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Escolinha de Arte do Colégio Estadual do Paraná integra o Festival de Curitiba

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Integrando pela primeira vez o Festival de Curitiba, alunos e ex-alunos dos cursos técnicos e modulados da Escolinha de Arte do Colégio Estadual do Paraná (CEP) estrearão em 11 produções gratuitas, que serão apresentadas em diferentes pontos da cidade.

Em sua 31ª edição, o festival é maior evento nacional de artes cênicas. Com intensa programação até o dia 9 de abril, traz este ano 350 atrações espalhadas por 60 espaços da Capital e da Região Metropolitana.

André Meireles, um dos diretores à frente das apresentações, destaca a relevância da Escolinha de Arte do CEP no cenário artístico paranaense. “O CEP possui longo histórico de incentivo à cultura e às artes e, desta vez, vai dar oportunidade a alunos de todas as idades de participarem desta, que é a maior programação teatral do País”, enfatiza.

Os espetáculos serão encenados por alunos e ex-alunos dos cursos técnicos de Teatro integrados ou subsequentes ao ensino médio. “As peças apresentam compilados de vários espetáculos que os estudantes e professores criaram e realizaram no decorrer do ano no festival do próprio CEP”, ressalta Cristine Christofis de Amorim, coordenadora da Escolinha de Arte do CEP.

CURSO TÉCNICO DE TEATRO – Figurando entre os cursos de teatro mais tradicionais do cenário artístico paranaense, o curso técnico de Teatro do Colégio Estadual do Paraná existe desde a década de 80. Com duração de três semestres, ele habilita profissionalmente os alunos, tendo como compromisso garantir a inserção de futuros atores no meio artístico brasileiro.

Confira a lista de apresentações da Escolinha de Arte do Colégio Estadual do Paraná:

Comédias da Vida Privada

Com diferentes esquetes que mostram situações comuns e inusitadas do dia a dia, a coletânea de contos do escritor Luis Fernando Veríssimo ganha vida no espetáculo “Comédias da Vida Privada”, que tem direção de Silvia Contursi.

Duração: 60 minutos

Classificação: 14 anos

Elenco: (Turma 2°TT – Subsequente – Cia Alegria)

Dias 4 e 5 de abril às 20h

Local: Canal da Música

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Agorafobia

O espetáculo “Agorafobia” aborda os múltiplos sentidos da vida e da existência humana. Dirigida por André Meirelles, a obra apresenta diferentes histórias, como a de uma refugiada que troca um passaporte válido por um poema e a de um cego que vende olhadinhas em seu telescópio. As cenas são inspiradas na peça adaptada do livro “Cuidado com as Velhinhas Carentes e Solitárias”, de Matei Vișniec.

Tempo: 70 minutos

Elenco: (Turma 4°TT – Integrado – Cia )

Classificação: 14 anos

Dia 6 às 11h na Ruínas de São Francisco

Dia 8 às 15h na Praça Santos Andrade

Migraaaantes

Todos os dias milhares de pessoas deixam seus países na busca de uma vida de melhores oportunidades. A peça dirigida por Hélio Aquino aborda os dilemas diários de refugiados e migrantes anônimos.

Duração: 75 minutos

Classificação: 14 anos

Elenco: 3° TT subsequente – Cia Simetria

Data: Dia 09 de abril

Horário: Às 16h e 20h

Local: Praça Santos Andrade

No país das Maravilhas

Com direção de Hélio Aquino, a peça aborda a busca da personagem central por um novo começo. Aventurando-se num local desconhecido, questionamentos sobre seu destino e o controle da sua vida são inevitáveis.

Duração: 50 minutos

Direção: Hélio Aquino

Elenco: (Turma 3°TT – Integrado – Cia Sintropia) – 

Classificação: Livre

Pañuelos

O futebol atrai olhares do mundo inteiro. Na peça “Panuelo”, dirigida por Hélio Aquino, o foco é justamente aqueles que não estão de olho no jogo. Em 1978, um grupo de mulheres se reuniu na luta por um futuro melhor e que protestaram pelo desaparecimento de pessoas. Pañuelos narra cinco histórias do evento que marcou a história da Argentina e clamou por justiça.

Duração: 70 minutos

Elenco: 3° TT subsequente – Cia Máhkara

Classificação: 12 anos

Data: 07 de abril

Horário: 16h e às 20h

Local: Praça Santos Andrade

Alice, o mundo não é chato

Com direção de Lau Bark, a personagem Alice vai ao universo da Física para tentar entender o que se passa no mundo atual.

Duração: 60 minutos

Elenco: Gruta

Classificação: 10 anos

Dia 4 de abril às 17h e às 20h na UTFPR

[Título do show]

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Dirigida por Lau Bark, a peça narra a história de um grupo de amigos, apaixonados pela arte do teatro musical, que tem três semanas para criar uma obra original e entrar num importante edital da Broadway.

Duração: 100 minutos

Elenco: Gruta Musical

Classificação: 14 anos

Data: Dia 6 e 7 de abril

Horário: 20h

Local: Teatro AABB Curitiba

Conversas de Eternidade

A peça lembra a mestrealidade de Cartola. Criada de forma coletiva pelos professores de música da escolinha, a história é contada por meio das obras primas do sambista.

