Connect with us


Agro

De Heus reforça presença na pecuária do Norte com novo gestor regional e tecnologias de nutrição animal avançadas

Publicado em

Reconhecida pelo potencial produtivo e pelo ritmo acelerado de crescimento, a região Norte tem se consolidado como um dos principais polos de desenvolvimento da pecuária brasileira. Com vastas áreas disponíveis, investimentos crescentes em infraestrutura e avanços tecnológicos no campo, o território ganha destaque tanto na produção de carne quanto de leite.

Atenta a esse cenário, a De Heus, multinacional especializada em nutrição animal, anunciou o fortalecimento de sua atuação na região com a chegada de Leonardo Detoni como novo Gerente Comercial de Ruminantes para o Norte do país. A iniciativa integra a estratégia da empresa de ampliar o suporte técnico e a oferta de soluções inovadoras aos pecuaristas locais.

Novo gestor traz experiência e foco em resultados sustentáveis

Com mais de 18 anos de experiência no agronegócio, Leonardo Detoni é médico-veterinário, possui MBA e Mestrado na área, e tem sólida trajetória em nutrição animal e gestão comercial. Ele assume a missão de ampliar a presença da De Heus nos estados do Pará, Tocantins, Maranhão e Roraima, liderando as equipes e as estratégias voltadas ao segmento de ruminantes.

“É um grande desafio assumir a gestão comercial de uma região com tanto potencial e importância para o agronegócio nacional. Estou muito animado em fortalecer o relacionamento com nossos clientes e expandir as oportunidades de negócios”, afirma Detoni.

Norte: região com potencial produtivo e desafios estruturais

O Norte brasileiro se destaca pelo alto potencial de expansão da pecuária, mas ainda enfrenta desafios importantes, como limitações logísticas, necessidade de qualificação técnica e as particularidades do clima tropical.

Leia mais:  IPCA registra queda de 0,11% em agosto, menor resultado para o mês desde o Plano Real

Para enfrentar esses obstáculos e aproveitar as oportunidades, a De Heus planeja ampliar a oferta de suplementos nutricionais específicos, fortalecer a assistência técnica no campo e promover programas de produtividade e sustentabilidade voltados à realidade local.

Tecnologias de nutrição e inovação a favor do produtor

Entre as soluções que a empresa pretende intensificar na região, está a tecnologia MUB (Mistura Única Balanceada), desenvolvida para aumentar a eficiência alimentar e reduzir a variação nutricional em sistemas de pastagem tropical.

Além disso, a companhia aposta em ferramentas de nutrição de precisão, monitoramento técnico contínuo e programas integrados que alinham nutrição, manejo e gestão de pastagens conforme as condições de solo e clima da região.

Aproximação com o campo e parcerias regionais

Segundo Detoni, o fortalecimento da presença no campo é essencial para garantir resultados concretos aos produtores. “Seguiremos ampliando as visitas técnicas, elaborando dietas adaptadas ao tipo de pastagem e oferecendo núcleos nutricionais específicos, além de serviços de monitoramento de desempenho animal”, explica.

Outro ponto estratégico é o estreitamento de parcerias com cooperativas, distribuidores e grupos regionais, além da divulgação de cases de sucesso que comprovam ganhos reais de produtividade e redução de custos.

Leia mais:  CNA encerra Circuito Campo Futuro em Chapecó com balanço da pecuária de leite

Com a nova gestão e o investimento em tecnologias de precisão, a De Heus reforça seu compromisso com a inovação, eficiência e sustentabilidade da pecuária nortista, contribuindo para o avanço contínuo do setor no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook

Agro

Plano Brasil Soberano: Governo amplia crédito para fertilizantes

Published

on

Fabricantes de fertilizantes, produtores de matérias-primas intermediárias e mineradoras que abastecem o setor poderão contratar capital de giro pelo Plano Brasil Soberano. A mudança amplia o alcance do programa e procura dar fôlego financeiro a uma cadeia considerada estratégica para o agronegócio brasileiro.

Projetos industriais e tecnológicos ligados ao beneficiamento, refino e transformação de minerais críticos e estratégicos também terão acesso a recursos com custo reduzido. O encargo da fonte de financiamento caiu para 3% ao ano, ante percentuais que chegavam a 8% na aquisição de máquinas e equipamentos e a 6,5% em determinados investimentos.

