Paraná
Com aporte de R$ 1,2 milhão do Estado, UEPG conta com mais 45 consultórios odontológicos
Com investimento de R$ 1,2 milhão do Governo do Estado, a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) já disponibiliza as novas instalações de três clínicas odontológicas, que passam a contar com 45 novos consultórios para as atividades práticas de ensino, pesquisa e extensão do curso de Odontologia. Ao todo, são sete clínicas com 105 consultórios que atendem, gratuitamente, cerca de 35 mil pacientes por ano de toda a região dos Campos Gerais.
O aporte financeiro foi destinado para modernização de equipamentos, incluindo aparelhos de radiologia digital, que utilizam o computador para visualizar as estruturas internas do organismo do paciente com mais precisão. Os recursos são do Fundo Paraná de fomento científico e tecnológico, dotação orçamentária administrada pela secretaria estadual da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti).
Com um sistema de radiografia inteiramente digitalizado, mais sustentável e menos nocivo ao meio ambiente e ao cidadão, a UEPG pretende oferecer um ambiente mais adequado para estudantes e professores dos cursos de graduação e pós-graduação em Odontologia, além de aumentar a eficiência no atendimento à população.
O secretário estadual da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Aldo Nelson Bona, enfatiza a importância do investimento público para o desenvolvimento científico. “O Paraná, mais do que quadruplicou os recursos destinados a programas e projetos de ciência e tecnologia nos últimos anos, o que permite investimentos como este das clínicas da UEPG. Por serem ambientes de ensino, pesquisa e atendimento à comunidade, o investimento é muito relevante e auxilia na prestação de serviço para a população que mais precisa do poder público”, afirma.
Ele ressalta o benefício desses recursos com impacto na formação de novos profissionais e na prestação de serviços para a população. “As clínicas odontológicas da UEPG necessitavam de equipamentos mais modernos para o avanço de infraestrutura e para o ensino da graduação e pós-graduação, sobretudo para o atendimento à comunidade”, diz.
Segundo o reitor Miguel Sanches Neto, o investimento é importante para fortalecer os papéis de formação e extensão universitária. “A modernização das clínicas é um exemplo de investimento no ensino, na pesquisa e na pós-graduação de um dos cursos mais qualificados da Universidade e reforça o compromisso com a população, uma vez que atendem pessoas que procuram a nossa universidade para tratamentos de saúde bucal”, salienta.
- Inscrições do curso que forma jovens em desenvolvimento sustentável estão perto do fim
-
UEM é certificada com o Selo ODS Educação por 17 projetos com impactos sociais
CURSOS – O curso de Odontologia da UEPG oferta 60 vagas anuais e tem duração de cinco anos. Implantado na antiga Faculdade Estadual de Farmácia e Odontologia, a graduação soma 68 anos. Os cursos de pós-graduação em Odontologia (mestrado e doutorado) foram instituídos em 2002 e 2009, respectivamente, e já formaram 243 mestres e 103 doutores, que atuam nos setores produtivos empresarial e acadêmico. Atualmente, são 33 alunos de mestrado e 48 de doutorado, que desenvolvem suas pesquisas e qualificação profissional na instituição.
Os alunos e professores de graduação e pós-graduação fazem atendimentos em áreas especializadas da Odontologia. Em média, 160 pessoas são atendidas diariamente em 105 cadeiras disponibilizadas à comunidade. Nas sete clínicas são desenvolvidas diversas disciplinas práticas, como cariologia, dentística, diagnóstico bucal, cirurgia bucal, endodontia, estética, imaginologia, implantodontia, ortodontia, periodontia, planejamento oclusal, prática de saúde bucal, reabilitação bucal, entre outras.
A professora Stella Kossatz Pereira, chefe do Departamento de Odontologia da UEPG, destaca que a modernização das clínicas vai favorecer o atendimento à comunidade, um dos pilares do trabalho desenvolvido pela instituição. “A modernização de três das sete clínicas odontológicas da UEPG e a aquisição de equipamentos de radiologia digital proporciona para os estudantes do curso, uma melhora no ensino, na aprendizagem e também no atendimento aos serviços prestados para a comunidade”, afirma.
Ela sinaliza a melhoria do curso a partir da atualização tecnológica das clínicas. “O diferencial do nosso curso é a capacitação prática do aluno em todos os níveis de atuação, ou seja, ensino, pesquisa e extensão, pois eles atuam em programas de extensão na comunidade rural, em unidades básicas de saúde e no hospital universitário, além de terem um programa de pós-graduação reconhecido nacionalmente”, acrescenta.
Em parceria com o Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais, os estudantes de Odontologia da UEPG desenvolvem atividades nos programas de Residência da área da saúde. Também desenvolvem um programa de extensão que atende pacientes dos distritos de Itaiacoca e Guaragi, na zona rural de Ponta Grossa.
