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Com apoio técnico e aprovação da Amep, Tijucas do Sul pode avançar com seu Plano Diretor

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A Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep) anunciou nesta terça-feira (22) que o Plano Diretor do município de Tijucas do Sul foi publicado no Diário Oficial do Estado. A notícia representa um marco significativo para a cidade e sua região, marcando o fim de um processo meticuloso de revisão e planejamento urbano. Agora, Tijucas do Sul pode dar continuidade ao processo nas instâncias municipais para efetivação das metas.

A Amep desempenhou um papel crucial em todo o processo, dando apoio técnico e orientação durante a revisão do documento, auxiliando os técnicos municipais em todas as etapas até a conclusão dos trabalhos.

Após aprovação pela Amep, a etapa final do processo acorreu com a apreciação e anuência do plano durante a reunião ordinária do Conselho Gestor dos Mananciais da Região Metropolitana de Curitiba, em 28 de julho. 

O diretor-presidente da Amep, Gilson Santos, ressalta que a agência exerce o papel de secretariado deste conselho, reforçando seu compromisso com a coordenação eficiente das questões metropolitanas. Ele também acrescenta que a atualização do Plano Diretor é fundamental para o desenvolvimento harmonioso de uma cidade.

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“Ele estabelece diretrizes para o crescimento urbano, considerando questões como zoneamento, mobilidade, preservação ambiental e uso de recursos naturais. A aprovação do Plano Diretor de Tijucas do Sul não apenas modernizará a cidade hoje, mas também servirá como um norte de planejamento para os próximos anos”, destacou. “A Amep está empenhada em apoiar as prefeituras na criação e revisão de seus planos diretores, garantindo um crescimento saudável das regiões metropolitanas”.

“A revisão do Plano Diretor é fundamental para o crescimento do município. Só temos a agradecer à Amep pelo apoio que nos deu em todo o processo de elaboração. Toda estrutura da agência ficou à disposição da nossa equipe técnica, o que nos ajudou muito em cada etapa”, disse o prefeito Altair Gringo.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá realiza primeira conexão do Moegão com terminal privado

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O terminal da ALTP, consórcio formado pela Louis Dreyfus Company e pela Amaggi, responsável pelo PAR 25, é o primeiro a se conectar ao complexo Moegão, no Porto de Paranaguá. A operação foi realizada na manhã deste domingo (11) e exigiu o bloqueio da Avenida Portuária, além do envolvimento de dezenas de profissionais.

O Moegão é a maior obra pública do setor portuário em execução no Brasil e a maior do Paraná, com investimento de cerca de R$ 700 milhões. O projeto reúne características inéditas na engenharia ferroviária e portuária ao centralizar, em um único local, o recebimento de granéis vegetais transportados por trens para posterior embarque em navios.

“Estamos revolucionando o modo de receber as cargas que serão exportadas para o mundo todo”, afirma Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná. “O Moegão, aliado ao novo Píer em T e ao aumento do calado operacional, que permitirá a operação de navios ainda maiores, ampliará consideravelmente a competitividade do nosso porto”, destaca.

Para erguer a estrutura metálica de 55 metros de comprimento e cerca de 35 toneladas, foi necessário utilizar um superguindaste com capacidade para elevar até 600 toneladas a uma altura máxima de 48 metros. Dezenas de profissionais participaram da operação, que durou cerca de 2 horas.

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A estrutura agora está conectada à galeria central do Moegão, que se estende por 1,7 quilômetro e abriga mais de 4 mil metros de correias transportadoras. As esteiras serão responsáveis por transportar os produtos descarregados dos vagões até os terminais.

Até outubro de 2027, os 11 terminais do Corredor de Exportação Leste do Porto de Paranaguá deverão integrar suas estruturas ao sistema.

ELEVAR O POTENCIAL – Quando entrar em funcionamento, o Moegão elevará o potencial de recebimento de grãos e farelos por ferrovia no Porto de Paranaguá, que poderá movimentar até 24 milhões de toneladas por ano. Atualmente, a capacidade de recebimento pelo modal ferroviário é de pouco mais de 5 milhões de toneladas. O ganho de eficiência operacional será de 63%.

A obra foi projetada para atender à ampliação da Ferroeste, que terá um de seus ramais partindo do Mato Grosso do Sul, e à reestruturação da Malha Sul.

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TRÊS LINHAS FÉRREAS – O complexo conta com três linhas férreas independentes e poderá receber até 180 vagões de uma só vez, com o esvaziamento simultâneo de três vagões em cada linha. A capacidade será de 900 vagões descarregados a cada 24 horas. Atualmente, são cerca de 550 por dia.

Atualmente, a recepção de grãos e farelos por ferrovia não é centralizada. Os vagões são direcionados aos terminais, o que exige manobras das composições. Essa operação, por vezes, interrompe o trânsito nas ruas da região portuária por mais de 40 minutos.

Com a centralização das operações e sem a necessidade de divisão das composições, o número de passagens de nível — pontos em que os trilhos cruzam as ruas — será reduzido de 16 para cinco. Com isso, a interrupção do trânsito ficará restrita ao tempo necessário para a passagem do trem, estimado, em média, entre 10 e 15

Fonte: Governo PR

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