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Com barreiras em subestações e torres, Copel investe em cuidados com a fauna

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A Copel investe em soluções que conciliam o avanço da infraestrutura de atendimento aos clientes com a preservação da biodiversidade. Atenta às exigências legais e às demandas de sustentabilidade, a companhia tem ampliado as medidas de proteção à fauna em seus empreendimentos como construção de usinas e linhas de transmissão e de distribuição.

Dentre as iniciativas adotadas pela empresa está a instalação de barreiras em subestações. O objetivo é, ao mesmo tempo, proteger os animais que vivem nas proximidades e evitar desligamentos. É uma estratégia que melhora os cuidados com o meio ambiente e a satisfação dos consumidores.

De acordo com o gerente do Departamento de Direcionamento de Subestações e de Linhas de Alta Tensão da Copel, Guilherme Ghellere, a interferência mais comum nas subestações é causada por pequenos animais terrestres que conseguem acessar áreas energizadas, o que pode levar a curtos-circuitos. As estruturas para evitar esses casos são colocadas em pontos estratégicos para impedir esse acesso.

São diversos tipos de equipamentos, na cor vermelha, com formatos diferentes. A forma varia de acordo com a peça que eles vão proteger. “Esses dispositivos foram desenvolvidos especificamente para o setor elétrico e tiveram a eficiência testada”, explica a bióloga Camila Fontanella, analista ambiental da Copel. Todas as novas subestações em construção pela companhia já incorporam esses mecanismos de proteção. Entre os exemplos estão a subestação Vendrami, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais, e a Capitão Leônidas Marques, no Oeste do Estado.

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LINHAS DE TRANSMISSÃO – Já nas linhas de transmissão, a preocupação está voltada a um tipo diferente de situação: o alçar voo das curicacas, também conhecidas como curucacas.

“Essas aves preferem regiões com pouca vegetação e, por isso, costumam utilizar as estruturas metálicas como ponto de apoio. O problema ocorre quando, ao levantar voo, os dejetos da ave atingem partes isoladas das torres. Como esses dejetos são condutores de eletricidade, podem causar curtos-circuitos e desligamentos”, explica o gerente do Departamento de Subestações e de Linhas de Alta Tensão nas Regiões Norte e Noroeste, Márcio Alexandre Ramos Pinto.

Para evitar esse tipo de ocorrência, a Copel começou a instalar um novo dispositivo diretamente nos braços das torres, que ficam logo acima dos isoladores. “Este é o suporte mais procurado pelas aves”, diz Márcio. O equipamento que está sendo instalado tem formato de disco e é composto de peças em fibra de vidro ou material polimérico. Essas características trazem baixo custo e eficiência.

A ideia surgiu na empresa. O eletricista Marcus Vinicius Fonseca Carvalho, que trabalha em Curitiba, desenvolveu o protótipo e registrou a proposta em uma plataforma interna da Copel que estimula a inovação. A solução já está sendo adotada há seis meses em áreas com maior presença da ave, especialmente nas regiões Norte e Noroeste do Estado.

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TRAÇADO DE LINHAS – Outro ponto importante na estratégia da empresa relacionada ao cuidado com a fauna sem comprometer o avanço necessário para o fornecimento de energia elétrica é a definição do traçado das linhas de transmissão e de distribuição. De acordo com a bióloga Sandra Elis Abdalla, gerente da Divisão de Biodiversidade da Copel, uma das prioridades é evitar a passagem por áreas ambientalmente sensíveis, como unidades de conservação, terras indígenas, quilombolas e rotas de aves migratórias.

Quando é inevitável atravessar áreas de vegetação nativa ou Áreas de Preservação Permanente (APPs) associadas a rios e mananciais, a solução é o uso de torres mais altas. Elas reduzem o impacto sobre o habitat. Sempre que possível, o traçado é planejado ao longo de estradas já existentes, minimizando a fragmentação de áreas naturais.

Além disso, a Copel tem recorrido ao uso de drones para o lançamento de cabos, tecnologia que ajuda a diminuir a retirada de vegetação e contribui para a conservação da biodiversidade.

Fonte: Governo PR

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Em Caiobá: Vasco, Chapecoense e Atlético sobem ao pódio do Brasil Open de Beach Soccer

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A Arena de Esportes do Verão Maior Paraná, instalada no posto fixo de Caiobá, em Matinhos, foi palco neste domingo (1º) do encerramento do Brasil Open de Beach Soccer, etapa do Circuito Brasil de Beach Soccer. A competição integrou a programação esportiva do Verão Maior Paraná e reuniu equipes tradicionais do cenário nacional ao longo de três dias de disputas.

Na grande final, o Vasco da Gama, do Rio de Janeiro, confirmou o título ao vencer a Chapecoense, de Santa Catarina, pelo placar de 17 a 1.  A decisão de terceiro lugar encerrou com vitória do Atlético Beach Soccer por 7 a 6 contra a equipe do Rio Branco. 

Campeão do torneio, o atleta Mauricinho, eleito o melhor jogador de futebol de areia do mundo em 2017 e campeão mundial pela Seleção Brasileira da modalidade, destacou a importância da conquista e da etapa realizada no Paraná. 

“Para mim é uma alegria muito grande estar vestindo a camisa do Vasco. Eu sou vascaíno. Em todas as competições e todos os lugares que eu vou, faço questão de falar isso. Agradecer a todos do Paraná por essa oportunidade e ao Circuito Brasil de Beach Soccer. Estou muito feliz”, disse.

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“Respeitamos todos os adversários, mostramos um pouco do nosso futebol e do nosso dia a dia de treino. Espero voltar para essa praia maravilhosa, com campo bom e tempo bom. É isso que o beach soccer gosta”, afirmou o jogador.

Para o diretor de Fomento e Promoção do Esporte da Secretaria de Estado do Esporte (SEES), Clesio Prado, o encerramento do Brasil Open confirma o sucesso do beach soccer dentro da programação do Verão Maior Paraná. “Vivenciamos dias de competições com altíssimo nível técnico, consolidando aquilo que já havia sido demonstrado na Copa Sul e reforçando a força da modalidade no nosso litoral”, afirmou.

Segundo ele, a presença de clubes tradicionais e de equipes paranaenses foi determinante para o êxito da etapa. “Tivemos equipes de projeção nacional, atletas de Seleção Brasileira, além dos representantes do Paraná, que valorizaram ainda mais o evento. Isso demonstra a qualidade da modalidade, a grande participação do público e a capacidade do Paraná em sediar competições esportivas de alto nível”, destacou.

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A realização do Brasil Open em Caiobá reforça o espaço do beach soccer dentro da programação esportiva do Verão Maior Paraná, iniciativa do Governo do Estado que promove atividades gratuitas de esporte, lazer e entretenimento durante a temporada de verão. A proposta é ampliar o acesso da população a eventos esportivos de alto nível, além de impulsionar o turismo e a economia local no Litoral paranaense.

Com a etapa encerrada, o beach soccer se consolida como uma das modalidades de destaque do projeto, atraindo atletas, equipes e público, e fortalecendo o Paraná no calendário nacional dos esportes de areia.

Fonte: Governo PR

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