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Paraná

Destinos turísticos do Paraná são apresentados a 73 agentes de viagens mineiros e cariocas

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O Viaje Paraná, órgão de promoção vinculado a Secretaria do Turismo (Setu-PR), apresentou o setor e serviços paranaenses para novas turmas de agentes de viagens nacionais, somando 73 pessoas no total. As capacitações ocorreram em Belo Horizonte (MG), na terça-feira (11) ,e no Rio de Janeiro (RJ), na nesta quinta-feira (13). Na apresentação, técnicos transmitem informações sobre o Paraná, mostrando belezas naturais, serviços, experiências, gastronomia típica e destinos variados, conforme as características geográficas e culturais de cada grupo.

Ambas as ações aconteceram durante eventos da operadora Europlus. Ao todo, 36 profissionais da capital mineira e arredores, e outros 37 da capital carioca foram impactados. Em geral, os participantes têm como público-alvo de vendas a turistas e clientes ao redor de seus estados, do Triângulo Mineiro a Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

Os participantes também tiveram maior contato com os grandes indicadores que o turismo do Paraná tem alcançado, como a chegada de mais de 888 mil turistas estrangeiros de janeiro a outubro deste ano. Os dados preparam e incentivam os agentes a explorarem, divulgarem e venderem o Estado aos seus clientes.

“Ao apresentar nossos atrativos e conquistas, passamos credibilidade e mostramos que vale a pena vender pacotes com destino ao Estado. É uma troca, porque damos propriedade e conhecimento aos profissionais, e eles retribuem mostrando aos seus clientes tudo de bom que o Estado tem”, disse Irapuan Cortes, diretor-presidente do Viaje Paraná.

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PARCERIA COM A OPERADORA – Original de Porto Alegre, a Europlus surgiu em 2007 com objetivo de ser a extensão do agente de viagem. Hoje, a marca atua com mais de 5 mil agências e 9 mil parceiros em todo o Brasil.

Patrícia Carvalho, gerente de Marketing da operadora, afirma que as ações em parceria com o Viaje Paraná foram um sucesso e reforçaram a missão da operadora. “O feedback mais comum dos agentes é a surpresa, porque muitos não conhecem a fundo as maravilhas do Paraná, além de Foz do Iguaçu. Esta é a prova de que a Europlus e o Viaje Paraná estão no caminho certo, promovendo um Estado riquíssimo e oferecendo aos agentes um novo leque de produtos e roteiros para venderem com mais entusiasmo e autoridade”, contou.

Com as programações dessa semana, mais de 210 agentes e profissionais de cinco estados diferentes já foram impactados pelo Viaje Paraná em eventos da operadora neste ano: duas ações em São Paulo, uma em Porto Alegre, uma em Salvador e as duas mais recente, em Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

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IMPORTÂNCIA AO PROFISSIONAL – Além da palestra, os agentes também tiveram contato com produtos típicos do turismo paranaense, como vinhos da Vinícola Araucária e as balas de banana de Antonina – um dos itens estaduais com selo de Indicação Geográfica. Quem participou das capacitações, aprovou.

“Esse foi um dos treinamentos mais completos e objetivos que eu já fiz sobre destinos. O Paraná é um destino incrível”, disse Rebert Hilbert, da Hilbert Tours, de Belo Horizonte. “Eu já conhecia Foz do Iguaçu, mas Curitiba foi surpreendente, não sabia que tinha tantas coisas para fazer na cidade. Já está nos meus planos pessoais de viagem”, afirmou.

“Gostei bastante. Foi esclarecedor, porque eu não conhecia Curitiba da forma que foi apresentada. Vamos estreitar mais essas parcerias e vamos vender bastante o Paraná aos turistas”, disse Márcio Morgado, da empresa Horizon Turismo, do Rio de Janeiro.

BALANÇO – As apresentações em eventos ao redor do Brasil integram os planos de ação do Viaje Paraná. Também fazem parte dessa estratégia os roadshows, famtours e as grandes convenções. Ao todo, o Estado tem a marca de 21,4 mil empresários e profissionais do turismo impactados pelo órgão de promoção, desde janeiro de 2024.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Paraná registra 1.802 atendimentos no projeto de Insulina Glargina para diabetes

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A Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa), a convite do Ministério da Saúde (MS), iniciou uma parceria com o órgão federal para implementação do projeto-piloto visando a ampliação do acesso à insulina Glargina. A iniciativa tem como objetivo fortalecer o cuidado e melhorar a qualidade de vida de pacientes com diabetes mellitus, principalmente daqueles que enfrentam dificuldades no controle da glicemia com os tratamentos convencionais.

