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Paraná

Estado já se prepara para reconstruir casas, Apae e escolas de Rio Bonito do Iguaçu

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O governador Carlos Massa Ratinho Junior afirmou neste domingo (9) que o Estado já iniciou o planejamento para a reconstrução de casas, da sede da Apae e das escolas de Rio Bonito do Iguaçu, na região Centro-Sul. A reconstrução vai iniciar assim que as equipes de engenharia finalizarem os diagnóstico técnico e estrutural das residências.

Cerca de 200 engenheiros da Cohapar e do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (CREA/PR) iniciaram já neste domingo a avaliação dos prejuízos e também da condição estrutural das construções. 

Ainda neste domingo, a Assembleia Legislativa do Paraná vota em regime de urgência o projeto de lei enviado pelo Executivo que prevê mudanças no Fundo Estadual de Calamidade Pública (Fecap), para permitir o repasse direto de recursos às famílias afetadas. Com isso, o governo pretende destinar até R$ 50 mil por família para fazer as obras necessárias nas casas que poderão ser revitalizadas.

“Muitas casas não podem ser reerguidas porque o vento levou tudo, mas em algumas delas ainda é possível reformar ou fazer melhorias com esse recurso”, afirmou o governador. “Pretendo sancionar essa lei ainda neste domingo, assim que os deputados aprovarem o projeto. Assim, podemos iniciar o atendimento logo que essa avaliação dos engenheiros for concluída”.

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A Cohapar também está elaborando um programa para a construção de novas casas na cidade, que teve 90% de sua estrutura comprometida, incluindo residências, comércio e prédios públicos. 

“Também vamos construir uma nova Apae e daremos o encaminhamento ainda nesta semana, junto com a Fundepar, para reconstruir o quanto antes as duas escolas, a estadual e a municipal, para não prejudicar o calendário escolar dos nossos alunos”, salientou Ratinho Junior. “O Governo do Estado tem estrutura financeira para fazer essa reconstrução e nós a faremos o mais rápido possível”.

As duas instituições estaduais do município (Colégio Estadual Ludovica Safraider e Colégio Estadual Ireno Alves) foram danificadas e estão passando por vistoria. 

Ao longo do dia, as equipes que atuam em Rio Bonito do Iguaçu focaram no trabalho de limpeza da cidade, com os entulhos sendo levados para um campo próximo para, na sequência, ser feita a destinação ambientalmente correta.

Fonte: Governo PR

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MPPR ajuíza ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela prática de “rachadinha”

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No Litoral do estado, o Ministério Público do Paraná ajuizou ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra uma vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela possível prática de “rachadinha”. Eles teriam exigido de assessores ocupantes de cargos em comissão lotados no gabinete da parlamentar valores referentes a diárias pagas pela Câmara Municipal a pretexto de participação em cursos e atividades na capital.

Os fatos apurados teriam ocorrido entre 2025 e 2026. Pelos mesmos delitos, a vereadora e seu esposo já foram denunciados pelo crime de concussão (quando um agente público exige vantagem indevida em razão do cargo que exerce), e a ação penal já foi recebida pelo Judiciário. (Processo 0002180-03.2026.8.16.0116).

Coação – As investigações tiveram início a partir de representação feita por uma assessora da vereadora, que seria uma das vítimas da prática criminosa. De acordo com o apurado, os assessores eram coagidos a solicitar à Câmara Municipal o pagamento de diárias para a realização de cursos em Curitiba, devendo entregar à parlamentar, em dinheiro ou por Pix, o saldo remanescente (os valores restantes das diárias que não foram utilizadas para o custeio de despesas pessoais e que deveriam ser devolvidos aos cofres da Câmara).

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A maior parte das cobranças era feita em reuniões na residência da vereadora e de seu marido, para as quais os assessores eram convocados e orientados a deixarem seus celulares do lado de fora do ambiente.

Além da condenação dos dois por ato de improbidade administrativa, a Promotoria de Justiça requer o imediato afastamento do cargo da vereadora e a decretação da indisponibilidade de bens de ambos no montante de R$ 45.299,64, valor equivalente ao enriquecimento ilícito supostamente obtido pelos investigados.

Matéria anterior:

14/07/2026 – MPPR denuncia vereadora de Matinhos e seu marido, investigados por exigirem repasse de parte das diárias recebidas por assessores lotados em seu gabinete

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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