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Política Nacional

CPMI do INSS ouve presidente do Sindnapi nesta quinta

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A CPMI do INSS se reúne nesta quinta-feira (9), a partir das 9h, para votar requerimentos e ouvir o presidente do Sindicato dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi), Milton Baptista de Souza Filho. O deputado Delegado Fabio Costa (PP-AL) afirmou que o sindicato deve muitas explicações ao colegiado.

Em 2024, segundo o Portal da Transparência, o Sindnapi recebeu cerca de R$ 154 milhões em repasses do INSS via descontos, segundo Costa.

O colegiado pode votar nesta quinta-feira até 78 requerimentos, entre eles, uma nova convocação do advogado Eli Cohen. O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) defende uma nova oitiva do advogado, um dos primeiros a denunciar a questão das fraudes nos descontos associativos.

“Nós ouvimos aqui o sr. Eli Cohen, que fez essa denúncia e que criou esta alcunha do ‘Careca do INSS’. E nós sabemos que ele tinha relações econômicas, comerciais com o [empresário Maurício] Camisotti, com outras pessoas que atuam nessa área. Nós recebemos informações, inclusive, de que essa pessoa, que de fato não trouxe documentos, possa ter recebido treinamento pago por partidos políticos para vir aqui ajudar na criação dessa narrativa”, disse Pimenta.

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A reunião será realizada nesta quinta-feira (9) no plenário 2 da ala Nilo Coelho, no Senado.

Da Agência Senado
Edição – AC

Fonte: Câmara dos Deputados

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Política Nacional

Vai à Câmara projeto que facilita desembargo de área com infração ambiental

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O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (2), em votação simbólica, um projeto de lei que cria regras para a regularização ambiental de áreas rurais embargadas em razão de infrações ambientais. O PL 6.531/2025 segue agora para a Câmara dos Deputados.

A proposta altera a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605, de 1998) para disciplinar a regularização de áreas embargadas por descumprimento das regras de proteção da vegetação nativa previstas no Código Florestal (Lei 12.651, de 2012). O texto recebeu parecer favorável do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA).

A proposta obriga a autoridade ambiental a informar o produtor sobre a possibilidade de um termo de compromisso logo no ato da multa ou embargo. Se o produtor pedir para assinar esse acordo e o órgão ambiental não responder em 60 dias, as punições econômicas (como o bloqueio de acesso ao crédito rural) serão automaticamente suspensas. Isso permite que o agricultor volte a buscar financiamento enquanto o processo de regularização continua correndo.

Autor do projeto, o senador Sérgio Petecão (PSD-AC) diz que a medida favorece os pequenos produtores que têm áreas embargadas e ficam impossibilitados de produzir.

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— O órgão [ambiental] terá 60 dias para dar resposta ao produtor; se o órgão não se manifestar, o produtor passa a produzir. Da forma que estamos hoje, é luta desigual com os nossos produtores — afirmou.

Além de saudar a aprovação do projeto, o senador Jaime Bagattoli (PL-RO) cobrou justiça para os produtores de todos os estados da Região Amazônica.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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