

Para mais informações, acesse: https://www.cultura.pr.gov.br/Pagina/Audiencias-Publicas-Centre-Pompidou-Parana-0

Fonte: Governo PR

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Encontro de Agroecologia do IDR-PR reforça a importância dos bioinsumos na agricultura

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A importância dos bioinsumos na agricultura como caminho para garantir a sustentabilidade no campo e a redução da dependência externa de fertilizantes químicos foi o tema principal do 4º Encontro de Agroecologia, realizado pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-PR), nesta semana.

O evento, que reuniu 320 pessoas, entre agricultores, estudantes de colégios agrícolas e do ensino superior, além de profissionais da área de ciências agrárias da Região Metropolitana de Curitiba e do Litoral, ofertou também oficinas sobre práticas de bioinsumos e minicurso sobre o tema.

Moacir Darolt, assessor de Agroecologia do IDR-Paraná, afirmou que o uso de bioinsumos é uma estratégia para uma agricultura mais sustentável, resiliente e alinhada aos desafios atuais de produção. “A programação do encontro foi pensada para gerar reflexões e mostrar, na prática, o uso dessa tecnologia para fortalecer a autonomia produtiva das famílias de agricultores”, afirmou.

Realizado por meio do projeto Casa da Agroecologia, o evento aconteceu no Centro Estadual de Educação Profissional Newton Freire Maia e na Estação de Pesquisa em Agroecologia do IDR-Paraná, em Pinhais. A abertura contou com a participação de representantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), da Associação para o Desenvolvimento da Agroecologia (AOPA) e do Colégio Newton Freire Maia.

“Os bioinsumos trazem a possibilidade de reduzirmos a dependência externa que temos dos fertilizantes químicos, pois os custos são alterados sempre que acontecem questões como as guerras em países que produzem esses insumos”, disse o pesquisador Arnaldo Colozzi, do IDR-Paraná.  “Uma estratégia é termos uma produção de bioinsumos nacional que possa suprir as necessidades da nossa agricultura e também ser mais agroecológico”, afirmou.

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Consultor em bioinsumos, mircrobiologia e controle biológico, o engenheiro agrônomo e pesquisador Celso Tomita discorreu sobre a produção “on farm”, sistema pelo qual o produtor rural multiplica insumos biológicos (bactérias, fungos) dentro da própria propriedade. Ele também abordou a questão da capacitação e aplicação de bioinsumos no campo. Uma mesa-redonda reuniu pesquisadores e produtores para discutir experiências práticas com bioinsumos, além dos desafios e oportunidades para a agricultura familiar.

PRÁTICAS DE BIOINSUMOS – Durante o encontro foram realizadas nove oficinas, que exploraram diferentes práticas utilizando bioinsumos: Multiplicação “on farm”; Biodigestor; Microalgas; Controle biológico de pragas; Biofertilizantes líquidos (biofertilizantes, ácido lático, chá de húmus e bokashi); Compostagem – CompostBio (composto enriquecido com microrganismos); Minhocultura e produção de húmus; Microrganismos benéficos e óleos essenciais; e Caldas e bioinsumos.

A agricultora Carmencita de Souza, de Bocaiúva do Sul, esteve no evento em busca de conhecimentos para ampliar a produção de alimentos orgânicos e participou das oficinas de “on farm”, microalgas, biofertilizantes líquidos e minhocário. Ela destacou que foi possível aproximar os ensinamentos das oficinas à sua realidade.

“O minhocário achei muito interessante, porque pode-se usar o esterco da vaca, que é uma matéria que temos disponível e não sabíamos como fazer. Eu vim em busca desse conhecimento e encontrei”, contou a agricultora, que voltou para casa cheia de ideias.

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MINICURSO – Os participantes tiveram também acesso a um minicurso ministrado por Celso Tomita. O consultor aprofundou o conteúdo apresentado na palestra, falando sobre o método TMT, que foca na produção de bioinsumos e biofertilizantes diretamente na lavoura, promovendo a regeneração microbiológica do solo e a sustentabilidade no campo. Participaram técnicos do IDR-Paraná, do Programa Paraná Mais Orgânico – Núcleo de Curitiba e agricultores.

Ícaro Petter foi um dos extensionistas participantes do minicurso. Ele também levou outros cinco agricultores para participar da atividade. “Foi muito proveitoso. Existem momentos na vida que recebemos uma injeção de ânimo e conhecimento e esse foi um deles. Nos faz pensar, mudar conceitos e repensar nosso cotidiano de serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural para aplicar imediatamente o que foi repassado no nosso cotidiano aqui na RMC”, afirmou.

Além da parceria com o Colégio Newton Freire Maia, o 4.º Encontro de Agroecologia contou com a colaboração da Universidade Federal do Paraná (UFPR), da empresa Ambiente Livre e com o apoio da Central de Abastecimento do Paraná (Ceasa).

Fonte: Governo PR

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