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Política Nacional

Comissão debate sistema de saúde e proteção social dos militares

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A Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados realiza, nesta segunda-feira (9), audiência pública para discutir a carreira militar e o sistema de proteção social dos militares. O debate será realizado às 10 horas, no plenário 3, e será interativo.

O debate atende a pedido da deputada Erika Kokay (PT-DF). Segundo a parlamentar, milhares de jovens incorporados anualmente às Forças Armadas pelo serviço militar obrigatório, além daqueles que ingressam de forma voluntária e temporária, não contam com a devida proteção social nem com assistência adequada à saúde. Ela afirma que esse quadro atinge militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica em diferentes especialidades técnicas.

A deputada aponta ainda problemas no Fundo de Saúde do Exército (Fusex), citando reclamações de militares da reserva remunerada, reformados e pensionistas sobre a demora na liberação de encaminhamentos para exames e tratamentos em clínicas e hospitais conveniados. Segundo ela, a situação tem sido percebida como discriminatória.

 “Diante disso, a realização da audiência pública se faz imprescindível, de modo a oportunizar amplo debate sobre a realidade enfrentada por esses militares e buscar encaminhamentos que contribuam para a reparação das desigualdades e para a melhoria das condições de saúde e de carreira no âmbito das Forças Armadas”, afirma.

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Da Redação – RS

Fonte: Câmara dos Deputados

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Política Nacional

Vai à Câmara projeto que facilita desembargo de área com infração ambiental

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O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (2), em votação simbólica, um projeto de lei que cria regras para a regularização ambiental de áreas rurais embargadas em razão de infrações ambientais. O PL 6.531/2025 segue agora para a Câmara dos Deputados.

A proposta altera a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605, de 1998) para disciplinar a regularização de áreas embargadas por descumprimento das regras de proteção da vegetação nativa previstas no Código Florestal (Lei 12.651, de 2012). O texto recebeu parecer favorável do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA).

A proposta obriga a autoridade ambiental a informar o produtor sobre a possibilidade de um termo de compromisso logo no ato da multa ou embargo. Se o produtor pedir para assinar esse acordo e o órgão ambiental não responder em 60 dias, as punições econômicas (como o bloqueio de acesso ao crédito rural) serão automaticamente suspensas. Isso permite que o agricultor volte a buscar financiamento enquanto o processo de regularização continua correndo.

Autor do projeto, o senador Sérgio Petecão (PSD-AC) diz que a medida favorece os pequenos produtores que têm áreas embargadas e ficam impossibilitados de produzir.

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— O órgão [ambiental] terá 60 dias para dar resposta ao produtor; se o órgão não se manifestar, o produtor passa a produzir. Da forma que estamos hoje, é luta desigual com os nossos produtores — afirmou.

Além de saudar a aprovação do projeto, o senador Jaime Bagattoli (PL-RO) cobrou justiça para os produtores de todos os estados da Região Amazônica.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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