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Paraná

Edição trata de condutas indevidas por agentes públicos de segurança

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O MP Responde desta semana trata de atuações inadequadas por parte de agentes de segurança pública, como policiais e guardas municipais, por conta de situações recentes ocorridas no Paraná relacionadas a isso (o caso de um rapaz baleado e morto em uma ação da Guarda Municipal em Curitiba e de uma mulher agredida por seguranças de uma boate em Cascavel, sendo um deles policial penal). As perguntas são esclarecidas pelo promotor de Justiça Fernando Cubas César, que atua no Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, o Gaeco, unidade do Ministério Público do Paraná que faz o controle externo da atividade policial. Confira:

– Meu filho foi alvo de uma abordagem violenta feita por agentes da Guarda Municipal. A quem e como posso denunciar?

– Um policial pode trabalhar como segurança de um estabelecimento comercial?

Serviço à população – O MP Responde tem o formato de spot com aproximadamente um minuto de duração nos quais procuradores e promotores de Justiça respondem perguntas relacionadas ao trabalho do Ministério Público e a assuntos jurídicos.

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Os spots podem ser veiculados gratuitamente por qualquer rádio interessada. As perguntas são baseadas em questões da comunidade que chegam ao MPPR, e também é possível sugerir temas. Os contatos são o e-mail: [email protected] ou o telefone (41) 3250-4469.

Podcasts – Os programas de rádio do MPPR também são disponibilizados nas plataformas Spotify, Apple e Google Podcasts. Clique aqui e acesse.

Edições anteriores:

– O que define a questão de posse de droga para uso pessoal?

– Com frequência, sinto cheiro de maconha no meu condomínio. O síndico pode interferir por ser uma droga ilícita?

– Uma pessoa que sofre de transtornos mentais pode ser internada à força?

– Como e onde denunciar uma instituição que mantém pessoas com transtornos mentais encarceradas?

– Casais que adotaram uma criança têm direito à licença maternidade?

– É direito da mulher poder amamentar durante o expediente de trabalho?

Todas as edições

Fonte: Ministério Público PR

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Paraná

Ministério Público denuncia guarda municipal de Curitiba que utilizava patinete elétrico para abordar adolescentes e oferecer dinheiro em troca de atos libidinosos

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O Ministério Público do Paraná, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Infrações Penais Contra Crianças e Adolescentes de Curitiba, denunciou um guarda municipal da capital, de 34 anos, por diversos crimes sexuais e graves ameaças praticados contra adolescentes. Investigado por abordar as vítimas em vias públicas nos bairros Alto da Glória, Ahú e Centro, ele foi denunciado pelos crimes de perseguição (stalking), importunação sexual, ameaça e tentativa de estupro de vulnerável.

A denúncia, oferecida nesta quarta-feira, 23 de setembro, elenca seis fatos criminosos praticados entre julho e agosto deste ano contra cinco vítimas do sexo masculino com idades entre 13 e 17 anos nas imediações da Rua Mauá, do Estádio Couto Pereira e do Colégio Estadual Professor Loureiro Fernandes, em Curitiba. Ele está preso preventivamente.

De acordo com as investigações, o denunciado utilizaria um patinete elétrico motorizado para abordar as vítimas, perguntando idade e local de residência, e oferecer dinheiro em troca de atos libidinosos. Nas abordagens, ele ameaçava os adolescentes, dizendo que podia encontrá-los, uma vez que conhecia o percurso que faziam diariamente, chegando a exibir uma faca e uma arma de fogo em alguns episódios.

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Outras vítimas – A Promotoria de Justiça não descarta a possibilidade da existência de outras práticas criminosas do acusado e orienta que eventuais outras vítimas busquem o Ministério Público do Paraná para orientação e possível representação dos fatos. O contato com a 1ª Promotoria de Justiça de Infrações Penais contra Crianças e Adolescentes de Curitiba pode ser feito por meio dos telefones (41) 3251-6745 e (41) 98861-3230, do e-mail [email protected] ou pessoalmente, na Avenida Anita Garibaldi, 750, Cabral.

Além da condenação às penas previstas em lei, o Ministério Público requer a fixação de pagamento de no mínimo R$ 50 mil para cada uma das vítimas a título de reparação pelos danos morais causados.

Processo 0011342-73.2026.8.16.0196 (sob sigilo)

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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