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Curitiba

Coronavírus esvazia o trânsito e acidentes caem em Curitiba

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A recomendação de isolamento social por parte da Organização Mundial de Saúde (OMS) e os apelos das secretarias estadual e municipal de Saúde para que a população paranaense fique em casa estão refletindo no trânsito da cidade. Segundo levantamento do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), feito a pedido do Bem Paraná, o número de acidentes nas ruas da cidade caiu quase pela metade.

Os dados, repassados à reportagem pelo setor de comunicação da Polícia Militar (PM-PR), mostram que entre os dias 11 e 20 de março haviam sido registrados 150 acidentes de trânsito na cidade, com o total de 124 pessoas feridas e um óbito.

Depois que o isolamento social passou a ser recomendado aos cidadãos e o o comércio não-essencial foi fechado, as ocorrências despencaram, com queda de 46%: foram 81 acidentes, com 74 feridos. O número de óbitos, curiosamente, aumentou, com duas fatalidades, ambas registradas em atropelamentos.

Os números são parecidos com aqueles registrados pelo Sistema Digital de Dados Operacionais do Corpo de Bombeiros do Paraná (SYSBM-CCB), que considera todos os tipos de acidente de transporte registrados na cidade, e não apenas acidentes de trânsito.

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Entre o dia 11 e 20 de março haviam sido registradas 248 ocorrências na Capital, enquanto entre os dias 21 e 30 de março foram 124, uma redução de 50%, exatamente. No ano passado, entre os dias 21 e 30 de março, haviam sido 265 ocorrências na cidade.

Outro efeito do menor movimento nas ruas é o da poluição. A concentração de NO2 (Dióxido de Nitrogênio) no dia 16 de março era 17,5 e no dia 25, já dentro da quarentena, caiu para 7,5, segundo dados do Instituto Atlas e Terra (IAT) do Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema).

Apesar de decretos, comércio abre nos bairros

Apesar dos decretos do governo do Estado e do município, recomendando e até mesmo obrigando que serviços e atividades não essenciais não abram as portas, na segunda-feira e ontem, diversos internautas relataram que o comércio, e até mesmo atividades não essenciais, estavam abrindo normalmente em bairros da periferia, como o Síto Cercado, São Braz e entorno do Centro de Curitiba.

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Os decretos em vigor desde o final de semana do dia 22 de março, preveem os serviços que devem permanecer abertos pelos seus aspectos de utilidade pública, e veta a abertura de outros. Existe a possibilidade de fiscalização e até mesmo de multa para quem descumprir os decretos.

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Curitiba

Jovem que estava desaparecida foi assassinada em Curitiba

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Desaparecida desde outubro deste ano, a jovem Ana Carla Dalacosta de Menezes foi encontrada morta em Curitiba. O corpo já havia sido localizado na manhã do dia 10 do mês passado, mas só nesta sexta-feira (19) foi identificado.

Ana era moradora de Rolândia e foi considerada desaparecida após sair de casa informando que iria atrás de um emprego em Maringá. Alguns dias depois, ela teria sido vista em Apucarana.

No entanto, Ana viajou para Curitiba e foi brutalmente assassinada na capital paranaense. O corpo foi localizado em chamas às margens do Rio Belém, na Rua Sérgio Venci, por moradores da região. A Guarda Municipal foi chamada e controlou o fogo.

A Polícia Científica realizou a perícia e contratou que ela pode ter sido morta asfixiada, antes de atearem fogo no corpo.

Nos últimos dias, o pai da vítima divulgou nas redes sociais sobre o seu desaparecimento, pois estranhou que ela estava há muitos dias sem se comunicar com a família. Ao descobrir que havia um corpo no Instituto Médico Legal (IML), de Curitiba, que batia com as características de Ana Carla, familiares foram até a capital e com um exame de arcada dentária, conseguiram confirmar que se tratava dela. A família também reconheceu as roupas que ela usava.

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A Divisão de Homicídios segue com a investigação para tentar identificar o autor ou autores do crime. A motivação do crime ainda é desconhecida.

O corpo de Ana Carla após ser liberado, deverá ser encaminhado para Rolândia onde acontecerá o enterro.

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