Política Nacional
Comissão debate ações realizadas com recursos destinados à recuperação de Brumadinho
A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados promove audiência pública na terça-feira (16) para discutir as ações realizadas com os recursos destinados à recuperação das áreas atingidas pelo desastre de Brumadinho (MG).
O debate atende a pedido do deputado Diego Andrade (PSD-MG) e está marcado para as 16 horas, no plenário 14.
Segundo o parlamentar, o objetivo é assegurar a prestação de contas à sociedade sobre o uso dos recursos provenientes do Acordo Judicial de Reparação firmado em 2021 entre a Vale, o governo de Minas Gerais e órgãos de Justiça.
Ele lembra que o rompimento da barragem do Córrego do Feijão, da mineradora Vale, em 2019, causou a morte de 272 pessoas, contaminou a bacia do rio Paraopeba e é considerado um dos maiores desastres socioambientais da história do Brasil.
“A audiência permitirá avaliar a efetividade das políticas públicas implementadas com os recursos reparatórios”, afirma Andrade. “Esse processo de avaliação crítica pode subsidiar ajustes e aprimoramentos na condução das ações de reparação”, acrescenta.
Da Redação – MB
Fonte: Câmara dos Deputados
Política Nacional
Comissão aprova campanha nacional sobre doença falciforme
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4177/21, que cria uma campanha permanente de conscientização sobre a doença falciforme.
O texto original, do deputado Ossesio Silva (Republicanos-PE), foi aprovado com emendas do relator, deputado Diego Garcia (Republicanos-PR), que excluiu referências a “prevenção”. Garcia explicou que a condição é genética e passa de pais para filhos, não sendo possível evitá-la com vacinas ou hábitos de saúde. Ele ressaltou que o foco deve ser o diagnóstico precoce e o tratamento adequado.
A proposta segue para o Senado, a menos que haja recurso para análise pelo Plenário da Câmara.
A doença falciforme altera o formato dos glóbulos vermelhos do sangue, que passam a parecer uma foice, dificultando a circulação do oxigênio. Isso causa crises de dores fortes, cansaço, além de pele e olhos amarelados (icterícia).
Segundo Garcia, manter a palavra “prevenção” poderia sugerir que o Estado buscaria evitar o nascimento de pessoas com essa herança genética, o que seria uma forma de discriminação proibida pela Constituição.
“A cautela é necessária para preservar a conformidade do texto com princípios estruturantes da Constituição, como a dignidade da pessoa humana e a proteção à liberdade no planejamento familiar”, disse o relator.
Qualidade de vida
No Brasil, cerca de 60 mil pessoas vivem com a enfermidade, que atinge principalmente a população negra. A nova campanha pretende unificar as informações do SUS para reduzir a mortalidade infantil e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
A campanha será coordenada pelo Ministério da Saúde e deverá ser acessível a todos os públicos, incluindo pessoas com deficiência.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub
Fonte: Câmara dos Deputados
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