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Duplicação e restauração em concreto da PRC-466 em Guarapuava chega a 54%

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A duplicação e restauração em concreto da PRC-466 entre Guarapuava e o distrito de Palmeirinha, no Centro-Sul, atingiu 54% de execução na medição mais recente, de agosto. A obra é administrada e fiscalizada pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), contando com um investimento de R$ 139.785.485,97 para atender o trecho de 11,52 quilômetros.

A única obra de arte especial desta duplicação, a nova ponte sobre o Rio Coutinho, já está pronta, e estão próximas da conclusão a terraplenagem da nova pista e as melhorias no pavimento existente. Este é aproveitado como base para uma nova camada de pavimento rígido de concreto, técnica conhecida como whitetopping.

O serviço de pavimento rígido, que inclui a pista nova e a existente, está 50% executado, representando o maior investimento individual desta empreitada.

Também continuam avançando a construção de uma galeria celular e a implantação do sistema de drenagem de águas, que inclui dispositivos novos na pista duplicada e adequação dos dispositivos já existentes no trecho.

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A nova iluminação viária também está avançando no trecho, devendo ser um dos últimos serviços finalizados, bem como a sinalização horizontal e vertical, e serviços complementares, como o plantio de grama, em fevereiro do ano que vem.

URBANO – Moradores de Guarapuava foram contemplados recentemente com outra obra de melhorias na PRC-466, mas desta vez no perímetro urbano. Trata-se da recuperação da iluminação viária no trecho, obra realizada pela prefeitura municipal com autorização do DER/PR.

O tráfego noturno agora está circulando com muito mais segurança no local e a prefeitura já se propôs a garantir a manutenção futura da rede de energia nestes postes, muitas vezes alvo de furto de cabos e vandalismo.

Fonte: Governo PR

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MPPR expede recomendação administrativa para conter atropelamento de animais silvestres em rodovias de Londrina e cobra medidas do Município e do DER-PR

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O Ministério Público do Paraná, por meio da 20ª Promotoria de Justiça de Londrina, no Norte Central do estado, emitiu recomendação administrativa cobrando ações efetivas para cessar a mortandade de animais silvestres nas rodovias LA-003, conhecida como Mábio Gonçalves Palhano, e PR-538. Os trechos afetados margeiam o Parque Estadual Mata dos Godoy. O documento foi direcionado ao Município de Londrina, ao Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR) e ao Instituto Água e Terra (IAT).

A medida é desdobramento de procedimento administrativo instaurado em 2022 pela Promotoria de Justiça. Um levantamento técnico apontou que, entre março de 2018 e janeiro de 2019, foram registrados 337 animais atropelados de 57 espécies diferentes naquelas vias e em outras rodovias da região. O estudo identificou seis pontos críticos de atropelamento, com medidas mitigatórias validadas pelo IAT.

Biodiversidade – A área é reconhecida pelo Ministério do Meio Ambiente como prioritária para a conservação da biodiversidade e abriga espécies ameaçadas de extinção. Entre os animais em risco, estão a anta, classificada como criticamente em perigo no estado do Paraná, e a onça-parda, classificada como vulnerável. Levantamentos recentes confirmaram a letalidade contínua nos trechos, com 18 animais atropelados entre novembro e dezembro de 2025, além da constatação de desgaste na sinalização existente em vistoria realizada em março de 2026.

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Além do dano ambiental, os atropelamentos representam risco à segurança dos motoristas. Dados do Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual registraram 258 acidentes por atropelamento de animais em 2019 e 283 ocorrências em 2020, resultando em vítimas fatais e feridas.

Medidas – Entre as solicitações feitas ao Município de Londrina, estão o reforço da sinalização, a implantação de mecanismos permanentes de redução de velocidade e a elaboração de projeto executivo para a construção de passagem segura de fauna sobre o Ribeirão Três Bocas. Ao DER-PR, foi recomendada a redução da velocidade máxima de 60 km/h para 40 km/h nos trechos que cruzam o núcleo do parque, a instalação de radares fixos eletrônicos e a implantação de passagens de fauna e cercas direcionadoras. Por sua vez, o IAT deverá fiscalizar o cumprimento das medidas e analisar os projetos apresentados em até 30 dias.

Os destinatários têm 30 dias para responder por escrito sobre o acatamento da recomendação e devem apresentar cronogramas que prevejam a conclusão das obras em prazo não superior a 12 meses. O descumprimento poderá levar à adoção de medidas judiciais, com responsabilização civil por dano ambiental.

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Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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