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De Heus lança Jornada da Sustentabilidade 2025 e fortalece compromisso ambiental e social

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Jornada da Sustentabilidade conecta todas as unidades

A De Heus Brasil lançou a Jornada da Sustentabilidade 2025, projeto que unifica ações ambientais, sociais e de desenvolvimento de pessoas em todas as unidades da empresa no país. A iniciativa faz parte do movimento institucional WOW! 2025 e integra o programa global Responsible Feeding, alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e aos Global Green Goals da companhia.

“A ideia é que a sustentabilidade esteja presente no dia a dia da empresa e dos colaboradores, não apenas no papel”, afirma Guilherme Cerqueira, gerente de Sustentabilidade da De Heus.

Três frentes de ação: ambiental, social e desenvolvimento

O projeto é estruturado em três pilares principais:

  • 1. Ambiental
    • Redução do consumo de água e energia
    • Plantio de mudas e viveiros próprios
    • Logística reversa e reaproveitamento de materiais
  • 2. Social
    • Campanhas de arrecadação de alimentos e itens de higiene
    • Apoio a instituições e incentivo à inclusão produtiva
    • Parcerias com organizações como Pernas de Aluguel
  • 3. Desenvolvimento e cultura
    • Treinamentos e compartilhamento de conhecimento
    • Programas de gamificação para engajamento dos colaboradores
    • Eventos como Conexões de Carreira e Semana da Qualidade, Segurança e Sustentabilidade (SQSS 2025)
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Impactos positivos concretos

Entre os resultados já alcançados estão:

  • Reaproveitamento de uniformes: 427 peças transformadas em 500 nécessaires por costureiros locais
  • Corrida solidária: inclusão e bem-estar para a comunidade
  • Multiplicando Conhecimento: troca de saberes entre colaboradores
  • Arrecadação na SQSS 2025: quase 3 toneladas de alimentos e centenas de itens de higiene
  • Feira de trocas “Desapega aí!”: prática de consumo consciente entre colaboradores

“Observamos impactos significativos na redução de resíduos, economia de recursos e geração de renda para pequenos empreendedores. Até 2030, queremos capacitar 250 mil produtores e profissionais do setor agropecuário”, destaca Cerqueira.

Apoio à Black Jaguar Foundation e reflorestamento

A De Heus também reforça seu compromisso com o meio ambiente por meio do apoio à Black Jaguar Foundation, que restaura o Corredor de Biodiversidade Araguaia, conectando Amazônia e Cerrado. Entre as ações da empresa estão:

Implantação de viveiros e fornecimento de mudas
  • Coleta de sementes
  • Treinamento de brigadas de incêndio
  • Sustentabilidade como pilar estratégico

Segundo Guilherme Cerqueira, a sustentabilidade é central para o futuro da De Heus:

“Ela orienta nossas decisões, fortalece o relacionamento com clientes e comunidades e garante que nosso crescimento venha acompanhado de impacto positivo para pessoas e planeta”.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Cerrado Mineiro tem um dos melhores rendimentos dos últimos anos

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A colheita do café arábica chegou a 99% nas propriedades acompanhadas pela Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocacer), no Cerrado Mineiro. Além do avanço dos trabalhos, o beneficiamento apresenta rendimento médio de 455 litros de café colhido para a formação de uma saca de 60 quilos, um dos melhores resultados registrados nos últimos anos.

O levantamento considera a situação das lavouras até 11 de setembro. Aproximadamente 90% da produção já passou pelo beneficiamento, etapa em que são retiradas a casca, a palha e as impurezas para obtenção dos grãos que serão classificados e comercializados.

O resultado de 455 litros por saca indica uma relação favorável entre o volume retirado da lavoura e a quantidade de café beneficiado. Quanto menor o volume de frutos necessário para formar uma saca de 60 quilos, melhor tende a ser o aproveitamento industrial da produção.

Esse rendimento ajuda a compensar parte dos custos da colheita, da secagem e do beneficiamento. Para o produtor, significa obter mais sacas comerciais a partir do mesmo volume colhido, embora o resultado financeiro também dependa da qualidade da bebida, da classificação dos grãos e dos preços negociados.

O Cerrado Mineiro reúne cerca de 4,5 mil produtores em 55 municípios e possui aproximadamente 255 mil hectares cultivados. A região produz, em média, 6 milhões de sacas por ano, equivalentes a 12,7% da produção brasileira, e comercializa café com mais de 30 países.

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A cafeicultura regional também se diferencia pela Denominação de Origem Cerrado Mineiro, a primeira reconhecida para cafés no Brasil. O selo identifica produtos cultivados dentro da área delimitada e que atendem aos critérios de origem, rastreabilidade e qualidade.

A etapa final da colheita está concentrada principalmente no recolhimento dos frutos que caíram no chão. A Expocacer estima que esse café represente cerca de 30% do volume da safra. Aproximadamente 80% dessa parcela já foi recuperada.

O índice médio de catação, que representa a retirada de grãos defeituosos durante o beneficiamento, está próximo de 21%. O percentual foi influenciado justamente pela maior participação do café recolhido do chão, normalmente mais sujeito à umidade, fermentação e contato com impurezas.

As chuvas registradas entre os dias 5 e 9 de setembro impediram o encerramento completo da colheita. A umidade elevada do solo dificultou o tráfego das máquinas e interrompeu temporariamente o recolhimento em algumas propriedades. Como a maioria das áreas já concluiu o trabalho, o avanço do percentual restante ocorre de forma mais lenta.

As precipitações, por outro lado, estimularam a abertura das primeiras flores da próxima safra. A florada observada corresponde, em média, a 33% do potencial estimado para as lavouras acompanhadas pela cooperativa.

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Nas áreas que produziram menos nesta temporada, a abertura das flores foi mais intensa e uniforme. Nas lavouras que sustentaram cargas elevadas, a florada apresentou menor intensidade, comportamento relacionado ao esforço realizado pelas plantas durante a formação da safra atual.

A continuidade das chuvas poderá favorecer uma segunda florada de proporção semelhante. O restante do potencial deve se distribuir entre outubro e novembro, conforme a disponibilidade de umidade e as condições de temperatura.

A abertura das flores é uma sinalização positiva, mas ainda não garante o tamanho da próxima produção. Para que se transformem em frutos, as lavouras precisarão de umidade suficiente durante o pegamento, a formação dos chumbinhos e o início da granação.

Com a safra atual praticamente recolhida, rendimento de beneficiamento favorável e as primeiras flores abertas, o Cerrado Mineiro encerra um ciclo e inicia outro. O acompanhamento das chuvas e o manejo nutricional e fitossanitário das lavouras serão decisivos para transformar o potencial observado agora em produção na próxima colheita.

Fonte: Pensar Agro

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