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Dólar recua e Ibovespa avança em início de semana com atenção à política monetária e cenário externo

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Dólar inicia semana em leve queda

A cotação do dólar comercial (USD/BRL) iniciou a sessão com leve desvalorização. Segundo dados em tempo real, o dólar se aproxima de R$ 5,37, refletindo uma queda de cerca de -0,03% nas primeiras negociações.

Esse movimento indica que o câmbio reage tanto às notícias internacionais quanto ao ambiente doméstico, com ajustes no mercado de câmbio e expectativas de participantes.

Acumulados recentes do dólar
  • Semana: queda acumulada. (Alinhando com o recuo observado no começo da semana)
  • Mês: leve alta, considerando tendências recentes de movimentação cambial.
  • Ano: o dólar permanece abaixo dos patamares de início de ano, apontando desvalorização acumulada frente ao real.
Ambiente político-econômico e decisões domésticas

O mercado local monitora atentamente o Banco Central do Brasil e o Comitê de Política Monetária (Copom), que se prepara para anunciar nova decisão sobre a taxa de juros na quarta-feira (5). Essa reunião é considerada crucial para confirmar ou ajustar o rumo da política monetária no curto prazo.

Além disso, sinais vindos do exterior continuam a pesar nas expectativas. Nos Estados Unidos, paralisações no governo federal têm atrasado a divulgação de dados econômicos oficiais, enquanto investidores se baseiam em indicadores privados e declarações de autoridades do Federal Reserve (Fed). Esses fatores externos tendem a gerar volatilidade nas moedas e nos mercados emergentes.

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Bolsa inicia o pregão com avanço

O índice acionário principal brasileiro, o Ibovespa (IBOV), abriu o pregão com valorização, refletindo otimismo dos investidores diante de fatores domésticos e internacionais. Dados recentes mostram o índice próximo de 149.577 pontos, com alta de aproximadamente +0,51% até agora.

Acumulado recente do índice
  • Semana: registro de forte alta, em torno de +2,30%, refletindo recuperação após máximas recentes e expectativas positivas.
  • Mês: valorização consistente, da ordem de +2,26%, destacando a força do mercado acionário doméstico.
  • Ano: ganhos expressivos, com alta acumulada superior a +24%, reforçando um cenário de bom desempenho para a bolsa no ano corrente.
Perspectivas para os próximos dias

Com a reunião do Copom marcada para quarta-feira, os investidores ficarão atentos a sinais sobre possíveis ajustes na taxa Selic, o que pode influenciar câmbio, inflação e juros futuros.

No cenário externo, a paralisação do governo americano e atrasos em divulgação de dados oficiais adicionam incertezas. Discursos de dirigentes do Fed podem trazer pistas sobre a trajetória das taxas de juros nos EUA, impactando diretamente mercados emergentes como o Brasil.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro dobra empregos em 20 anos e sustenta mais de 50% da economia

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O avanço do agronegócio em Mato Grosso redesenhou o mercado de trabalho e consolidou o setor como base da economia estadual. Em duas décadas, o número de trabalhadores ligados ao agro saltou de cerca de 173 mil em 2006 para 449 mil em 2026, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) — crescimento de quase 160%.

O movimento acompanha a expansão da produção e da área cultivada. Mato Grosso lidera a produção nacional de grãos, com safras que superam 100 milhões de toneladas somando soja, milho e algodão. A área agrícola do Estado ultrapassa 20 milhões de hectares cultivados, dentro de um território de cerca de 90 milhões de hectares, o que evidencia o espaço ainda disponível para intensificação produtiva.

Esse crescimento dentro da porteira puxou a geração de empregos fora dela. A cadeia do agro — que inclui transporte, armazenagem, processamento e serviços — passou a absorver mão de obra em ritmo mais acelerado, especialmente a partir de 2021, com o avanço da agroindustrialização e o aumento do volume produzido.

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O peso econômico é direto. O agronegócio responde por cerca de 50% a 55% do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso, de acordo com estimativas do próprio Imea e de órgãos estaduais. Na prática, isso significa que mais da metade de toda a riqueza gerada no Estado está ligada ao campo.

Esse protagonismo se reflete na dinâmica regional. Municípios com forte presença agrícola concentram maior circulação de renda, impulsionando comércio, serviços e construção civil. O efeito multiplicador do agro faz com que cada safra movimente não apenas a produção, mas toda a economia local.

Ao mesmo tempo, o perfil da mão de obra vem mudando. A incorporação de tecnologia no campo e na indústria exige trabalhadores mais qualificados, enquanto a expansão logística amplia a demanda por serviços especializados. O resultado é um mercado de trabalho mais diversificado, que vai além das atividades tradicionais da agricultura.

Fonte: Pensar Agro

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