Agro
Churrasco perfeito: Minerva Foods revela 5 dicas essenciais para garantir sabor, suculência e rendimento
Preparar um churrasco de qualidade vai muito além de acender a churrasqueira. Fatores como organização, escolha dos cortes e controle da temperatura são determinantes para garantir sabor, maciez e suculência. Pensando nisso, a Minerva Foods reuniu orientações práticas para ajudar tanto iniciantes quanto churrasqueiros experientes a elevarem o nível do preparo.
A companhia, que detém marcas como Cabaña Las Lilas, Estância 92 e PUL, destaca cinco pontos-chave para um churrasco bem executado.
1. Organização e controle da churrasqueira
O primeiro passo é planejar o preparo. Ter todos os utensílios à disposição — como carvão, facas e grelha — evita improvisos e garante mais eficiência.
A temperatura da churrasqueira também deve ser ajustada conforme o corte:
- Carnes mais grossas: fogo mais baixo e distante da grelha
- Cortes finos: fogo mais alto e próximo da brasa
Esse controle é essencial para evitar que a carne resseque ou asse de forma irregular.
2. Escolha correta da carne
A recomendação é adquirir a peça inteira, permitindo ao churrasqueiro definir a espessura ideal dos cortes.
Entre os cortes mais indicados estão:
- Alcatra
- Maminha
- Fraldinha
- Picanha (preferida dos brasileiros)
O ideal é trabalhar com bifes de 2 a 3 cm de espessura, o que contribui para manter a suculência durante o preparo.
3. Quantidade ideal por pessoa
Para evitar desperdícios ou falta de alimento, o cálculo deve considerar, em média, 400 gramas de carne por pessoa.
Exemplo prático:
- 10 pessoas = aproximadamente 4 kg de carne
A divisão entre diferentes cortes também ajuda a diversificar o cardápio e atender diferentes preferências.
4. Ponto da carne faz toda a diferença
O ponto ideal varia conforme o gosto de cada pessoa, mas alguns parâmetros ajudam no preparo:
- Selada: fogo alto por poucos minutos, formando crosta
- Mal passada: cerca de 3 minutos por lado
- Ao ponto: cerca de 4 minutos por lado
- Ao ponto para mais: cerca de 5 minutos
- Bem passada: entre 6 e 7 minutos por lado
O uso de sal grosso ou sal de parrilla é indicado para realçar o sabor sem mascarar as características da carne.
5. Acompanhamentos valorizam o churrasco
Os acompanhamentos complementam o sabor e enriquecem a experiência. Entre os mais tradicionais estão:
- Farofa
- Vinagrete
- Salada de batata com maionese
- Salpicão
- Queijo coalho
- Pão de alho
- Legumes e frutas grelhadas
- Saladas variadas
Carne premium ganha destaque no fim de semana
Para quem busca elevar o padrão do churrasco, a linha Estância 92 se posiciona como opção diferenciada. Os cortes são preparados com padrão elevado de qualidade, oferecendo maciez, suculência e acabamento de gordura uniforme.
Com planejamento, escolha adequada dos cortes e atenção aos detalhes do preparo, o churrasco se consolida como uma experiência completa — tanto no sabor quanto na convivência.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
Agro
Seguro rural terá maior subvenção e Zarc Níveis de Manejo é ampliado para soja e milho safrinha
O governo federal aprovou a ampliação do Zoneamento Agrícola de Risco Climático Níveis de Manejo (ZarcNM) e o aumento da subvenção ao prêmio do seguro rural, reforçando os incentivos à adoção de boas práticas agrícolas. A medida, publicada no Diário Oficial da União, amplia o projeto piloto para novas regiões e culturas, com foco na safra 2026/2027.
A iniciativa, coordenada pelo Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural, passa a contemplar a cultura da soja nos estados do Sul e em Mato Grosso do Sul, além da inclusão inédita do milho segunda safra no Paraná e no Mato Grosso do Sul.
Subvenção maior premia melhor manejo
A principal mudança está no aumento do percentual de subvenção ao prêmio do seguro rural para produtores que adotam níveis mais avançados de manejo do solo.
Para a soja, os percentuais definidos para a safra 2026/2027 são:
- 20% para o Nível de Manejo 1 (NM1)
- 30% para o NM2
- 35% para o NM3
- 40% para o NM4
Os índices representam um avanço de 5 pontos percentuais em relação ao piloto anterior, especialmente nos níveis mais elevados de manejo.
Já para o milho segunda safra, incluído pela primeira vez no ZarcNM, os incentivos são ainda mais robustos:
- 40% para NM1
- 45% para NM2
- 50% para NM3 e NM4
O modelo reforça a lógica de premiar produtores que investem em práticas que melhoram a qualidade do solo e reduzem riscos produtivos.
Recursos e alcance do programa
Nesta fase piloto, o ZarcNM segue restrito ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). Para a safra 2026/2027, serão destinados R$ 1 milhão para a soja e R$ 1 milhão para o milho.
Apesar da redução em relação ao ciclo anterior — quando R$ 8 milhões foram disponibilizados para a soja no Paraná — a expectativa é de maior eficiência na utilização dos recursos.
Com base na experiência anterior, quando cerca de 2.096 hectares foram segurados, a estimativa é de que o novo orçamento permita a cobertura de até 10 mil hectares na próxima safra, considerando o avanço da adesão ao modelo.
Nova metodologia muda avaliação de risco
O ZarcNM representa uma evolução do zoneamento tradicional ao incorporar, além de fatores climáticos, o impacto direto do manejo agrícola na produtividade.
Enquanto o modelo convencional considera clima, tipo de solo e ciclo da cultura, a nova metodologia passa a incluir indicadores objetivos de manejo, especialmente relacionados à capacidade de retenção de água no solo.
Na prática, quanto melhor o manejo adotado pelo produtor, menor o risco hídrico e, consequentemente, menor a probabilidade de perdas por estiagem.
Essa abordagem marca uma mudança estrutural na forma de avaliar riscos agrícolas no Brasil, alinhando tecnologia, sustentabilidade e gestão produtiva.
Pesquisa e inovação impulsionam o modelo
Os avanços do ZarcNM estão sendo discutidos na 9ª Reunião da Rede Zarc, realizada em Brasília, com a participação de cerca de 100 pesquisadores de 34 unidades da Embrapa, além de representantes do setor produtivo, instituições financeiras, seguradoras e órgãos governamentais.
Entre os temas em debate estão a evolução metodológica do zoneamento, sistemas de monitoramento, análise de dados e a expansão do modelo para outras culturas.
A expectativa é que, com o amadurecimento do projeto, o ZarcNM se consolide como uma ferramenta estratégica para a gestão de riscos no agronegócio brasileiro, incentivando práticas mais eficientes e sustentáveis no campo.
Perspectivas para o produtor
Com maior subvenção e ampliação de cobertura, o novo modelo tende a estimular a adesão ao seguro rural e fortalecer a cultura de gestão de risco no campo.
Ao vincular benefícios financeiros à qualidade do manejo, o ZarcNM cria um ambiente mais favorável à produtividade sustentável, ao mesmo tempo em que reduz a exposição do produtor a eventos climáticos adversos.
A tendência é que o programa ganhe escala nos próximos anos, consolidando-se como um dos pilares da política agrícola brasileira.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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