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Com projeto executivo em andamento, Terminal de Londrina avança nova etapa

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As obras do novo Terminal Metropolitano de Londrina seguem avançando dentro do cronograma estabelecido pelo Governo do Estado, através da Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep). Após a conclusão das etapas iniciais de preparação da área, o empreendimento entra agora na reta final de elaboração dos projetos executivos de engenharia, etapa fundamental para o início das frentes de construção previstas para os próximos meses.

O empreendimento é executado por meio do modelo de Contratação Integrada, modalidade que contempla desde a elaboração dos projetos básico e executivo até a execução das obras físicas. Atualmente, o contrato está concentrado na fase técnica de detalhamento dos projetos, com prazo previsto até o final de junho.

Enquanto os projetos são finalizados, diversas atividades preparatórias já foram executadas no terreno onde será implantado o terminal. Entre os serviços concluídos estão a limpeza geral da área, roçada, demolições necessárias, implantação de tapumes para fechamento e segurança do espaço, além das sondagens de solo que irão subsidiar o dimensionamento das fundações e estruturas do empreendimento.

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Também permanecem em andamento os serviços de manutenção e vigilância patrimonial do local, garantindo segurança e preservação da área durante esta etapa de transição para o início das intervenções estruturais de maior porte.

A expectativa é que, logo após a conclusão e aprovação dos projetos executivos, as equipes e maquinários sejam mobilizados de forma mais intensa no canteiro de obras, com início das frentes de trabalho a partir de julho.

TERMINAL METROPOLITANO – E estrutura será implantado em uma área superior a 12 mil metros quadrados e deverá atender cerca de 50 mil passageiros por dia que utilizam o transporte coletivo nos deslocamentos entre Londrina e municípios da região, como Cambé, Ibiporã, Rolândia e Jataizinho. O investimento é de cerca de R$ 36 milhões.

O projeto prevê uma estrutura moderna, com plataformas de embarque e desembarque para ônibus metropolitanos, áreas de espera para passageiros, bicicletário, espaços administrativos, áreas comerciais e espaços de convivência, fortalecendo a integração regional e oferecendo mais conforto e segurança aos usuários do sistema metropolitano.

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De acordo com o diretor-presidente da Amep, Gilson Santos, a obra representa um investimento estratégico para a mobilidade urbana do Norte. “O Terminal Metropolitano de Londrina é uma das obras mais importantes para a integração regional do Estado. Estamos avançando de forma responsável, cumprindo todas as etapas técnicas necessárias para garantir uma estrutura moderna, segura e preparada para atender milhares de passageiros diariamente. Com a conclusão dos projetos, iniciaremos uma nova fase da obra, com intensificação dos trabalhos no canteiro”, destacou.

A construção do terminal atende a uma demanda histórica da população da região, aguardada há mais de três décadas, e representa um importante avanço para a mobilidade urbana e o fortalecimento da integração metropolitana no Norte do Paraná.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público do Paraná emite recomendação administrativa ao Município de Arapongas para regularização de cessão de túmulos no Cemitério Municipal

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O Ministério Público do Paraná expediu recomendação administrativa ao prefeito do município de Arapongas, no Norte Central do estado, para que sejam adotadas providências para sanar irregularidades identificadas na concessão e transferência de terrenos no Cemitério Municipal. A medida administrativa, encaminhada no dia 15 de setembro último pela 1ª Promotoria de Justiça de Arapongas, decorre de apuração conduzida no âmbito de inquérito civil, que ainda está em trâmite, sobre um possível esquema de comercialização clandestina e transferências irregulares de titularidade de túmulos.

Áudio da promotora de Justiça Flávia Simon Fagundes dos Santos 

As investigações apontam até o momento que as transferências de titularidade dos terrenos estariam sendo feitas em desacordo com a legislação municipal. Por se tratar de bens públicos de uso especial, os terrenos em cemitérios municipais possuem regras específicas de concessão e a legislação municipal (Decreto Municipal 338/04) proíbe expressamente a negociação comercial de jazigos entre terceiros, admitindo a transferência apenas entre parentes consanguíneos ou afins até o terceiro grau e mediante prévia autorização administrativa. Nos casos de desinteresse na manutenção do espaço, o imóvel deve retornar ao município.

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Possíveis crimes – Ao emitir a recomendação, a Promotoria de Justiça sustenta que ficou demonstrado “o descumprimento contumaz da legislação municipal, com a reiterada validação administrativa de transferências fundadas em meras declarações de parentesco, sem a devida conferência documental, viabilizando a apropriação e negociação privada do espaço público”. Além disso, teria sido revelado, ainda, um possível modus operandi que consiste na participação direta de servidores públicos nas negociações, mediante fraude documental e laudos forjados de abandono de sepulturas, inclusive com captação de vantagem financeira indevida depositada em contas de intermediários. Os fatos também são objeto de apuração de um inquérito policial em trâmite na Divisão Estadual de Combate à Corrupção (Deccor).

Correções – Como medidas a serem adotadas para que sejam corrigidas as ilegalidades, a Promotoria de Justiça aponta que deve ser cessado, imediatamente, toda e qualquer autorização ou validação de transferência de terrenos sem a comprovação documental de parentesco até o 3º grau. Além disso, é recomendada a instituição, em até 30 dias, de um novo fluxo administrativo de controle rigoroso dos pedidos de transferência, que deverá ser realizada por servidores efetivos e estáveis diversos daqueles atualmente lotados na administração direta do Cemitério Municipal, garantindo a divisão de funções e a transparência do processo.

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Foi concedido prazo de 15 dias para a Administração Municipal informar ao Ministério Público sobre o acatamento da recomendação administrativa e as providências adotadas, podendo o não atendimento resultar na adoção de eventuais medidas judiciais, como a proposição de ação civil pública para responsabilização dos gestores envolvidos.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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