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Com avanço das obras, bases dos novos viadutos de Sarandi entram na fase final

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O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), já executou 27,46% da obra de construção dos dois novos viadutos na BR-376 em Sarandi, região Noroeste.

As estruturas ficam na altura da Avenida Rio de Janeiro e Avenida Brasil, e terão a função de retorno em desnível para condutores da BR-376, sendo uma ligação entre as vias marginais da rodovia. Os viadutos também vão facilitar a mudança de uma via marginal para a outra, assim como acesso mais seguro à própria rodovia. O investimento na obra é de R$ 36,8 milhões.

As obras acontecem em ambos os lados da rodovia, ocupando o canteiro entre o eixo central e as marginais, que têm a denominação Rua Antônio Volpato e Avenida Ademar Bornia, bem como a faixa mais externa de ambas as pistas da BR-376.

Os serviços estão concentrados em finalizar a infraestrutura dos viadutos, composta por estacas e blocos de fundação, já implantando os pilares da mesoestrutura. Também estão sendo instalados os dispositivos do sistema de drenagem de águas dos viadutos e seus acessos, composto por bueiros e bocas de lobo.

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No canteiro de obras estão sendo montadas as vigas longarinas que serão lançadas futuramente sobre os pilares, bem como as pré-lajes que servem como base para concretagem da laje, todos dispositivos da superestrutura dos viadutos.

PROJETO – A obra foi licitada na modalidade Concorrência com regime de Contratação Integrada (CI), em que é contratada a elaboração do projeto básico e do projeto executivo de engenharia, e execução da obra.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá realiza primeira conexão do Moegão com terminal privado

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O terminal da ALTP, consórcio formado pela Louis Dreyfus Company e pela Amaggi, responsável pelo PAR 25, é o primeiro a se conectar ao complexo Moegão, no Porto de Paranaguá. A operação foi realizada na manhã deste domingo (11) e exigiu o bloqueio da Avenida Portuária, além do envolvimento de dezenas de profissionais.

O Moegão é a maior obra pública do setor portuário em execução no Brasil e a maior do Paraná, com investimento de cerca de R$ 700 milhões. O projeto reúne características inéditas na engenharia ferroviária e portuária ao centralizar, em um único local, o recebimento de granéis vegetais transportados por trens para posterior embarque em navios.

“Estamos revolucionando o modo de receber as cargas que serão exportadas para o mundo todo”, afirma Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná. “O Moegão, aliado ao novo Píer em T e ao aumento do calado operacional, que permitirá a operação de navios ainda maiores, ampliará consideravelmente a competitividade do nosso porto”, destaca.

Para erguer a estrutura metálica de 55 metros de comprimento e cerca de 35 toneladas, foi necessário utilizar um superguindaste com capacidade para elevar até 600 toneladas a uma altura máxima de 48 metros. Dezenas de profissionais participaram da operação, que durou cerca de 2 horas.

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A estrutura agora está conectada à galeria central do Moegão, que se estende por 1,7 quilômetro e abriga mais de 4 mil metros de correias transportadoras. As esteiras serão responsáveis por transportar os produtos descarregados dos vagões até os terminais.

Até outubro de 2027, os 11 terminais do Corredor de Exportação Leste do Porto de Paranaguá deverão integrar suas estruturas ao sistema.

ELEVAR O POTENCIAL – Quando entrar em funcionamento, o Moegão elevará o potencial de recebimento de grãos e farelos por ferrovia no Porto de Paranaguá, que poderá movimentar até 24 milhões de toneladas por ano. Atualmente, a capacidade de recebimento pelo modal ferroviário é de pouco mais de 5 milhões de toneladas. O ganho de eficiência operacional será de 63%.

A obra foi projetada para atender à ampliação da Ferroeste, que terá um de seus ramais partindo do Mato Grosso do Sul, e à reestruturação da Malha Sul.

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TRÊS LINHAS FÉRREAS – O complexo conta com três linhas férreas independentes e poderá receber até 180 vagões de uma só vez, com o esvaziamento simultâneo de três vagões em cada linha. A capacidade será de 900 vagões descarregados a cada 24 horas. Atualmente, são cerca de 550 por dia.

Atualmente, a recepção de grãos e farelos por ferrovia não é centralizada. Os vagões são direcionados aos terminais, o que exige manobras das composições. Essa operação, por vezes, interrompe o trânsito nas ruas da região portuária por mais de 40 minutos.

Com a centralização das operações e sem a necessidade de divisão das composições, o número de passagens de nível — pontos em que os trilhos cruzam as ruas — será reduzido de 16 para cinco. Com isso, a interrupção do trânsito ficará restrita ao tempo necessário para a passagem do trem, estimado, em média, entre 10 e 15

Fonte: Governo PR

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