Esportes
Está chegando a hora; Pia e Tamires destacam união da equipe
Neste domingo (23), a técnica Pia Sundhage e a lateral Tamires concederam a última coletiva de imprensa antes da estreia do Brasil na Copa do Mundo. Com a estreia marcada contra o Panamá, amanhã, às 8h (horário de Brasília), a comandante da Canarinho destacou a evolução da equipe e a importância de não subestimar nenhum adversário.
Desde que assumiu o comando da seleção em 2019, Pia Sundhage tem trabalhado arduamente para desenvolver um estilo de jogo mais confiante e eficiente. Os últimos resultados alcançados pelas jogadoras têm reforçado a crença da técnica em uma equipe capaz de chegar longe na competição.
“Estamos muito felizes com os últimos dois resultados porque o jogo está na nossa linha de confiança. Podemos olhar para cada um, é um pouco diferente de um ano atrás. Então, nós tivemos uma linha de começo similar. E eu acho que a coisa mais importante é achar que está tudo garantido. E, por favor, aproveite o jogo. Se nós fizermos isso, nós teremos uma grande chance de ganhar amanhã. E, na verdade, nós vamos ganhar muitos jogos. Se nós juntarmos um ataque lindo e uma defesa muito sólida”, disse a técnica Pia Sundhage.
Coletiva de imprensa: Tamires e Pia Sundhage
A treinadora também enfatizou a importância da mescla entre gerações de jogadoras na equipe. Sendo uma das jogadoras veteranas do grupo, Marta, tem sido uma peça-chave nesse processo de união entre as jogadoras mais experientes e as mais jovens.
“Marta é uma jogadora especial em um time especial, e eu acho que a palavra-chave é ‘juntas’, e como todos vocês sabem, se a gente tem muita energia na sala, é contágio, e é isso que está acontecendo com o time agora. Temos alguns jogadores jovens, e alguns jogadores, como Marta, que têm experiência, e essa mistura, provavelmente, vai nos ajudar a ganhar o próximo campeonato”, afirmou Pia Sundhage.
Treino da Seleção Feminina Principal na Gold Coast. Kathellen, Marta e Debinha
A lateral Tamires também falou sobre o apoio entre as jogadoras e a importância de jogarem unidas como uma equipe. Ela destacou que a união é um dos fatores e essenciais para enfrentar os desafios que surgirão durante a competição.
“A gente conversou e falou, ser vulnerável aqui, ter medo é normal, faz parte do jogo, a gente vai se ajudar, o que não podemos é ter preciosismo. Então, não pode uma querer ser melhor que a outra, o ego não pode falar mais alto, temos que estar juntas o tempo todo, porque Copa do Mundo se joga em equipe e se vence em equipe”, enfatizou Tamires.
Treino da Seleção Feminina Principal no Moreton Bay CT – 22/07
A jogadora da Canarinho também celebrou o crescimento do futebol feminino no Brasil e no mundo desde a Copa de 2015. Ela ressaltou a maior visibilidade e investimentos no esporte, o que demonstra mais uma conquista para a modalidade.
“Fora de campo, eu também vi essa visibilidade acontecendo, esses investimentos acontecendo. Por exemplo, na Copa de 2015, a gente jogou no Canadá e a gente tinha apenas uma jornalista lá. E hoje nós temos, olha quantas jornalistas nós temos aqui. Isso tem sido muito positivo e as atletas também têm entendido a sua responsabilidade de vestir essa camisa. A soma disso tudo tem sido muito gratificante estar aqui podendo viver tudo isso”, comemorou Tamires.
Tamires
Fonte: Esportes
Esportes
Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial
Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.
A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.
Sobrevivência e Estratégia
A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.
O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.
Drama Local e Pódio Inédito
A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.
Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.
Feitos Históricos no Pelotão Intermediário
A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.
Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto
Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.
- Kimi Antonelli (Mercedes)
- Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
- Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
- Oscar Piastri (McLaren) +24s261
- Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
- Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
- Pierre Gasly (Alpine) +30s369
- Alexander Albon (Williams) +33s413
- Esteban Ocon (Haas) +37s140
- Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
- Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
- Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
- George Russell (Mercedes) +43s353
- Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
- Franco Colapinto (Alpine) +48s964
Fonte: Esportes
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