- Com recursos do Estado, UEPG adquire terreno para expansão em Ponta Grossa
-
Com salto da UEM e estreia da Unespar, universidades estão entre as melhores da América
PESQUISA – A UEPG conta, ainda, com o Centro de Odontologia Digital (COD) e a Liga Odontológica de Diagnóstico por Imagem (Lodi), unidades acadêmicas que contribuem diretamente com a experiência de ensino e pesquisa de alunos de graduação e pós-graduação. No COD, os universitários têm contato com equipamentos de modelagem e impressão tridimensional de próteses dentais e na Lodi as atividades são direcionadas para a radiologia odontológica e imaginologia, estudo de órgãos e sistemas do corpo por exames de imagem.
ATENDIMENTO GRATUITO – Os cidadãos podem buscar atendimento odontológico gratuito na UEPG de segunda a sexta-feira, entre 8h15 e 17 horas, por meio do telefone (42) 3220-3142 ou na recepção das clínicas, no Bloco M do Câmpus Uvaranas (Avenida General Carlos Cavalcanti – Uvaranas).
Fonte: Governo PR
Paraná
Reta final: pavimentação entre Mandirituba e São José dos Pinhais chega a 84,19%
A pavimentação da ligação metropolitana em concreto que conecta os municípios de Mandirituba e São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), entrou em sua reta final de execução. Uma nova medição oficial aponta que o projeto atingiu 84,19% de conclusão, consolidando o avanço definitivo de uma das principais intervenções de infraestrutura viária do Estado.
Com investimento de R$ 111,8 milhões do Governo do Estado, coordenado pela Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep), a obra de 26 quilômetros de extensão começa a desenhar seu cenário definitivo. A escolha pelo pavimento rígido de concreto — que assegura maior durabilidade, alto desempenho estrutural e baixa necessidade de manutenção — já transforma a realidade local à medida que os trabalhos se aproximam da entrega, prevista para agosto de 2026.
Com a obra concentrada nesta etapa final, os serviços que antes se dividiam entre terraplenagem, drenagem e base já dão lugar, na maior parte do traçado, ao acabamento: lançamento de concreto, sinalização horizontal e vertical, e os dispositivos de segurança que vão acompanhar a rodovia. A proximidade entre os percentuais de execução dos diferentes trechos mostra um cronograma que avança de forma equilibrada ao longo de toda a extensão.
A ciclovia, prevista desde o início do projeto como parte das melhorias de funcionalidade da via, ganha corpo justamente nos segmentos que ficam entre o trecho central, já quase pronto, e as duas extremidades da obra, reforçando o caráter da via como uma rodovia pensada também para a mobilidade de quem usa bicicleta no dia a dia entre os municípios da região.
Para o diretor-presidente da Amep, Gilson Santos, o estágio atual da obra demonstra a evolução consistente do empreendimento e permite vislumbrar a entrega de uma importante demanda regional. “Estamos entrando na reta final de uma obra estratégica para a mobilidade metropolitana. Com mais de 84% dos serviços executados, já é possível perceber a transformação que essa nova ligação proporcionará, melhorando a circulação de pessoas, impulsionando o desenvolvimento regional e fortalecendo a integração entre os municípios”, destaca.
Mais do que aproximar duas importantes cidades, a nova rodovia funcionará como um estratégico corredor logístico para o Sul da RMC, conectando diretamente duas das principais rodovias federais do país: a BR-116 e a BR-376.
Quando inaugurada, a estrutura vai otimizar o escoamento de produção e a mobilidade urbana, beneficiando diretamente não apenas Mandirituba e São José dos Pinhais, mas todo um ecossistema regional que inclui os municípios de Quitandinha, Agudos do Sul, Piên, Campo do Tenente e Rio Negro. Com o cronograma mantido e ritmo intenso, a ligação metropolitana se prepara para abrir novos caminhos para o desenvolvimento paranaense em agosto.
Fonte: Governo PR
-
Política Nacional5 dias agoSenado analisa propostas de agenda legislativa sobre direitos das mulheres
-
Paraná6 dias agoEstado promove encontro de turismo rural e gastronomia regional em Foz do Iguaçu
-
Esportes6 dias agoAlisson iguala marca histórica de Gylmar e Taffarel ao iniciar sua terceira Copa como titular
-
Política Nacional5 dias agoComissão aprova proibição de leilão e penhora de espaços culturais tombados
-
Brasil4 dias agoMinistério da Saúde e fãs da banda BTS se unem para incentivar a doação de sangue
-
Política Nacional7 dias agoRede de comunicação de MT e federação de fomento comercial serão homenageadas
-
Brasil5 dias agoSeminário destaca avanço da parceria do SUS com hospitais de excelência para ampliar o acesso à saúde
-
Paraná5 dias agoPoupatempo Paraná ultrapassa a marca de 2 milhões de atendimentos
