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DER/PR inicia serviços de melhorias no pavimento em rodovia entre Altônia e Iporã

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O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) iniciou os trabalhos de melhorias na PR-490 entre Altônia e Iporã, na região Noroeste, por meio do seu novo Programa de Manutenção e Conservação de Rodovias (ProMAC). Neste primeiro momento a rodovia está recebendo tapa-buracos em todos os segmentos danificados, garantindo a segurança dos usuários.

Outros serviços mais extensivos e duradouros no pavimento já estão sendo programados para atender este trecho e outros na região, devendo iniciar nas próximas semanas.

A PR-490 está inclusa no lote 30 do ProMAC, que atende 250,92 quilômetros de rodovias, contemplando a PR-182, PR-485, PR-486, PR-489, PR-490, PR-496, PR-587 e PR-681, um investimento de R$ 124.536.000,00, com prazo de execução até fevereiro de 2029. Esse lote beneficia os municípios de Alto Piquiri, Altônia, Brasilândia do Sul, Cafezal do Sul, Esperança Nova, Francisco Alves, Iporã, Perobal, Pérola, São Jorge do Patrocínio, Umuarama e Xambrê.

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PROGRAMA – O ProMAC prevê a conservação periódica, com serviços de fresagem, reperfilagem, microrrevestimento asfáltico e aplicação de camada de reforço em concreto asfáltico usinado a quente; e a conservação de segurança ao usuário, com as soluções de remendos superficiais, remendos profundos, além da selagem de trincas com emulsão asfáltica e pó de pedra ou areia.

Também estão contempladas a conservação dos acostamentos, melhorias no sistema de drenagem de águas, sinalização horizontal, tachas e tachões refletivos, e serviços complementares. O DER-PR é uma autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL).

Fonte: Governo PR

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Ministério Público do Paraná ajuíza ação contra a companhia de energia por falhas recorrentes no fornecimento de energia elétrica em Reserva

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Reserva, nos Campos Gerais, ajuizou uma ação civil pública contra a Companhia Paranaense de Energia (Copel) em razão de “falhas graves e reiteradas no fornecimento de energia elétrica no município”. A ação foi proposta após a apuração, em inquérito civil, de sucessivas interrupções e oscilações no serviço, que prejudicaram consumidores e comprometeram atividades dos setores público e produtivo.

Áudio do promotor de Justiça Harthyan Bruno Schuck de Medeiros

Conforme apurado pelo Ministério Público, a prestação inadequada do serviço provocou prejuízos como perda de alimentos refrigerados, de produção de leite e de vacinas, além da interrupção de atividades produtivas. As falhas também afetaram o abastecimento de água e os serviços de telecomunicações.

A situação é especialmente grave nas áreas rurais, onde há relatos de comunidades que permaneceram até sete dias sem energia elétrica. Segundo a apuração, a concessionária vem descumprindo há anos indicadores de duração e frequência das interrupções no fornecimento, em prejuízo à população.

Medidas urgentes – Na ação, o MPPR requer a concessão de tutela provisória de urgência para que a Copel adote imediatamente as medidas técnicas necessárias para assegurar o fornecimento de energia elétrica de forma eficiente, regular e contínua em Reserva, prevenindo oscilações, interrupções e quedas de tensão.

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Entre as medidas solicitadas estão a fixação de prazos para identificação das causas das interrupções, de acordo com a distância da ocorrência em relação à sede da Prefeitura (variando entre uma hora e até quatro horas). O Ministério Público também requer que o fornecimento seja restabelecido em prazos compatíveis com a complexidade do problema, não ultrapassando o limite de oito horas para ocorrências graves.

Comunicação e transparência – A ação requer que a Copel comunique os consumidores afetados e o poder público sobre a provável causa da interrupção, a área atingida e a previsão de restabelecimento do serviço. A comunicação aos consumidores deverá ocorrer em até 15 minutos após a identificação da causa. Também é solicitada a disponibilização, em página eletrônica de acesso público, de informações atualizadas a cada 30 minutos sobre as ocorrências em andamento, incluindo o número de unidades consumidoras afetadas, a duração das interrupções, a quantidade de equipes em atividade e o estágio dos trabalhos para solucionar os problemas.

Equipes e manutenção preventiva – O MPPR requer que a concessionária mantenha, em condições ordinárias, pelo menos uma equipe em atividade e duas equipes de sobreaviso para atender ocorrências no município. Nos períodos com previsão de tempestades ou eventos climáticos severos, o pedido é de manutenção de, no mínimo, quatro equipes de sobreaviso, sem prejuízo da mobilização de outras equipes quando necessário.

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A ação também pede a apresentação, em até 60 dias, de um programa permanente de manutenção preventiva da rede elétrica, com inspeções periódicas, poda e manejo da vegetação que ofereça riscos, verificação dos equipamentos e correção preventiva de falhas em trechos com histórico de interrupções recorrentes.

Multas por descumprimento – Para garantir o cumprimento das medidas urgentes requeridas, o Ministério Público pede a fixação de multas em caso de descumprimento injustificado dos prazos e das obrigações. Entre os valores solicitados estão R$ 25 mil por hora ou fração de hora de atraso na identificação das causas das interrupções e no restabelecimento do serviço, além de multas específicas para o descumprimento das obrigações de comunicação, manutenção de equipes e apresentação de relatórios e planos de ação.

Indenização – Além das medidas destinadas à regularização do serviço, a ação requer a condenação da Copel ao pagamento de R$ 198,848 milhões por danos morais coletivos. Também é solicitada indenização por danos morais individuais homogêneos no valor mínimo de R$ 8 mil por consumidor afetado pelas interrupções ou oscilações no fornecimento de energia elétrica, sem prejuízo de eventuais ações individuais.

Processo 0001725-54.2026.8.16.0143

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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