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Estado investe mais de R$ 2 bilhões em apoio e qualificação da assistência à saúde no Paraná

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Nos últimos anos, o Governo do Paraná tem investido, de forma contínua, no fortalecimento da estrutura que integra todas as etapas do cuidado na Rede de Atenção à Saúde (RAS), desde o atendimento do usuário na Atenção Primária à Saúde (APS) até o seu deslocamento para a realização de exames, procedimentos e consultas especializadas. Por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), foram destinados mais de R$ 2 bilhões desde 2019 para a aquisição de equipamentos e o transporte sanitário nos 399 municípios paranaenses.

Uma parte desse montante foi direcionado para o transporte sanitário, com o repasse de R$ 1.565.206.158,00 para a aquisição de 9.332 veículos pelos municípios (veículos comuns, van, ambulância, ônibus, micro-ônibus, entre outros). O transporte sanitário tem papel estratégico para assegurar a logística dos municípios para o acesso da população aos serviços de saúde, garantindo a que pacientes possam realizar consultas, exames, tratamentos especializados, sessões de hemodiálise, quimioterapia, radioterapia e demais procedimentos ofertados em municípios de referência, reduzindo barreiras de acesso ao atendimento.

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A outra parte, mais de R$ 543,2 milhões foram investidos em equipamentos para a RAS, promovendo a renovação do parque tecnológico e o fortalecimento da infraestrutura assistencial. Ao longo dos últimos anos, a Sesa destinou o valor para a aquisição de equipamentos para serviços de saúde, tais como Unidades Básicas de Saúde e hospitais municipais. Entre eles estão equipamentos de fisioterapia, consultório odontológico, geladeiras de vacina, eletrocardiógrafo, aparelhos de raio X, ultrassons, desfibriladores, computadores, dermatoscópios, tablets e diversos outros itens fundamentais para qualificar o atendimento hospitalar.

“A combinação entre equipamentos mais modernos e transporte sanitário estruturado tornou a assistência mais resolutiva em todas as regiões do Estado. As unidades de saúde, os serviços de pronto atendimento e os hospitais passaram a contar com um importante aporte tecnológico, ampliando a capacidade diagnóstica”, disse o secretário de Estado da Saúde, César Neves.

“Além disso, os municípios fortaleceram a estrutura de transporte sanitário, garantindo mais segurança, conforto e agilidade no deslocamento de pacientes até os serviços especializados”.

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Com investimentos distribuídos em todas as regiões, a estratégia fortaleceu a organização da Rede de Atenção à Saúde, permitindo que atendimentos de maior complexidade fossem concentrados em centros de referência sem comprometer o acesso da população. Ao integrar infraestrutura, tecnologia e mobilidade, o Estado reduziu distâncias entre o paciente e o atendimento, qualificou a assistência e ampliou a capacidade de resposta do SUS paranaense em todas as etapas da jornada do cuidado. 

Fonte: Governo PR

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Paraná

Após 48 dias, força-tarefa composta pelo IAT captura onça-pintada em Mandaguari

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O Comando Integrado da Operação Onça confirmou nesta quinta-feira (2), após uma força-tarefa que durou 48 dias, a captura da onça-pintada (Panthera onca) que estava sendo monitorada na área rural de Mandaguari, no Norte do Paraná. O animal, um macho adulto com aproximadamente seis anos e cerca de 90 quilos, passou por uma bateria inicial de exames e foi encaminhado para o Zoológico Municipal de Cascavel, na região Oeste. No local, fará avaliações complementares e coleta de material para confirmar a condição de saúde antes de ser devolvido à natureza.

Composta por técnicos do Instituto Água e Terra (IAT), Polícia Militar Ambiental, Coordenadoria Estadual da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros do Paraná, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Prefeitura de Mandaguari, a operação de captura foi instalada no dia 16 de maio.

“O animal estava aparentemente tranquilo quando foi sedado pelos médicos veterinários, ainda na madrugada desta quinta-feira. Fizemos alguns exames ainda no campo, onde constatamos um bom estado de saúde”, explica a médica veterinária da Diretoria de Patrimônio Natural do IAT, Letícia Koproski.

“A operação foi um sucesso, seguindo parâmetros criteriosos para garantir a segurança tanto da população quanto o bem-estar do animal. Todas as etapas foram baseadas em protocolos específicos para o manejo de grandes felinos, priorizando uma atuação segura, responsável e baseada em critérios técnicos e científicos”, afirma a bióloga da Diretoria de Patrimônio Natural do IAT, Nathália Colombo.

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Agora, o órgão ambiental paranaense vai definir, em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), os procedimentos de manejo subsequentes à captura, incluindo a melhor destinação. “Seguiremos os critérios técnicos e ambientais aplicáveis para verificar o potencial ponto de soltura e como será feito o monitoramento deste bicho. Além disso, há aspectos relevantes para a conservação da espécie. Queremos aproveitar essa carga genética para reforçar a população de onças”, disse o médico veterinário do setor de Fauna do IAT, Pedro Chaves de Camargo.

COMO AGIR – Órgão responsável pelo cuidado com a fauna silvestre do Paraná, o IAT reforça o pedido para que se evite qualquer tipo de contato com animais. Invariavelmente, a onça voltará para o seu habitat. Ainda assim, explica o biólogo do órgão ambiental Mauro Britto, o indicativo é acionar o IAT, seja pelos escritórios regionais ou por meio do telefone do Setor de Fauna (41) 9-9554-0553.

São os técnicos que farão o manejo correto do animal. “Por mais boa intenção que se tenha, não é permitido que se faça arapucas, armadilhas ou coisas assim. Isso pode ser enquadrado como crime ambiental, passível de processo e multa. Pedimos para que, quando de encontrar um animal de grande porte, acione o IAT imediatamente”, diz o biólogo.

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Mauro Britto explica que, na área rural, predadores naturais, como as onças, costumam ser vistos como “animais que geram prejuízo”, mas a afirmação não é verdadeira. O biólogo cita que o número de situações envolvendo esses animais silvestres é muito inferior quando se comparado a baixas que ocorrem comumente em propriedades rurais, como atolamento de animais na lama, doenças infecciosas, desnutrição ou acidentes de manejo.

“Vale lembrar que as orientações para a prevenção a ataque de predadores inclui também um melhor manejo da propriedade, oferecendo maior segurança ao proprietário rural e ao animal, como a instalação de luzes e alarmes”, afirma Britto.

AJUDE A FAUNA – Ao avistar algum animal silvestre ferido ou para denúncias de atividades ilegais contra animais, entre em contato por meio da Ouvidoria do Instituto Água e Terra (IAT). Se preferir, ligue para o Disque Denúncia 181. Informe de forma objetiva e precisa a localização e o que aconteceu com o animal. Quanto mais detalhes sobre a ocorrência, melhor será a apuração dos fatos e mais rapidamente as equipes conseguem fazer o atendimento.

Fonte: Governo PR

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