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Estado amplia número de leitos de psiquiatria no Hospital Adauto Botelho, em Pinhais

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A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) anunciou nesta segunda-feira (8) a ampliação de mais 15 leitos de psiquiatria masculina no Hospital Adauto Botelho, que integra as unidades próprias da secretaria e fica localizado em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Com isso, serão 81 leitos a partir dos próximos meses.

O espaço foi reformado recentemente com recursos da Sesa por meio da Fundação Estatal de Atenção em Saúde do Paraná (Funeas), somando R$ 112.870,00 entre obra, mobiliário e contratação de profissionais. Foram integrados ao quadro um enfermeiro, 14 técnicos de Enfermagem, um psicólogo e um assistente social, além de 120 novas horas de médico psiquiatra. 

Com quase 70 anos de existência, o Hospital Adauto Botelho conta com 245 profissionais e é referência no atendimento psiquiátrico no Estado e na área de obstetrícia psiquiátrica de alto risco na RMC. O hospital também possui atendimento especializado de psicoterapia, odontologia, fisioterapia, obstetrícia, terapia ocupacional, psicologia, assistência social e enfermagem.

“Este hospital é antigo e está se reconstruindo e se reinventando. Dentre todas as mudanças estruturantes já realizadas, há essa nova ampliação de leitos masculinos que possibilitam e garante um melhor atendimento aos pacientes de saúde mental da Macrorregião Leste e do Paraná como um todo”, disse o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

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Além dos novos leitos, outra medida de impacto em 2024 será a ampliação, em pelo menos 80%, no número de atendimentos ambulatoriais mensais, que poderão saltar dos atuais 500 para mais de 900 ao mês. O hospital faz, também, 420 atendimentos de psicoterapia realizados no ambulatório. O tempo médio de duração da internação dos pacientes é de 30 dias. A unidade absorve a demanda de leitos de psiquiatria de todo o Estado, por meio da Central Estadual de Regulação de Leitos.

O diretor-geral da Sesa, César Neves, esteve na unidade nesta segunda e afirmou que a ampliação atende ao compromisso do Governo do Estado de reforçar e qualificar o atendimento de saúde mental com humanismo. “Esses leitos atenderão principalmente dependentes químicos, em uma área totalmente reformada e com todo o cuidado necessário para proporcionar a melhor assistência possível para os pacientes”, disse.

Nos últimos cinco anos, o hospital passou por diversas reformas e adequações para ampliações de leitos custeadas pelo Governo do Estado. Em 2021 quando passou a ser gerido pela Funeas, a unidade contava com 50 leitos no total. Além disso, a Sesa implantou residências médicas de psiquiatria no hospital, que hoje conta com 15 profissionais, sendo nove do hospital e seis em parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e Hospital de Clínicas, que permanecerão por três anos na unidade.

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“Leitos psiquiátricos especializados são muito necessários porque a demanda de saúde mental é grande. Ainda temos mais ampliações à frente neste hospital e devemos anunciar nos próximos meses, pelo menos, mais 15 leitos para atendimento de adolescentes”, afirmou o diretor-presidente da Fundação Estatal de Atenção em Saúde do Paraná (Funeas), Marcello Machado.

Fonte: Governo PR

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A partir de atuação do MPPR, Agência Nacional de Proteção de Dados determina suspensão imediata de reconhecimento facial de alunos da rede estadual de ensino

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A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinou a suspensão imediata da coleta e do tratamento de dados pessoais biométricos de crianças e adolescentes da rede pública estadual de ensino do Paraná. A medida cautelar preventivo-corretiva veda o uso da tecnologia de reconhecimento facial voltado ao registro de frequência escolar em todas as instituições estaduais.

Áudio do Promotor de Justiça Marcos José Porto Soares

A decisão administrativa da ANPD foi tomada após decisão judicial que determinou a intimação do órgão regulador em ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Paraná na 1ª Vara da Fazenda Pública de Campo Mourão com o objetivo de paralisar a coleta dos dados biométricos de mais de um milhão de estudantes no estado.

Andamento judicial – Nos autos da ação civil pública ajuizada pelo MPPR, que pede a remoção do ilícito e indenização por danos morais coletivos, o Juízo da 1ª Vara da Fazenda Pública de Campo Mourão destacou a repercussão do caso ao analisar pedidos de ingresso de diversas entidades como “amici curiae” (“amicus curiae” é um terceiro – uma pessoa, uma instituição, uma ONG, uma associação ou um órgão público – que entra no processo para oferecer informações técnicas, pareceres ou visões especializadas que ajudem o juiz a tomar a melhor decisão possível).

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A decisão judicial ressaltou que a controvérsia transcende o interesse local ao envolver garantias fundamentais da era digital e diretrizes nacionais de educação, determinando a oitiva prévia da ANPD, do Ministério da Educação e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação antes da apreciação das medidas liminares.

A ação do MPPR embasa projeto de lei apresentado no Congresso Nacional e é mencionada por vários veículos da imprensa internacional.

Processo 0004208-55.2025.8.16.0058

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28/04/2025 – Promotoria de Justiça em Campo Mourão ajuíza ação civil por violação à Lei Geral de Proteção de Dados na coleta de biometria facial de alunos de escolas públicas

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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