A decisão foi tomada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em reunião extraordinária realizada no fim de agosto. O colegiado também prorrogou por 12 meses o prazo para apresentação dos pedidos de financiamento ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As empresas elegíveis poderão protocolar as solicitações até 31 de dezembro de 2027.

Para o produtor rural, o efeito não será direto. As linhas são destinadas às empresas que produzem, processam ou fornecem insumos para a fabricação de adubos. O objetivo é melhorar as condições financeiras da indústria e reduzir riscos de interrupção no abastecimento do campo.

A inclusão do capital de giro atende a uma característica do setor. Muitas empresas precisam pagar antecipadamente pelas matérias-primas importadas, arcar com frete, armazenagem e processamento e somente depois receber pelas vendas realizadas aos produtores ou distribuidores.

Esse intervalo exige grande disponibilidade de caixa. Quando o crédito fica caro ou escasso, as empresas podem reduzir compras, estoques e produção. A consequência chega às propriedades na forma de menor oferta, dificuldade para programar entregas e maior exposição às oscilações de preços.

Leia mais:  IPCA registra queda de 0,11% em agosto, menor resultado para o mês desde o Plano Real

Antes da mudança, as empresas da cadeia de fertilizantes podiam recorrer ao Plano Brasil Soberano principalmente para comprar máquinas ou executar projetos de investimento. Agora, os recursos também poderão financiar despesas necessárias ao funcionamento diário das operações.

A medida ganha importância porque o Brasil importa mais de 80% dos fertilizantes que utiliza. Essa dependência deixa a produção agrícola vulnerável ao câmbio, às cotações internacionais, aos custos marítimos e a conflitos capazes de interromper rotas ou restringir a oferta mundial.

O país responde por cerca de 8% do consumo global de fertilizantes e ocupa a quarta posição entre os maiores consumidores. Soja, milho e cana-de-açúcar representam mais de 73% da demanda nacional, o que transforma o insumo em um componente decisivo dos custos das principais cadeias agrícolas.

O crédito mais barato para minerais estratégicos procura estimular investimentos em etapas que ainda são pouco desenvolvidas no Brasil. O país possui reservas minerais importantes, mas parte do material extraído é exportada sem processamento ou não chega a ser transformada internamente nos produtos necessários à agricultura.

Ao apoiar o beneficiamento, o refino e a transformação dentro do país, o governo tenta ampliar a capacidade industrial e diminuir a dependência de produtos acabados vindos do exterior. O resultado, entretanto, dependerá da execução dos projetos, que podem exigir licenciamento, infraestrutura, tecnologia e vários anos até o início da produção.

O percentual de 3% ao ano não representa necessariamente a taxa final que será paga pelas empresas. Ele corresponde ao custo da fonte de recursos e já considera a remuneração do BNDES. Nas operações indiretas, realizadas por bancos credenciados, ainda podem existir encargos do agente financeiro e custos relacionados ao risco do tomador.

Leia mais:  Colheita de café avança lentamente no Sul de Minas após chuvas e preocupa produtores com qualidade dos grãos

Por isso, a medida também não garante uma queda imediata no preço do fertilizante vendido ao agricultor. As cotações continuarão sujeitas ao câmbio, aos preços internacionais, ao frete, à oferta mundial de nutrientes e à demanda no período de plantio.

O ganho mais provável no curto prazo é a melhora das condições para que fabricantes e fornecedores mantenham estoques e cumpram contratos. No longo prazo, se os investimentos aumentarem a produção e o processamento de matérias-primas no Brasil, o setor poderá reduzir a exposição a crises externas e ganhar maior previsibilidade.

O acesso às linhas será restrito aos segmentos definidos conjuntamente pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) e pelo Ministério da Fazenda. A relação de atividades autorizadas consta das portarias que regulamentam o Plano Brasil Soberano.

Criado para apoiar empresas afetadas pelo aumento das tarifas norte-americanas e pela instabilidade do comércio internacional, o programa passa a alcançar uma cadeia diretamente ligada à segurança produtiva do país. Para o campo, o efeito concreto será medido pela capacidade da política de ampliar a oferta interna, evitar falta de insumos e reduzir a dependência que hoje transforma qualquer crise internacional em custo adicional dentro da porteira.

Fonte: Pensar Agro

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262