O diabetes é uma doença crônica caracterizada pelo aumento dos níveis de glicose no sangue e exige acompanhamento contínuo, mudanças no estilo de vida e, em muitos casos, uso diário de medicamentos e insulina. A doença também é um importante fator de risco para complicações cardiovasculares, especialmente quando não há controle adequado da glicemia.

Implementado em fevereiro deste ano, o projeto já atendeu no Paraná 1.802 pacientes até o dia 20 de maio de 2026. O Estado recebeu uma remessa de 19.891 unidades de canetas reutilizáveis de insulina Glargina para atendimento da população contemplada pelo programa.

De acordo com o secretário da Saúde do Paraná, César Neves, o projeto busca ampliar a assistência aos pacientes e avaliar os resultados clínicos da utilização da medicação na rede pública de saúde. “A proposta é oferecer um tratamento mais eficiente para pacientes que apresentam dificuldades no controle glicêmico. O acompanhamento adequado contribui para reduzir complicações e melhorar significativamente a qualidade de vida dessas pessoas”, afirmou.

O tratamento contempla novos diagnósticos e a migração de pacientes que utilizam a insulina NPH, conforme indicação médica. O público atendido nesta fase inclui idosos com 80 anos ou mais com diabetes tipo 1 e tipo 2, além de crianças e adolescentes entre 2 e 17 anos com diabetes tipo 1. O projeto também prevê monitoramento dos pacientes atendidos, com avaliação médica e acompanhamento multiprofissional realizado pelas equipes de saúde.

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AÇÃO PROLONGADA – Segundo o médico endocrinologista e coordenador da Saúde do Adulto no Departamento de Atenção Primária à Saúde da SMS Curitiba, Alexei Volaco, a insulina Glargina é um análogo de insulina, ou seja, um medicamento que teve sua molécula modificada para alterar suas características de ação. “Essa modificação estrutural faz com que a insulina tenha absorção mais lenta após a aplicação subcutânea, proporcionando uma ação prolongada de até 24 horas, sem picos de ação”, explicou.

O endocrinologista reforça que o controle adequado do diabetes depende de fatores como alimentação equilibrada, prática de atividade física, adesão ao tratamento e acompanhamento regular. “O uso correto da insulina, aliado aos cuidados diários, ajuda a prevenir complicações graves da doença e proporciona mais segurança e qualidade de vida ao paciente”, completou.

PREVENÇÃO E IDENTIFICAÇÃO – Além da distribuição do medicamento, a iniciativa também destaca a importância da prevenção e da identificação precoce do diabetes. Entre os sinais mais comuns da doença estão sede intensa, aumento da vontade de urinar, fadiga, emagrecimento sem causa aparente e alterações na visão.

A paciente Martha Notburga Rosniecek, de 90 anos, que participa do projeto-piloto, relata melhora significativa no controle da glicemia após o início do tratamento com a insulina Glargina. ‘Estou me dando muito bem com essa nova insulina. Parece que ela é melhor do que a outra que eu usava. Depois que comecei o tratamento, meus exames melhoraram bastante e a glicemia ficou mais controlada no dia a dia. Isso me trouxe mais tranquilidade e segurança’, relatou.

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Segundo ela, o acompanhamento realizado pelas equipes de saúde também tem contribuído para melhorar a qualidade de vida. Hoje consigo acompanhar melhor os resultados e percebo que os níveis diminuíram bastante. Acho que melhorou muito”, afirmou Martha.

Para Antônio José Bertulino, de 83 anos, a utilização da insulina Glargina trouxe melhora significativa no controle da glicemia e mais qualidade de vida. “Antes eu tinha muita dificuldade para controlar o diabetes. Mesmo usando a outra insulina, a glicemia chegava a níveis muito altos. Depois que comecei a usar a insulina Glargina, melhorou bastante. Hoje, em alguns dias, a medição fica em 90, 87. Isso traz mais tranquilidade e segurança. Ter acesso gratuito a esse medicamento pela rede pública está sendo muito bom e fez diferença na minha saúde”, relatou.

PRODUÇÃO NACIONAL – A adoção desta estratégia pelo Ministério da Saúde (MS) é uma resposta à escassez global das insulinas humanas, NPH e regular, registrada desde 2023. Para reduzir a vulnerabilidade do país e fortalecer a produção nacional, foi formalizada em abril de 2025 a Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) de insulina Glargina.

Fonte: Governo PR

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