Duração: 60 min

Data: 4 e 5 de abril

Horário: 15h e 11h

Local: Praça Santos Andrade

Mademoiselle Noir

O conto de mistérios, com direção de André Meirelles e classificação livre, narra um conto gótico de terror e mistério, embalado por jazz e dança. Usando máscaras e formas animadas e inspirado nas obras de Tim Burton e Tangos e Tragédias, o Modulado de Pesquisa Teatral apresenta a trágica história de Mademoiselle Noir.

Duração: 45 minutos

Elenco: Peça do Modulado de Pesquisa Teatral (MPT)

Data: 7 e 8 de abril

Horário: 17h e 20h

Local: Canal da Música

Terra de Cego

A peça – já veterana na mostra Fringe – é dirigida por André Meirelles. A história se passa numa ilha remota e quase inacessível na qual todos os habitantes são cegos. Sem saber o que é “ver” ou  o que são pessoas “cegas”, elas estão convencidas de que a ilha é o mundo inteiro. Até que um forasteiro com “visão” é arremessado às areias por um naufrágio.

Duração: 45 min

Elenco: Peça do Modulado de Pesquisa Teatral (MPT)

Classificação: Livre

Dia 6 de abril, às 16h, no Canal da Música

Dia 9 de abril, às 11, na Praça Santos Andrade

O Grande Circo Místico

A obra dirigida por Adriana de Cristo é inspirada no poema de Jorge Lima, “O Grande Circo Místico”. A peça traz músicas de Chico Buarque e Edu Lobo, além de contar a trajetória circense da família Knipes, suas glórias e percalços.

Duração: 50 minutos

Elenco: 2° TT integrado

Classificação: 12 anos

Dia 5 de abril, nas Ruínas de São Francisco às 15h

Dia 6 de abril, no Canal da Música às 20h

Fonte: Governo PR

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Ministro André Mendonça faz palestra magna na abertura do Encontro Nacional do Cira 2026

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça foi o responsável pela palestra magna na abertura do Encontro Nacional CIRA 2026 – Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos, nesta sexta-feira, 14 de agosto, no Ministério Público de São Paulo. Autor do prefácio do livro “Crimes contra a ordem econômica e tributária: desafios atuais e perspectivas”, lançado durante o evento, Mendonça tratou dos critérios para quantificar o dano, o enriquecimento ilícito e o produto de atividades criminosas.

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Em uma exposição de caráter técnico, o ministro discutiu os parâmetros que devem orientar a definição dos valores objeto de pedido de ressarcimento ou perdimento. Citou, entre outros exemplos, a Operação Sanguessuga e situações envolvendo gestores públicos em casos de fraude, para mostrar que a identificação do dano nem sempre pode ser reduzida a uma simples correspondência entre o valor contratado e o prejuízo causado.

A palestra dialoga diretamente com o prefácio assinado pelo ministro André Mendonça, sendo um dos temas centrais da coletânea os desafios jurídicos e práticos para investigar a criminalidade econômica, responsabilizar seus autores e recuperar valores decorrentes de atividades ilícitas.

André Mendonça discutiu os parâmetros que devem orientar a definição dos valores objeto de pedidos de ressarcimento ou perdimento. Ao citar exemplos como a Operação Sanguessuga e casos envolvendo gestores públicos, destacou que a identificação do dano não pode ser reduzida, em todos os casos, à diferença entre o valor contratado e o prejuízo causado.

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O ministro chamou atenção para a necessidade de distinguir produto da atividade ilícita, dano e enriquecimento ilícito. Segundo a abordagem apresentada, essa diferenciação é necessária para definir os valores que podem ser objeto de recuperação de ativos em casos de corrupção e improbidade administrativa.

Mendonça também apresentou referências do direito comparado, citando a legislação dos Estados Unidos, como o Civil Asset Forfeiture Reform Act (CAFRA), de 2000, e o Fraud Enforcement and Recovery Act (FERA), de 2009. Na experiência italiana, abordou o Decreto Legislativo nº 231/2001 e decisões da Corte de Cassação relacionadas à definição do produto obtido com a prática ilícita.

No ordenamento brasileiro, a análise passou pelo Código Penal, pela Lei de Lavagem de Dinheiro, pela Lei de Improbidade Administrativa e pela Convenção de Mérida.

Ao final, o ministro destacou a necessidade de critérios técnicos para a definição dos valores e do apoio das áreas da administração pública responsáveis pela receita. A adoção de uma metodologia mais precisa, segundo Mendonça, pode contribuir para dar maior segurança às investigações, às apurações e às decisões judiciais.

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Livro sobre crimes contra a ordem econômica e tributária é lançado durante Encontro Nacional do Cira 2026

Na sequência da programação, foi lançado o livro “Crimes contra a ordem econômica e tributária: desafios atuais e perspectivas”, coordenado pelo Procurador-Geral de Justiça, Francisco Zanicotti, e pelo promotor de Justiça Diego Gomes Castilho, ambos do Ministério Público do Paraná. Publicada em 2026 pela Editora Tirant Lo Blanch, a obra reúne estudos de especialistas sobre diferentes aspectos do direito penal econômico.

 A publicação tem 340 páginas e reúne artigos sobre investigação e responsabilização por crimes econômicos e tributários. Entre os temas estão a análise probatória em delitos financeiros complexos, fraudes estruturadas, empresas de fachada, recuperação de ativos e sonegação fiscal.

A coletânea também aborda a aplicação da Lei Anticorrupção, a individualização e a dosimetria da pena em crimes tributários e os limites da responsabilização penal de empresários e administradores.

Fonte: Ministério Público PR

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