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Com a oferta de 3,1 mil vagas, UEL abre inscrições para o vestibular 2024

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As inscrições para o Vestibular 2024 da UEL estão abertas a partir desta segunda-feira (24), até 5 de setembro, exclusivamente pelo portal da Coordenadoria de Processos Seletivos (Cops). São ofertadas 3.100 vagas, sendo 2.500 por meio do vestibular e outras 600 via Sistema de Seleção Unificado (Sisu).

Os candidatos devem preencher a ficha de inscrição em que definirão curso, turno, opção de língua estrangeira (inglês, francês ou espanhol) e se prestarão o vestibular pelo sistema universal ou de cotas. Também poderão escolher se farão a 1ª fase em Londrina ou em outras quatro cidades paranaenses – Curitiba, Cascavel, Guarapuava e Umuarama. As inscrições custam R$ 176,00.

Neste ano, o concurso voltará a ser realizado nos meses finais do ano, conforme decisão do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe). As estão marcadas para 29 de outubro (1ª fase) e 26, 27 e 28 de novembro (2ª fase). Antes, no dia 24 de setembro, a UEL aplica a sua Prova de Habilidades Específicas (PHE) destinada exclusivamente aos candidatos ao curso de Música.

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Segundo a coordenadora de Processos Seletivos, Sandra Garcia, a expectativa é repetir a alta procura deste ano, quando 20.858 estudantes se inscreveram para o vestibular 2023. Para a coordenadora, a descentralização das provas deve incentivar um volume maior de interessados, que poderão contar com mais facilidade para realizar a 1ª fase.

Ela explica que o retorno do concurso nos meses finais do ano busca atender a demandas dos próprios estudantes, que preferem uma data consolidada para realização das provas, semelhante aos vestibulares de outras instituições de ensino superior. Essa concentração facilita para o candidato que está se preparando, dada à proximidade da conclusão do ano letivo e do Ensino Médio.

“No último vestibular de 2023, realizado em março e abril passado, muitos candidatos não compareceram pois já tinham sido aprovados em outras instituições”, comparou.

Sobre o calendário acadêmico da UEL, a coordenadora lembra que o ano letivo 2024 será de agosto deste ano a meados de 2025, ainda afetado pelo impacto da pandemia de Covid-19.

Ela explica que a universidade, por meio do Gabinete da Reitoria e da Pró reitoria de Graduação (Prograd), está trabalhando para reduzir essa diferença e conciliar o cronograma de atividades da UEL com o calendário civil.

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PROVAS – Na 1ª fase (29 de outubro) os candidatos fazem a prova de Conhecimentos Gerais, com 60 questões de Artes, Biologia, Filosofia, Física, Geografia, História, Matemática, Química e Sociologia. Já a 2ª fase do processo seletivo tem início em 26 de novembro com as provas de Língua Portuguesa e Literatura em Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação.

No dia 27 de novembro, os candidatos fazem a prova discursiva de Conhecimentos Específicos, e, no dia 28, haverá a prova de Habilidades Específicas para os candidatos aos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Artes Visuais, Design de Moda e Design Gráfico. A 1ª convocação será divulgada em 16 de janeiro de 2024.

Fonte: Governo PR

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Ministro André Mendonça faz palestra magna na abertura do Encontro Nacional do Cira 2026

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça foi o responsável pela palestra magna na abertura do Encontro Nacional CIRA 2026 – Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos, nesta sexta-feira, 14 de agosto, no Ministério Público de São Paulo. Autor do prefácio do livro “Crimes contra a ordem econômica e tributária: desafios atuais e perspectivas”, lançado durante o evento, Mendonça tratou dos critérios para quantificar o dano, o enriquecimento ilícito e o produto de atividades criminosas.

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Em uma exposição de caráter técnico, o ministro discutiu os parâmetros que devem orientar a definição dos valores objeto de pedido de ressarcimento ou perdimento. Citou, entre outros exemplos, a Operação Sanguessuga e situações envolvendo gestores públicos em casos de fraude, para mostrar que a identificação do dano nem sempre pode ser reduzida a uma simples correspondência entre o valor contratado e o prejuízo causado.

A palestra dialoga diretamente com o prefácio assinado pelo ministro André Mendonça, sendo um dos temas centrais da coletânea os desafios jurídicos e práticos para investigar a criminalidade econômica, responsabilizar seus autores e recuperar valores decorrentes de atividades ilícitas.

André Mendonça discutiu os parâmetros que devem orientar a definição dos valores objeto de pedidos de ressarcimento ou perdimento. Ao citar exemplos como a Operação Sanguessuga e casos envolvendo gestores públicos, destacou que a identificação do dano não pode ser reduzida, em todos os casos, à diferença entre o valor contratado e o prejuízo causado.

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O ministro chamou atenção para a necessidade de distinguir produto da atividade ilícita, dano e enriquecimento ilícito. Segundo a abordagem apresentada, essa diferenciação é necessária para definir os valores que podem ser objeto de recuperação de ativos em casos de corrupção e improbidade administrativa.

Mendonça também apresentou referências do direito comparado, citando a legislação dos Estados Unidos, como o Civil Asset Forfeiture Reform Act (CAFRA), de 2000, e o Fraud Enforcement and Recovery Act (FERA), de 2009. Na experiência italiana, abordou o Decreto Legislativo nº 231/2001 e decisões da Corte de Cassação relacionadas à definição do produto obtido com a prática ilícita.

No ordenamento brasileiro, a análise passou pelo Código Penal, pela Lei de Lavagem de Dinheiro, pela Lei de Improbidade Administrativa e pela Convenção de Mérida.

Ao final, o ministro destacou a necessidade de critérios técnicos para a definição dos valores e do apoio das áreas da administração pública responsáveis pela receita. A adoção de uma metodologia mais precisa, segundo Mendonça, pode contribuir para dar maior segurança às investigações, às apurações e às decisões judiciais.

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Livro sobre crimes contra a ordem econômica e tributária é lançado durante Encontro Nacional do Cira 2026

Na sequência da programação, foi lançado o livro “Crimes contra a ordem econômica e tributária: desafios atuais e perspectivas”, coordenado pelo Procurador-Geral de Justiça, Francisco Zanicotti, e pelo promotor de Justiça Diego Gomes Castilho, ambos do Ministério Público do Paraná. Publicada em 2026 pela Editora Tirant Lo Blanch, a obra reúne estudos de especialistas sobre diferentes aspectos do direito penal econômico.

 A publicação tem 340 páginas e reúne artigos sobre investigação e responsabilização por crimes econômicos e tributários. Entre os temas estão a análise probatória em delitos financeiros complexos, fraudes estruturadas, empresas de fachada, recuperação de ativos e sonegação fiscal.

A coletânea também aborda a aplicação da Lei Anticorrupção, a individualização e a dosimetria da pena em crimes tributários e os limites da responsabilização penal de empresários e administradores.

Fonte: Ministério Público PR

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