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Criada neste ano, Coordenação de Operações Policiais Integradas reforça combate ao crime

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O Estado deu mais um importante passo para ampliar a segurança da população. Um dos destaques nos primeiros 100 dias da segunda gestão do governador Ratinho Junior foi a criação, em janeiro, da Coordenação de Operações Integradas de Segurança Pública (Coisp), que articula ações conjuntas entre forças de segurança estaduais e com outros estados.

Com a coordenação, ganhou mais força o combate o crime organizado. A Coisp faz a articulação de políticas públicas para a área, apoia programas, ações e operações policiais dirigidos à redução e prevenção da violência e da criminalidade, principalmente em áreas estratégicas, como as fronteiras e divisas do Paraná.

De acordo com o secretário da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira, a estratégia de atuação conjunta inclui órgãos federais, estaduais e municipais. “A Coisp coordena ações na prevenção da violência e da criminalidade, com foco nas operações policiais integradas. A integração é a chave para as ações que geram bons resultados no combate ao crime organizado”, diz o secretário.

Nos 100 primeiros dias deste ano foram realizadas 10 ações especiais em diversas regiões do Paraná e também no Porto de Paranaguá.

Instalada no antigo prédio da Secretaria da Segurança Pública, no Centro Cívico, em Curitiba, a Coisp trabalha com apoio e a tecnologia já instalada no Centro Integrado de Comando e Controle Regional (CICCR). “Temos o principal vetor, que é fomentar a integração em todas as esferas da segurança pública e, também, em fiscalização e defesa civil”, explica o coordenador da unidade, coronel da PMPR Saulo de Tarso Sanson Silva.

“A Coisp fortalece a interação entre as forças de segurança estaduais e também facilita esta integração em nível interestadual para que a repressão ao crime organizado seja cada vez mais efetiva”, complementa coordenador adjunto, delegado da Polícia Civil Leonardo Carneiro.

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AÇÕES – Ao longo dos 100 dias, a Coisp já coordenou inúmeras operações policiais especiais. Uma das primeiras ocorreu em Curitiba e Maringá. A ação envolveu um efetivo de mais de 200 agentes das forças de segurança, só na Capital, para policiamento ostensivo e preventivo, além de coibir a prática de crimes.

O enfrentamento da criminalidade também demanda a atuação estratégica e o uso de inteligência. Por isso, a Segurança Pública adotou o sistema de operações especiais em outras atividades, como auditorias e investigações.

Assim, a Coisp conduziu também a Operação Hórus e a Operação Albatroz, em conjunto com o governo federal. No dia 29 de março, em Paranaguá, no Litoral, a Polícia Militar, apreendeu 475 quilos de pasta base de cocaína. A ação aconteceu no âmbito da Operação Albatroz, em parceria com forças federais e municipais.

SAFRA SEGURA – Para reforçar orientações nas rodovias do Paraná durante o escoamento da produção agrícola, a Sesp, em conjunto com demais órgãos do Governo do Estado e da União, deu início no dia 7 de março à Operação Safra Segura. A ação reúne as polícias Civil, Militar e Científica, o Corpo de Bombeiros Militar, a Secretaria estadual da Saúde, Defesa Civil, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR), Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) e o Departamento de Estrada de Rodagem do Paraná (DER/PR).

O objetivo é melhorar as condições de trabalho e saúde dos caminhoneiros e a segurança nas rodovias, e levar orientações e fiscalizações aos condutores dos veículos de carga. A ideia é diminuir e prevenir acidentes durante o escoamento da safra de grãos em direção ao Porto de Paranaguá. Todas as ações continuam em todo o Paraná até o final de abril, com a fiscalização do Coisp.

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Dentro da Operação Safra, a Coisp coordenou a Operação Vazada, que apreendeu três toneladas de soja roubadas em Paranaguá. Após uma denúncia anônima registrada pelo Disque-Denúncia 181, a PMPR prendeu quatro homens e apreendeu o produto. A suspeita é de que a carga era oriunda de furto resultante da abertura de bicas e tombadores dos caminhões (a chamada vazada) que trafegam em baixa velocidade pelo perímetro portuário, com o fim de ser varrida, ensacada e vendida a receptadores que atuam na região.

ENCONTRO – Outra ação de destaque na área foi o encontro, em Curitiba, de secretários de Segurança Pública do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, São Paulo e Mato Grosso do Sul. A iniciativa foi da Sesp, com apoio da Coordenação de Operações Integradas. O debate girou em torno da integração, principalmente, para combate ao crime em regiões de fronteira e divisas dos estados.

Uma das decisões do grupo foi estabelecer procedimentos relativos ao planejamento das operações e executar ações conjuntas contra os crimes de maior incidência. “Na segurança pública não temos tempo a perder”, disse o secretário Hudson Leôncio Teixeira. “Parcerias nas ações interestaduais de segurança pública se fazem com cooperação, compartilhamento de inteligência e de recursos humanos”.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público denuncia guarda municipal de Curitiba que utilizava patinete elétrico para abordar adolescentes e oferecer dinheiro em troca de atos libidinosos

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O Ministério Público do Paraná, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Infrações Penais Contra Crianças e Adolescentes de Curitiba, denunciou um guarda municipal da capital, de 34 anos, por diversos crimes sexuais e graves ameaças praticados contra adolescentes. Investigado por abordar as vítimas em vias públicas nos bairros Alto da Glória, Ahú e Centro, ele foi denunciado pelos crimes de perseguição (stalking), importunação sexual, ameaça e tentativa de estupro de vulnerável.

A denúncia, oferecida nesta quarta-feira, 23 de setembro, elenca seis fatos criminosos praticados entre julho e agosto deste ano contra cinco vítimas do sexo masculino com idades entre 13 e 17 anos nas imediações da Rua Mauá, do Estádio Couto Pereira e do Colégio Estadual Professor Loureiro Fernandes, em Curitiba. Ele está preso preventivamente.

De acordo com as investigações, o denunciado utilizaria um patinete elétrico motorizado para abordar as vítimas, perguntando idade e local de residência, e oferecer dinheiro em troca de atos libidinosos. Nas abordagens, ele ameaçava os adolescentes, dizendo que podia encontrá-los, uma vez que conhecia o percurso que faziam diariamente, chegando a exibir uma faca e uma arma de fogo em alguns episódios.

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Outras vítimas – A Promotoria de Justiça não descarta a possibilidade da existência de outras práticas criminosas do acusado e orienta que eventuais outras vítimas busquem o Ministério Público do Paraná para orientação e possível representação dos fatos. O contato com a 1ª Promotoria de Justiça de Infrações Penais contra Crianças e Adolescentes de Curitiba pode ser feito por meio dos telefones (41) 3251-6745 e (41) 98861-3230, do e-mail [email protected] ou pessoalmente, na Avenida Anita Garibaldi, 750, Cabral.

Além da condenação às penas previstas em lei, o Ministério Público requer a fixação de pagamento de no mínimo R$ 50 mil para cada uma das vítimas a título de reparação pelos danos morais causados.

Processo 0011342-73.2026.8.16.0196 (sob sigilo)

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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